1.27.2013

Ministério da Saúde disponibiliza apoio psicológico às vítimas do acidente na Sertã


PAÍS
Ministério da Saúde disponibiliza apoio psicológico às vítimas do acidente na Sertã

O Ministério da Saúde disponibilizou hoje "todo o apoio psicológico e respetivo acompanhamento que as famílias das vítimas vierem a necessitar", na sequência do acidente ocorrido na Sertã.


Foram 11 os mortos resultantes do acidente de autocarro ocorrido hoje de manhã no IC8, na Sertã, segundo a Guarda Nacional Republicana (GNR).

Inicialmente, o balanço era de 10 mortos e 32 feridos, dos quais sete crianças, mas um ferido veio a falecer no Hospital da Universidade de Coimbra.

Num comunicado enviado à agência Lusa, o ministro da Saúde, Paulo Macedo, apresentou "sentidas condolências" às famílias das vítimas mortais resultantes do acidente, e espera que "os feridos possam regressar rapidamente a suas casas, para junto dos seus familiares". 

Nesse sentido, o Ministério da Saúde "disponibiliza também todo o apoio psicológico e respetivo acompanhamento que as famílias das vítimas vierem a necessitar". 

O acidente aconteceu pouco depois das 8:00 de hoje, e às 11:00 todos os passageiros tinham sido transferidos para vários hospitais.

Os passageiros do autocarro, de matrícula espanhola, tinham saído de manhã de Portalegre em direção a Santa Maria da Feira, numa excursão.

 Lusa, 27.01.2013 18:32


Comentários: temos um ministro da saúde muito sensível ao sofrimento do cidadão, e extremamente preocupado. Ele até vai ficar para a história como o 1º. Que retirou os incentivos à dádiva de sangue. A tragédia, essa sim, é que nos deixa profundamente tristes.

1.26.2013

É SÓ MAIS UM ESCÂNDALO...


É SÓ MAIS UM ESCÂNDALO...




Esta é fresquinha, chegou-me hoje do Tribunal de contas
É SEMPRE A ABRIR!
 Foto: É SÓ MAIS UM ESCÂNDALO...
 
Esta é fresquinha, chegou-me hoje do Tribunal de contas
É SEMPRE A ABRIR!
 
Mais uma golpada - Jorge Viegas Vasconcelos despediu-se da ERSE. É uma golpada com muita classe, e os golpeados somos nós....

Era uma vez um senhor chamado Jorge Viegas Vasconcelos, que era presidente
de uma coisa chamada ERSE, ou seja, Entidade Reguladora dos Serviços
Energéticos, organismo que praticamente ninguém conhece e, dos que conhecem,
poucos devem saber para o que serve.
 
Mas o que sabemos é que o senhor Vasconcelos pediu a demissão do seu cargo
porque, segundo consta, queria que os aumentos da electricidade ainda fossem
maiores. Ora, quando alguém se demite do seu emprego, fá-lo por sua conta e
risco, não lhe sendo devidos, pela entidade empregadora, quaisquer reparos,
subsídios ou outros quaisquer benefícios.
 
Porém, com o senhor Vasconcelos não foi assim. Na verdade, ele vai para casa
com 12 mil euros por mês durante o máximo de dois anos, até encontrar um novo emprego.
Aqui, quem me ouve ou lê pergunta, ligeiramente confuso ou perplexo: «Mas
você não disse que o senhor Vasconcelos se despediu?».
 
E eu respondo: «Pois disse. Ele demitiu-se, isto é, despediu-se por vontade
própria!».
 
E você volta a questionar-me: «Então, porque fica o homem a receber os tais
12 000 por mês, durante dois anos? Qual é, neste país, o trabalhador
que se despede e fica a receber seja o que for?».
 
Se fizermos esta pergunta ao ministério da Economia, ele responderá, como já
respondeu, que «o regime aplicado aos membros do conselho de administração
da ERSE foi aprovado pela própria ERSE». E que, «de acordo com artigo 28 dos
Estatutos da ERSE, os membros do conselho de administração estão sujeitos ao
estatuto do gestor público em tudo o que não resultar desses estatutos».
 
