11.09.2014

Fotorreportagem da Colheita de Sangue Dia 9 de Novembro em Cacia (1ª. Parte)

Fotorreportagem da Colheita de Sangue Dia 9 de Novembro em Cacia

Gestos simples que salvam vidas, seja o leitor também um “salvador de vidas”, pratique estes exemplos, que não tem preço. 












Nesta imagem temos de pé o Sr. Fernando Lamas no atendimento aos dadores, sempre disponível para apoiar a causa da dádiva de sangue, na qualidade de voluntário e associado da ADASCA .

Momento em que os candidatos à dádiva de sangue preenchem os respectivos questionários.




Caros Colegas Dadores e Amigos!

Como é habitual da parte da ADASCA, vimos dar conhecimento dos resultados obtidos com a Colheita de Sangue ocorrida no dia 9 de Novembro no Salão da Junta de Freguesia de Cacia, aquém desde já gradecemos a sua disponibilidade na pessoa do seu Presidente.

Com a realização de mais esta iniciativa solidária, a última do ano em curso, na localidade de Cacia, fica-nos o sentimento do nosso dever cumprido, não só em prol dos doentes que necessitam de componentes sanguíneos, mas, demonstrando uma vez mais que, a comunidade de Cacia é efectivamente solidária, e prova está nas imagens aqui disponibilizadas.

Em nome da Direcção da ADASCA, expressamos o nosso mais sincero OBRIGADO, e aceitem um ABRAÇO colectivo muito caloroso, na certa de que não estão esquecidos nem sozinhos, nós – a ADASCA – como sempre estamos do vosso lado, seja em que circunstância for.

Face ao acima exposto, damos a conhecer os resultados alcançados:

- Total de inscritos: 48
- Aprovados: 38
- Suspensos: 10
- Eliminados: 0
- CEDACE: 2 vs medula óssea

Temos vindo a assistir com profunda preocupação desde o ano 2012, a uma redução de adesão à dádiva de sangue que nos deixa incomodados. As causas são diversas, sendo que a principal, está relacionada com a retirada da isenção das taxas moderadoras aos dadores de sangue nos Hospitais Públicos. Temos alertado vezes sem conta o ministério da saúde para este problema. Resultado: total indiferença, ainda assobiam para o lado, ou mandam-nos ir apanhar batatas num quintal qualquer, para não usar outra expressão.

Os resultados obtidos com a brigada do dia 9 de Novembro no Salão da Junta de Freguesia de Cacia registamos menos 7 inscrições comparativamente com a brigada realizada no dia 10/11 do ano transacto. Contudo, a nossa previsão era para as 55 presenças. Podemos considerar estes resultados razoáveis se tivermos em consideração que dadores desta localidade se deslocaram ao Posto Fixo da ali efectuarem a sua dádiva.

De acordo com as informações que nos são enviadas pelos colegas dadores, outras causas podem eventualmente estar relacionadas com as despesas nas deslocações, a dificuldade em ausentarem-se dos locais de trabalho, pois temos conhecimento que existem ainda alguns empresários pouco sensíveis a esta área de solidariedade. Lamentamos, na medida em que o sangue é necessário todos os dias nos hospitais, e eles não estão imunes a essa necessidade ou um seu familiar.

Os dadores de sangue ainda não são dispensáveis ao Serviço Nacional de Saúde, nomeadamente nos Serviços de ImunoHemoterpia, embora nem sempre sejamos respeitados como devíamos, sendo muitas vezes tratados como indesejados, esse é o sentimento que nos invade. Estamos perante um grande défice de respeito e reconhecimento público pela dádiva de sangue. O sentimento da marginalização além de doloroso é indescritível, o que tem motivado muitos dadores a deixarem de comparecer nos locais de colheitas.

Na nossa opinião, as brigadas de colheitas às 4ª.s feiras deviam registar maior adesão, considerando que decorrem num horário que facilita a ausência dos locais de trabalho, no entanto, o que verificamos com alguma tristeza é que isso nem sempre tem acontecido. Resta-nos a esperança de que o cenário se altere, pois nunca é de mais lembrar que os doentes é que necessitam de nós. Hoje eles, amanhã pode ser um de nós.