Ou seja: sempre que os estatutos da ERSE forem mais vantajosos para os seus
gestores, o estatuto de gestor público não se aplica.
 
Dizendo ainda melhor: o senhor Vasconcelos (que era presidente da ERSE desde
a sua fundação) e os seus amigos do conselho de administração, apesar de terem o estatuto de gestores públicos, criaram um esquema ainda mais vantajoso para si próprios, como seja, por exemplo, ficarem com um ordenado milionário quando resolverem demitir-se dos seus cargos. Com a bênção avalizadora, é claro, dos nossos excelso governantes.

Trata-se, obviamente, de um escândalo, de uma imoralidade sem limites, de uma afronta a milhões de portugueses que sobrevivem com ordenados baixíssimos e subsídios de desemprego miseráveis. Trata-se, em suma, de um desenfreado, e abusivo desavergonhado abocanhar do erário público.
Mas, voltemos à nossa história...

O senhor Vasconcelos recebia 18 mil euros mensais, mais subsídio de férias, subsídio de Natal e ajudas de custo.
 
Aqui, uma pergunta se impõe: Afinal, o que é - e para que serve - a ERSE? A missão da ERSE consiste em fazer cumprir as disposições legislativas para o
sector energético.

E pergunta você, que não é burro: «Mas para fazer cumprir a lei não bastam os governos, os tribunais, a polícia, etc.?». Parece que não.

A coisa funciona assim: após receber uma reclamação, a ERSE intervém através da mediação e da tentativa de conciliação das partes envolvidas. Antes, o consumidor tem de reclamar junto do prestador de serviço.
 
Ou seja, a ERSE não serve para nada. Ou serve apenas para gastar somas astronómicas com os seus administradores. Aliás, antes da questão dos
aumentos da electricidade, quem é que sabia que existia uma coisa chamada ERSE? Até quando o povo português, cumprindo o seu papel de pachorrento bovino, aguentará tão pesada canga? E tão descarado gozo? Politicas à parte, estou em crer que perante esta e outras, só falta mesmo manifestarmos a nossa total indignação.


JÁ AGORA FAÇAM LÁ O FAVORZINHO DE REENVIAR PARA A V/ LISTA DE AMIGOS, COM A FOTO DO CHULO, PARA QUE FIQUE BEM CONHECIDO !
Mais uma golpada - Jorge Viegas Vasconcelos despediu-se da ERSE. É uma golpada com muita classe, e os golpeados somos nós....

Era uma vez um senhor chamado Jorge Viegas Vasconcelos, que era presidente de uma coisa chamada ERSE, ou seja, Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos, organismo que praticamente ninguém conhece e, dos que conhecem, poucos devem saber para o que serve.

Mas o que sabemos é que o senhor Vasconcelos pediu a demissão do seu cargo porque, segundo consta, queria que os aumentos da electricidade ainda fossem maiores. Ora, quando alguém se demite do seu emprego, fá-lo por sua conta e risco, não lhe sendo devidos, pela entidade empregadora, quaisquer reparos, subsídios ou outros quaisquer benefícios.

Porém, com o senhor Vasconcelos não foi assim. Na verdade, ele vai para casa com 12 mil euros por mês durante o máximo de dois anos, até encontrar um novo emprego. Aqui, quem me ouve ou lê pergunta, ligeiramente confuso ou perplexo: «Mas você não disse que o senhor Vasconcelos se despediu?».

E eu respondo: «Pois disse. Ele demitiu-se, isto é, despediu-se por vontade própria!».

E você volta a questionar-me: «Então, porque fica o homem a receber os tais 12 000 por mês, durante dois anos? Qual é, neste país, o trabalhador que se despede e fica a receber seja o que for?».