Algumas associações de dadores de sangue, têm feito tudo para que a isenção das taxas moderadoras, na qualidade de incentivo vs motivação seja reposta, num gesto de reconhecimento público pela dádiva benévola de sangue, como sempre aconteceu, não podendo ser vista como uma troca material vs comercial ou outra qualquer, pois só os mal-intencionados assim poderão argumentar, nós não subscrevemos esse princípio, mas, há dirigentes associativos que alinham por esse campo. Identificam-se com quem nos tem lixado.

Presentemente e com a adesão dos colegas que vão receber a presente mensagem, a ADASCA representa cerca de 3532 dadores de sangue associados conforme os Estatutos, num espaço de 7 anos e 10 meses de existência legal, sendo assim a maior associação do género da zona centro, de acordo com a informação do Centro Regional de Sangue de Coimbra, também com mais sessões de colheitas num local só, pelo menos até agora, porque o CST de Coimbra prepara-se para eliminar as brigadas que vinham a ser feitas às sextas-feiras no Posto Fixo da ADASCA.

Podíamos ter ido mais além, ou seja, os resultados podiam ser mais elevados se certos funcionários com responsabilidades administrativas do Centro de Sangue e Transplantação de Coimbra não se dispusessem à de algumas patifarias. Sobre este assunto e outros têm sido dados a conhecer nas edições da Revista Tribuna da ADASCA, que podem ser lidas no site da associação.

O nosso sincero agradecimento a todos quantos compareceram ao longo ano de 2013 e ainda no que está a decorrer nas sessões de colheitas de sangue, promovidas e realizadas pela ADASCA, na certeza que o fizeram a pensar sempre nos doentes que necessitam do nosso gesto solidário, muitas das vezes com sacrifício nas deslocações. Nós compreendemos esse esforço, mas, há quem não o compreenda, desvalorizando até, esse alguém não nos respeita, marginaliza-nos, chama-se Paulo Macedo e diz-se ministro da saúde (até quando?), para não falar de outros com menos revelo, mas sujam as mãos na massa.

Como sempre ao dispor sou,

Amem a liberdade, sejam felizes.

Joaquim Carlos

Presidente da Direcção da ADASCA

11.05.2014

Estudantes da UA Aderem à Dádiva de Sangue no Posto Fixo da ADASCA (2ª. Fase)

Estudantes da UA Aderem à Dádiva de Sangue no Posto Fixo da ADASCA







O futuro da dádiva de sangue depende muito da forma como os jovens dadores são hoje tratados nos serviços do SNS, não tenham dúvidas. Nós, dirigentes bem procuramos inverter a informação menos correcta, que vai surgindo em alguns meios da comunicação social, fazendo crer que somos os maus da fita, uns sacanas quando pedimos que seja reposta a isenção das taxas moderadoras nos hospitais públicos.




É preocupação da ADASCA prestar o melhor acolhimento aos dadores de sangue que ali se dirigem para doarem sangue, ou, que fazem questão de acompanhar quem vai doar. Este é o cenário do Posto Fixo.







Caros Colegas Dadores e Amigos!

Como é habitual da parte da ADASCA, vimos dar conhecimento dos resultados obtidos com a Colheita de Sangue ocorrida no dia 5 de Novembro no Posto Fixo da ADASCA.

Assim:
- Total de inscritos: 31
- Aprovados: 21
- Suspensos: 9
- Eliminados: 1
- CEDACE: 0 vs medula óssea

Temos vindo a assistir com profunda preocupação desde o ano 2012, a uma redução de adesão à dádiva de sangue que nos preocupa bastante. As causas são diversas, sendo que a principal, está relacionada com a retirada da isenção das taxas moderadoras aos dadores de sangue nos Hospitais Públicos. Temos alertado vezes sem conta o ministério da saúde para este problema. Resultado: total indiferença. O que conta são os míseros trocos.

Os resultados obtidos com a brigada do dia 5 de Novembro no Posto Fixo, registamos mais 18 inscrições, comparativamente com a brigada realizada no dia 08/11 do ano transacto. Contudo, a nossa previsão era para as 50 presenças. Não pode haver dúvidas: os estudantes “salvaram” a situação, caso contrário teríamos ficado pelos 7 aderentes.

De acordo com as informações que nos são enviadas pelos colegas dadores, outras causas podem eventualmente estar relacionadas com as despesas nas deslocações, a dificuldade em ausentar-se do local de trabalho, pois temos conhecimento que existe ainda alguns empresários, poucos sensíveis a esta área de solidariedade. Lamentamos, na medida em que o sangue é necessário todos os dias nos hospitais, e eles não estão imunes a essa necessidade, ou um familiar seu. A que se deve tantos bloqueios e obstáculos, se todos fazemos parte da sociedade?