Se fizermos esta pergunta ao ministério da Economia, ele responderá, como já respondeu, que «o regime aplicado aos membros do conselho de administração da ERSE foi aprovado pela própria ERSE». E que, «de acordo com artigo 28 dos Estatutos da ERSE, os membros do conselho de administração estão sujeitos ao estatuto do gestor público em tudo o que não resultar desses estatutos».

Ou seja: sempre que os estatutos da ERSE forem mais vantajosos para os seus gestores, o estatuto de gestor público não se aplica.

Dizendo ainda melhor: o senhor Vasconcelos (que era presidente da ERSE desde a sua fundação) e os seus amigos do conselho de administração, apesar de terem o estatuto de gestores públicos, criaram um esquema ainda mais vantajoso para si próprios, como seja, por exemplo, ficarem com um ordenado milionário quando resolverem demitir-se dos seus cargos. Com a bênção avalizadora, é claro, dos nossos excelsos governantes.

Trata-se, obviamente, de um escândalo, de uma imoralidade sem limites, de uma afronta a milhões de portugueses que sobrevivem com ordenados baixíssimos e subsídios de desemprego miseráveis. Trata-se, em suma, de um desenfreado, e abusivo desavergonhado abocanhar do erário público.
Mas, voltemos à nossa história...

O senhor Vasconcelos recebia 18 mil euros mensais, mais subsídio de férias, subsídio de Natal e ajudas de custo.

Aqui, uma pergunta se impõe: Afinal, o que é - e para que serve - a ERSE? A missão da ERSE consiste em fazer cumprir as disposições legislativas para o sector energético.

E pergunta você, que não é burro: «Mas para fazer cumprir a lei não bastam os governos, os tribunais, a polícia, etc.?». Parece que não.

A coisa funciona assim: após receber uma reclamação, a ERSE intervém através da mediação e da tentativa de conciliação das partes envolvidas. Antes, o consumidor tem de reclamar junto do prestador de serviço.

Ou seja, a ERSE não serve para nada. Ou serve apenas para gastar somas astronómicas com os seus administradores. Aliás, antes da questão dos aumentos da electricidade, quem é que sabia que existia uma coisa chamada ERSE? Até quando o povo português, cumprindo o seu papel de pachorrento bovino, aguentará tão pesada canga? E tão descarado gozo? Politicas à parte, estou em crer que perante esta e outras, só falta mesmo manifestarmos a nossa total indignação.


JÁ AGORA FAÇAM LÁ O FAVORZINHO DE REENVIAR PARA A V/ LISTA DE AMIGOS, COM A FOTO DO CHULO, PARA QUE FIQUE BEM CONHECIDO

Fonte: Jornal Notícias Ribeirinhas partilhou a foto de João Vieira

Comentários: assim vai este mísero país a afundar-se lentamente, sem que ninguém ponha termo a estes sacanas. Este caso, a ser integralmente verdade é mais do que um escândalo nacional, é fazer pouco de quem é despedido, muitos deles sem direito a nada, ou enviado para casa com uma mão à frente e outra atrás.
Se os tribunais não funcionam, e as injustiças continuam a progredir, só resta ao POVO uma solução: praticar JUSTIÇA directa. Cortar o mal pela raiz para não vingar.

Movimento da ADASCA em Janeiro de 2013


Movimento da ADASCA em Janeiro de 2013

Como é habitual, vimos dar conhecimento dos resultados alcançados com a realização da última Colheita de Sangue no dia 25 no Posto Fixo. Assim:
- Foram aprovados 19 dadores, 4 reprovados, num universo de 23 inscrições, congregando a ADASCA um total de 3176 associados de pleno direito.
Comparando os resultados acima com os obtidos no dia 27 de Janeiro do ano transacto, com uma adesão de 37 inscritos, desta vez, aderiram menos 14, o que nos deixa de certa forma preocupados. É verdade que o tempo não estava nada simpático.
Durante o mês de Janeiro do ano transacto registamos uma adesão de 179 inscritos, destes foram aprovadas 127 dádivas e 52 reprovados mediante a realização de 4 Brigadas no mesmo local.
Em Janeiro do ano em curso com a mesma quantidade de brigadas realizadas no Posto Fixo registamos menos 44 inscritos/adesões, 17 dádivas a menos e 28 reprovações a menos.
Associamos estes resultados à não reposição das taxas moderadoras aos dadores nos hospitais, que foi debatida no passado dia 16 em Plenário na Assembleia da República.
Tememos que a ausência dos dadores se agrave ainda mais. Ficamos com sensação que estamos a trabalhar para o boneco.