Os dadores de sangue ainda não são dispensáveis ao Serviço Nacional de Saúde, nomeadamente nos Serviços de ImunoHemoterpia, embora nem sempre sejamos respeitados como devíamos. Estamos perante um grande défice de respeito e reconhecimento público. O sentimento da marginalização além de doloroso é indescritível, o que pode motivar alguns dadores deixarem de comparecer. A que se deve tanta aversão aos dadores de sangue no SNS?

Na nossa opinião, as brigadas de colheitas às 4ª.s feiras deviam registar maior adesão, considerando que decorrem num horário que facilita a ausência dos locais de trabalho, no entanto, o que verificamos com alguma tristeza é que isso não tem acontecido. Resta-nos a esperança de que o cenário se altere, pois nunca é de mais lembrar que os doentes é que necessitam de nós. Hoje eles, amanhã pode ser um de nós...

Algumas associações de dadores de sangue, têm feito tudo para que a isenção das taxas moderadoras, na qualidade de incentivo vs motivação seja reposta, num gesto de reconhecimento público pela dádiva benévola de sangue, não podendo ser vista como uma troca material vs comercial ou outra qualquer, pois só os mal-intencionados assim poderão argumentar, nós não subscrevemos esse princípio egoísta.

Presentemente a ADASCA representa cerca de 3522 dadores de sangue associados conforme os Estatutos, num espaço de 7 anos e 9 meses de existência legal, sendo assim a maior associação do género da zona centro, de acordo com a informação do Centro Regional de Sangue de Coimbra, também com mais sessões de colheitas num local só.

Podíamos ter ido mais além, ou seja, os resultados podiam ser mais elevados se certos funcionários com responsabilidades administrativas do Centro de Sangue e Transplantação de Coimbra não se dispusessem à de algumas patifarias. Sobre este assunto e outros têm sido dados a conhecer nas edições da Revista Tribuna da ADASCA.

O nosso sincero agradecimento a todos quantos compareceram ao longo ano de 2013 nas sessões de colheitas de sangue, promovidas e realizadas pela ADASCA, na certeza que o fizeram a pensar nos doentes que necessitam do nosso gesto solidário, muitas das vezes com sacrifício nas deslocações, nós compreendemos esse esforço, mas, há quem não o compreenda vs valorize, esse alguém não nos respeita, marginaliza-nos, chama-se Paulo Macedo e diz-se ministro da saúde (?), para não falar de outros com menos revelo.

Aos estudantes do ECT da UA que fizeram questão de comparecer para doarem sangue, cujas imagens aqui disponibilizamos, deixamos expresso o nosso mais sincero OBRIGADO, também na pessoa do jovem organizador Dudo Branco. BEM HAJAM a todos em nome dos doentes.

Como sempre ao dispor sou,

Amem a liberdade, sejam felizes.

Joaquim Carlos

Presidente da Direcção da ADASCA
ONDE POSSO DOAR SANGUE EM AVEIRO NO ANO DE 2014?
Quem quiser tem as Coordenadas GPS: N 40.62659,W -8.65133
Nota: o mapa de Brigadas para todo o ano pode ser solicitado através deste e-mail: geral@adasca.pt.

Localização do Mercado Municipal de Santiago em Aveiro

Estudantes da UA Aderem à Dádiva de Sangue no Posto Fixo da ADASCA (1ª. Fase)

Estudantes da UA Aderem à Dádiva de Sangue no Posto Fixo da ADASCA 

O futuro da dádiva de sangue depende muito da forma como os jovens dadores são hoje tratados nos serviços do SNS, não tenham dúvidas. Nós, dirigentes bem procuramos inverter a informação menos correcta, que vai surgindo em alguns meios da comunicação social, fazendo crer que somos os maus da fita, uns sacanas quando pedimos que seja reposta a isenção das taxas moderadoras nos hospitais públicos.



Gestos simples que salvam vidas, seja o leitor também um “salvador de vidas”, pratique estes exemplos, que não tem preço. Veja o exemplo destes jovens estudantes da UA que fizeram questão de doar sangue no Posto Fixo da ADASCA no dia 5 de Novembro.





Caros Colegas Dadores e Amigos!

Como é habitual da parte da ADASCA, vimos dar conhecimento dos resultados obtidos com a Colheita de Sangue ocorrida no dia 5 de Novembro no Posto Fixo da ADASCA.

Assim:
- Total de inscritos: 31
- Aprovados: 21
- Suspensos: 9
- Eliminados: 1
- CEDACE: 0 vs medula óssea

Temos vindo a assistir com profunda preocupação desde o ano 2012, a uma redução de adesão à dádiva de sangue que nos preocupa bastante. As causas são diversas, sendo que a principal, está relacionada com a retirada da isenção das taxas moderadoras aos dadores de sangue nos Hospitais Públicos. Temos alertado vezes sem conta o ministério da saúde para este problema. Resultado: total indiferença. O que conta são os míseros trocos.

Os resultados obtidos com a brigada do dia 5 de Novembro no Posto Fixo, registamos mais 18 inscrições, comparativamente com a brigada realizada no dia 08/11 do ano transacto. Contudo, a nossa previsão era para as 50 presenças. Não pode haver dúvidas: os estudantes “salvaram” a situação, caso contrário teríamos ficado pelos 7 aderentes.

De acordo com as informações que nos são enviadas pelos colegas dadores, outras causas podem eventualmente estar relacionadas com as despesas nas deslocações, a dificuldade em ausentar-se do local de trabalho, pois temos conhecimento que existe ainda alguns empresários, poucos sensíveis a esta área de solidariedade. Lamentamos, na medida em que o sangue é necessário todos os dias nos hospitais, e eles não estão imunes a essa necessidade, ou um familiar seu. A que se deve tantos bloqueios e obstáculos, se todos fazemos parte da sociedade?

Os dadores de sangue ainda não são dispensáveis ao Serviço Nacional de Saúde, nomeadamente nos Serviços de ImunoHemoterpia, embora nem sempre sejamos respeitados como devíamos. Estamos perante um grande défice de respeito e reconhecimento público. O sentimento da marginalização além de doloroso é indescritível, o que pode motivar alguns dadores deixarem de comparecer. A que se deve tanta aversão aos dadores de sangue no SNS?

Na nossa opinião, as brigadas de colheitas às 4ª.s feiras deviam registar maior adesão, considerando que decorrem num horário que facilita a ausência dos locais de trabalho, no entanto, o que verificamos com alguma tristeza é que isso não tem acontecido. Resta-nos a esperança de que o cenário se altere, pois nunca é de mais lembrar que os doentes é que necessitam de nós. Hoje eles, amanhã pode ser um de nós...

Algumas associações de dadores de sangue, têm feito tudo para que a isenção das taxas moderadoras, na qualidade de incentivo vs motivação seja reposta, num gesto de reconhecimento público pela dádiva benévola de sangue, não podendo ser vista como uma troca material vs comercial ou outra qualquer, pois só os mal-intencionados assim poderão argumentar, nós não subscrevemos esse princípio egoísta.

Presentemente a ADASCA representa cerca de 3522 dadores de sangue associados conforme os Estatutos, num espaço de 7 anos e 9 meses de existência legal, sendo assim a maior associação do género da zona centro, de acordo com a informação do Centro Regional de Sangue de Coimbra, também com mais sessões de colheitas num local só.

Podíamos ter ido mais além, ou seja, os resultados podiam ser mais elevados se certos funcionários com responsabilidades administrativas do Centro de Sangue e Transplantação de Coimbra não se dispusessem à de algumas patifarias. Sobre este assunto e outros têm sido dados a conhecer nas edições da Revista Tribuna da ADASCA.

O nosso sincero agradecimento a todos quantos compareceram ao longo ano de 2013 nas sessões de colheitas de sangue, promovidas e realizadas pela ADASCA, na certeza que o fizeram a pensar nos doentes que necessitam do nosso gesto solidário, muitas das vezes com sacrifício nas deslocações, nós compreendemos esse esforço, mas, há quem não o compreenda vs valorize, esse alguém não nos respeita, marginaliza-nos, chama-se Paulo Macedo e diz-se ministro da saúde (?), para não falar de outros com menos revelo.

Aos estudantes do ECT da UA que fizeram questão de comparecer para doarem sangue, cujas imagens aqui disponibilizamos, deixamos expresso o nosso mais sincero OBRIGADO, também na pessoa do jovem organizador Dudo Branco. BEM HAJAM a todos em nome dos doentes.