Cordialmente, sou,
Joaquim Carlos
Presidente da Direcção da ADASCA


1.25.2013

Suspensas dádivas de sangue em protesto - Portugal - DN

Suspensas dádivas de sangue em protesto - Portugal - DN

Recomenda ao Governo a regulamentação urgente do Estatuto de Dador de Sangue


Recomenda ao Governo a regulamentação urgente do Estatuto de Dador de Sangue

24 DE JANEIRO DE 2013

Há muito que os dadores benévolos de sangue (DBS) pugnam pela existência de um estatuto que reconheça a sua dádiva benévola e solidária. Neste sentido, diversas associações apresentaram à Assembleia da República a Petição número 150/XI/2ª, onde solicitavam a aprovação do Estatuto de Dador de Sangue.
O Bloco de Esquerda acompanhou esta legítima pretensão dos DBS, motivo pelo qual na anterior sessão legislativa apresentou o Projeto de Lei número 140/XII/1ª, que previa a aprovação do Estatuto de Dador de Sangue (EDS).

Efetivamente, em meados de 2012 foi aprovado por unanimidade na Assembleia da República o EDS, consagrado na Lei número 37/2012, de 27 de agosto.

Esta lei estabelece, entre outros, os deveres e direitos do dador de sangue (Artigos 4º e 5º respetivamente), o papel das associações de dadores de sangue (Artigo 8º), além de definir o que é uma dádiva de sangue (Artigo 4º) ou um dador de sangue (Artigo 3º). O Artigo 10ª da citada lei refere-se à regulamentação da mesma e prevê que “a presente lei é regulamentada pelo Ministério da Saúde no prazo de 90 dias após a sua publicação”.

Não obstante o prazo estipulado se encontrar já ultrapassado, a regulamentação não foi ainda efetuada. Como tal, os DBS continuam a não poder usufruiu deste estatuto, por falta de regulamentação, cuja responsabilidade é única e exclusivamente do governo.

A dádiva de sangue é um contributo inestimável para a sociedade, dependendo da disponibilidade das pessoas que abnegadamente dispõem do seu tempo para doarem parte do seu sangue, contribuindo assim para salvar vidas e concedendo um elemento imprescindível e inestimável, não passível de ser obtido de qualquer outra forma que não a dádiva.

Regulamentar o Estatuto do Dador de Sangue é imperioso, não só pelo facto do prazo regulamentar se encontrar já ultrapassado, mas também porque constitui um passo fundamental para garantir aos DBS o acesso a este estatuto, reconhecendo o importantíssimo papel que os dadores têm para a sociedade.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, o Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda propõe que a Assembleia da República recomende ao governo:

A regulamentação, com caráter de urgência, do Estatuto do Dador de Sangue, aprovado pela Lei n.º 37/2012, de 27 de agosto.

1.24.2013

Chinês doente renal sobrevive há 13 anos com máquina caseira de diálise



Chinês doente renal sobrevive há 13 anos com máquina caseira de diálise
Homem fez aparelho com itens de cozinha e instrumentos médicos antigos

23/01/2013 04h00 - Actualizado em 23/01/2013 04h00

Governo chegou a oferecer ajuda a Hu Songwen, mas ele recusou.