Amem a liberdade, sejam felizes.

Joaquim Carlos

Presidente da Direcção da ADASCA

ONDE POSSO DOAR SANGUE EM AVEIRO NO ANO DE 2014?
Quem quiser tem as Coordenadas GPS: N 40.62659,W -8.65133
Nota: o mapa de Brigadas para todo o ano pode ser solicitado através deste e-mail: geral@adasca.pt.

Localização do Mercado Municipal de Santiago em Aveiro

11.03.2014

Zumbis – Qual a Origem de Sua Lenda?


Zumbis – Qual a Origem de Sua Lenda?





Com certeza você já deve ter ouvido falar em zumbis, afinal eles estiveram presentes em diversas produções cinematográficas desde o final dos anos 60, assustando e despertando a curiosidade das pessoas.

Mas você sabe de onde surgiu a lenda dos zumbis?

Os “verdadeiros” zumbis são bem diferentes dos da ficção. Em primeiro lugar eles não se tornaram zumbis pela acção de algum vírus como muitos filmes mostram, nem saem por aí atacando as pessoas e devorando seus cérebros ou carne, e muito menos contaminam outras pessoas através de mordidas.
Eles na verdade têm sua origem no vodu, um culto religioso praticado nas ilhas Antilhas, especialmente no Haiti.

Ele se baseia em rituais de possessão, tendo origem africana.
Acredita-se que o vodu seja capaz de fazer uma pessoa morta voltar à vida à procura de vingança contra pessoas que teriam lhe feito mal.
Conta-se que esses zumbis eram revividos por um sacerdote ou feiticeiro, conhecido como bokor.
Nessa região contam-se, inclusive histórias sobre trabalhadores controlados por um poderoso feiticeiro.
Outra forma de zumbi segundo a tradição do vodu da África Ocidental é o “astral zumbi”, que é uma parte da alma humana capturada por um feiticeiro para aumentar o poder do mesmo.
Dizem que esse “astral zumbi” é mantido dentro de uma garrafa, podendo ser vendida pelo feiticeiro a clientes para dar sorte ou sucesso financeiro.

Acredita-se que após um tempo essa alma será tomada de volta por Deus, sendo o zumbi uma entidade espiritual temporária.

Ainda conta a lenda que se alimentar o zumbi com sal, ele retorna ao seu túmulo.

Já algumas comunidades na África do Sul acreditam que uma pessoa morta pode ser transformada em zumbi por uma criança pequena e que essa magia só pode ser quebrada com um sangoma (espécie de feiticeiro que pratica medicina das ervas, adivinhação e aconselhamento) poderoso o suficiente.

Isso é só lenda ou tem alguma base real?

Acredita-se que haja certa realidade nessas lendas, pois houve dois casos de pesquisadores famosos que tiveram certa experiência com casos zumbi e afirmam ser verdade.
A primeira é Zora Neale Hurston, uma folclorista, antropóloga e escritora norte-americana que viajou em 1937 para estudar o folclore do Haiti.

Lá ela encontrou um caso muito curioso sobre uma suposta mulher zumbi que apareceu na aldeia, segundo sua família, ela era Felicia Felix-Mentor, que havia sido enterrada em 1907 aos 29 anos.

A folclorista alegou que os rumores começaram através do uso de uma poderosa droga psicoativa por parte das testemunhas do fato, mas ela não conseguiu localizar essas pessoas para obter mais informações.

Anos mais tarde, em 1982, Wade Davis, um etnobotânico de Harvard viajou para o Haiti para investigar casos de zumbis, apresentando um caso farmacológico de zumbis em dois livros: “A Serpente e o Arco-Íris” e “Passagem das Trevas”.
Segundo ele uma pessoa viva pode ser transformada em zumbi através de um ritual que consistia em injecções de substâncias específicas em sua corrente sanguínea, geralmente por uma ferida.

Em seus estudos ele alegou que essas substâncias eram tóxicas e naturais, sendo misturadas antes de serem passadas aos indivíduos, uma delas é a tetrodotoxina, uma poderosa neurotoxina encontrada no peixe baiacu e as outras são substâncias extraídas do sapo-bufo.

As pessoas que tomavam essa mistura apresentavam batimentos cardíacos e respiração quase imperceptíveis, pois foram suprimidos pela acção dessas substâncias, assemelhando-se ao estado de morte clínica.

Assim as pessoas eram enterradas como se estivessem mortas, inclusive era realizada uma cerimónia fúnebre para elas, após 8 horas para que não morressem por asfixia eram desenterradas e submetidas à segunda etapa do ritual.

Na segunda etapa era dada uma poção com drogas dissociativas, como a datura, que induziam essas pessoas a um estado de confusão mental e desconexão da realidade, destruindo todas as memórias recentes e a percepção temporal, fazendo com que elas estivessem inteiramente sujeiras às vontades do feiticeiro.

Essas drogas mantinham os zumbis em estados semipermanentes de delírio psicótico induzido.

Mas qual a intenção desse ritual?

Segundo Davis esses feiticeiros vendiam os zumbis como escravos para trabalharem em plantações de cana-de-açúcar.
Um dos primeiros casos de zumbi oficialmente registrados foi o de Clairvius Narcisse em 1962, sendo popularizado por Davis em seus livros.

Segundo o registro ele teria sido vendido a um dono de zumbis por seu irmão, que estava interessado nas terras de Clarvius que se recusara vendê-las.

Assim ele foi zumbificado e após a morte de seu dono, teria ficado vagando pela ilha por 16 anos em estado psicótico. Conta-se que em 1980 ele encontrou sua irmã que o reconheceu após ele ter contado histórias da infância.

Segundo ele havia "morrido" no hospital Schweitzer, de Deschapelles em 2 de maio de 1962. Ele disse que ficou totalmente paralisado durante a "morte" e recordava-se do médico cobrindo seu rosto, em seguida ele afirma ter ressuscitado e transformado em zumbi por um sacerdote vodu.

Segundo Davis esse processo de zumbificação fazia com que essas pessoas reconstruíssem sua identidade como a de um zumbi, acreditando que estariam mesmo mortos e não teriam outro papel a desempenhar na sociedade a não ser servir aos outros ou ficar vagando sem destino, geralmente e cemitérios, apresentando atitudes e emoções deprimidas.

Unindo-se a teoria de Davis, o psiquiatra escocês R.D. Laing acrescentou de que o início da esquizofrenia e outras doenças mentais poderiam ter sido responsáveis por alguns dos aspectos psicológicos da “zumbificação”.

Controvérsias

No entanto houve críticas controversas a ideia de Davis, dizendo que não seria possível que feiticeiros haitianos pudessem manter escravos zumbis em um estado de transe através de drogas por muitos anos.

Pois o sintoma por envenenamento por TTX gama pode de fato causar paralisia, inconsciência e até levar a pessoa à morte, no entanto não produz um transe de morte semelhante aos encontrados em zumbis.

E mesmo que haja outras drogas capazes de gerar esses efeitos o efeito é apenas temporário, segundo a neurologista Terence Hines, a avaliação de Davis não teve base científica e nem a comprovação destes casos, pois somente se baseou em relatórios dos zumbis haitianos, que podem não dizer bem a verdade.

Presume-se que esses casos sejam de pessoas que encomendam que feiticeiros fizessem isso à vítima, pois lhe queriam mal, como um ritual de magia negra.

Fontes - Wikipedia, Mundo Estranho, Assuntos Today

Comentários: alguém com uma inteligência acima da média, lembrou-se que estas imagens sinistras e horripilantes, eram ideais para promover umas campanhas de sensibilização para a dádiva de sangue, tendo contado para o efeito, com o apoio de uma entidade que devia à partida rejeitado tal proposta, por uma questão de respeito para com a dignidade dos dadores de sangue.
Mas como o respeito anda pelas ruas da amargura, já pouco se fala dele, aceitou tal proposta, porque o que interessava era o produto, e não tanto a imagens ou os meios a utilizar.
A campanha vergonhosa que decorreu numa loja no Fórum de Aveiro, indignou profundamente a ADASCA. Para surpresa das surpresas, ainda contou com o apoio de uma entidade que diz pugnar pela dignidade dos dadores. Pelos frutos se conhece a árvore, não tanto pela ramagem.


Boletim Informativo de Novembro da Associação de Dadores de Sangue do Distrito de Viana do Castelo

Boletim Informativo de Novembro da Associação de Dadores de Sangue do Distrito de Viana do Castelo

Tomamos a iniciativa de fazer chegar até vós a Edição do Boletim Informativo da Ass. de Dadores de Sangue do Distrito de Viana do Castelo, correspondente ao mês de Novembro.