Chinês cria máquina caseira de hemodiálise (Foto: AP)
Chinês usa máquina caseira em banheiro
(Foto: AP)
Um chinês se mantém vivo há 13 anos graças a uma máquina caseira de hemodiálise que ele mesmo fez. Hu Songwen construiu o aparelho com utensílios de cozinha e instrumentos médicos antigos, após não poder mais pagar as contas do hospital. As informações são do site do jornal britânico "Daily Mail".
Segundo Songwen, que sofre de insuficiência renal, dois de seus amigos morreram após montar e usar equipamentos semelhantes. Depois que a história ganhou repercussão nacional, o governo chinês chegou a oferecer ajuda, mas o paciente recusou sob a alegação de que o hospital mais próximo de sua casa era muito longe e lotado.
Três vezes por semana, o homem passa pela sessão de diálise em um pequeno banheiro de casa, onde ele vive com a mãe de 81 anos em uma cidade rural do condado de Hai'an, no leste da China.

Songwen foi diagnosticado em 1993, quando ainda estava na faculdade. Durante seis anos, ele gastou todas as economias que tinha no hospital, até que resolveu criar a própria máquina de diálise, que funciona como um "rim externo", capaz de filtrar e remover as impurezas do sangue.

O custo do atual tratamento é de R$ 19,40 por sessão, o que representa 12% do valor cobrado no hospital, segundo o chinês. A máquina tem dois compartimentos ligados por uma membrana – uma estrutura como um filme que permite que apenas algumas partículas passem por ela.
Chinês cria máquina caseira de hemodiálise (Foto: AP)
Tratamento caseiro sai por R$ 19,40 cada sessão, 12% do valor cobrado por um hospital local
 (Foto: AP)
O sangue do homem é bombeado em metade do aparelho, por um tubo, enquanto o líquido da diálise (uma mistura de água com cloreto de sódio, bicarbonato de sódio e cloreto de potássio) é bombeado na outra parte, por outro tubo.
Como o sangue de Songwen tem altas concentrações de potássio e sódio, essa solução ajuda a controlar os níveis dos minerais, deixando-o em um patamar equivalente ao de uma pessoa saudável.
Médicos acreditam que o paciente corre risco de contrair uma infecção grave e complicações a longo prazo, por não usar água esterilizada para produzir o fluido.
Para ler mais notícias do Bem Estar, clique em g1.globo.com/bemestar/. Siga também o programa no Twitter e curta a nossa página no Facebook.


Comentários: se o ministro da saúde em Portugal descobre esta mais valia, pode vir a aproveitar esta experiência  O Diário de Noticias na edição do dia 21/01/2013 na sua primeira página já prevê isso. “Ministério manda fazer hemodiálise em casa para reduzir custos. Aqui a poupança na sua melhor forma. Não haja dúvida de que temos um ministro genial. Parabéns senhor ministro, tenho orgulho em ter cá um ministro avançado.


COLÉGIOS GPS: ILEGALIDADES CONTINUAM APESAR DA INSPEÇÃO


COLÉGIOS GPS: ILEGALIDADES CONTINUAM APESAR DA INSPEÇÃO


SOCIEDADE
Colégios GPS: ilegalidades continuam apesar da inspeção

tvi24, Ana Leal

Há professores a darem aulas a mais de 500 alunos, o que corresponde a 22 turmas
O grupo de ensino privado GPS tem estado a ser objeto de uma auditoria do Ministério da Educação, mas continua a cometer ilegalidades.

A Inspeção-Geral da Educação esteve duas semanas numa das escolas do grupo, o Colégio de Santo André, em Mafra, financiado com dinheiros públicos. Ainda não são conhecidas as conclusões, mas a apurou que há professores que têm a seu cargo aulas a mais de 500 alunos.

O grupo GPS reagiu e reafirma a legalidade, não só da declaração que tem estado a circular no Colégio de Santo André, como a distribuição do número de turmas a cada professor.

O grupo GPS garante que tudo tem sido feito com o consentimento dos professores e que, no caso de não aceitarem, isso mesmo não implica qualquer penalização.

Reafirmam ainda a vontade em cumprir a lei, garantindo que todas as situações ilegais que forem detetadas serão imediatamente corrigidas.



 Comentários: perante a lei uns são mais iguais do que outros. Porque será?