Esta edição reúne um conjunto de "artigos" que preocupa a maioria dos dirigentes associativos, quiçá uns mais do que outros, conforme se dedicam à causa da dádiva de sangue.

Acreditamos que os assuntos abordados são há muito do inteiro conhecimento dos responsáveis directivos do IPST, só não compreendemos porque ainda não foram solucionados!

Somos levados a pensar que a dignidade e o valor do dador de sangue estão seriamente comprometidos, pela forma como lhe é comunicado que não pode doar sangue durante um certo período de tempo, ou até excluído para sempre, deixando assim a pessoa entregue a si própria, qual objecto descartável se trata-se.

Estamos ou não perante excesso de zelo na avaliação clínica, ou perante sinais de incompetência dos profissionais clínicos? Algo não está a ser claro, uma vez que existem dadores que se queixam da dificuldade em descodificar os termos que os médicos usam, saindo assim dos locais de colheitas de cabisbaixo, deixando escapar a declaração que não voltarão mais, porque ficaram confusos.

Quanto ao famigerado Seguro do Dador a que o Boletim se refere, trás-nos ao pensamento o seguinte ditado popular: O Seguro morreu de velho e a Prudência ficou viúva. Continua a não haver seguro para ninguém, há quase 30 anos que andamos nisto.

Por fim, lamentamos o facto das associações de dadores continuarem a não ser tidas nem achadas pela comunicação social, dando sempre a primazia a outras entidades. Enfim, é a imprensa que temos, alguma ancorada nos apoios financeiros do Estado vs contribuintes. A melhor censura é não falar do assunto, como se fossemos obrigados a doar aquilo que o nosso corpo produz. Nós é que somos o sacanas, os maus da fita, os indiferentes ao sofrimento do nosso próximo.

Estamos atentos à evolução dos acontecimentos, e à forma como somos desrespeitados no Serviço Nacional de Saúde (SNS). Na verdade, falta-nos uma entidade independente da influência politica e religiosa que interceda pelas associações de dadores e pelos dadores singularmente na área da jurisdição junto do Ministério da Saúde  e do IPST. Quiçá, venha a surgir dentro de algum tempo, é um dos nossos anseios.

Cordialmente, sou

Joaquim Carlos 
Presidente da Direcção da ADASCA
ONDE POSSO DOAR SANGUE EM AVEIRO NO ANO DE 2014?
Quem quiser tem as Coordenadas GPS: N 40.62659,W -8.65133

NB: O dito Boletim pode ser lido no site indicado acima, para tanto basta clicar no link. 

11.02.2014

Localização do Mercado Municipal de Santiago em Aveiro

Localização do Mercado Municipal de Santiago em Aveiro

Quem circula do sentido de Ílhavo para a Avª. da Universidade, nos dias úteis entre as 7 horas e as 12 horas pode entrar com a viatura para o Parque Subterrâneo junto ao Hospital Veterinário de Aveiro, conforme demonstra a imagem, podendo fazer uso do elevador até ao primeiro piso.

No sentido de ajudar aqueles que desejam doar sangue no Posto da ADASCA, são disponibilizadas aqui as imagens do Mercado Municipal de Santiago, para sirvam como referencia, tanto da parte da frente como da parte de trás.
Quem não ouviu já falar do Bairro Social de Santiago? O bairro cujas ruas têm os nomes de todos os Concelhos que compõem geograficamente o Distrito de Aveiro.
O Mercado a que nos referimos, fica localizado na Rua de Ovar, cujo largo é conhecido por Praça de Ílhavo. A Rua de Ovar inicia-se junto à rotunda do Glicínias.

Ao lado esquerdo existe a Churrasqueira Vila Jovem, a seguir Pastelaria Universidade, ao atravessar a Rua de Espinho, avista-se as instalações do dito Mercado.

Quem quiser tem as Coordenadas GPS:
N 40.62659
W -8.65133

 Joaquim Carlos
Presidente da Direcção da ADASCA
ONDE POSSO DOAR SANGUE EM AVEIRO NO ANO DE 2014?
Nota: o mapa de Brigadas para todo o ano pode ser solicitado através deste e-mail: geral@adasca