10.14.2013

Centro de Sangue e da Transplantação de Coimbra em vias de ser desmantelado

Centro de Sangue e da Transplantação de Coimbra em vias de ser desmantelado


Mais de 200 trabalhadores do Centro de Sangue e da Transplantação de Coimbra do Instituto Português do Sangue estão reunidos esta manhã com a direção da estrutura depois de terem sido recebido um e-mail a confirmar as suas suspeitas de desmantelamento da estrutural regional do sangue.

De acordo com informações apuradas pela Antena1, a partir desta terça-feira o serviço de análises e colheitas de sangue passa para o Porto. Posteriormente, as brigadas de recolha de sangue vão ser substituídas por empresas privadas em regime de ‘outsourcing’. Numa última fase, haverá a transferência do laboratório de separação de componentes para Lisboa.

(com Sandra Henriques)
Adenda: esta informação faz tremer os dirigentes. A ADASCA de Aveiro vai estar atenta ao evoluir deste negócio, como ainda disponibilizar informação aos seus 3330 dadores associados.
Os burros da cooperativa são sempre os últimos a ter conhecimento das decisões do IPST.

Joaquim Carlos
Presidente da Direcção da ADASCA

10.08.2013

Comunicado à Imprensa: Cancelada a Visita da ADASCA ao CTSC agendada para o Dia 12 de Outubro


Comunicado à Imprensa: Cancelada a Visita da ADASCA ao CTSC agendada para o Dia 12 de Outubro


Adenda: À imprensa local e nacional agradecemos a melhor atenção para o conteúdo que se segue.

Exma. Srª. Dra. Ana Marques,
C/C Dr. Hélder Trindade
C/C à Dra. Cristina de Sousa,
C/C Dr. Mário Chin do CST de Coimbra,

Boa tarde,

Como é do vosso conhecimento, a Associação de Dadores de Sangue do Concelho de Aveiro - ADASCA, através do seu Presidente de Direcção, e com concordância dos restantes elementos da Direcção, propôs à algum tempo a esta parte ao Centro de Sangue e Transplantação de Coimbra a realização de uma visita guiada ao dito Centro, no sentido que cerca de 50 dadores de sangue seus associados conhecem-se as funcionalidades do referido CSTC, habilitando-os assim com mais conhecimentos desde a dádiva em si, até à linha de distribuição dos produtos sanguíneos.

Mais, foi proposto pela ADASCA a realização de um Workshop no final da respectiva visita, sugerindo o seguinte tema: "De Veia a Veia" preparando desta forma melhor os dadores visitantes, para que, nos seus locais de trabalho (empresas, escolas, jardins de infância, universidade, etc. etc.) pudessem sensibilizar melhor os seus colegas para a máxima importância da dádiva de sangue.

Face ao exposto e tendo em conta a informação obtida no dia 3 de Outubro junto do CSTC, e por ser sábado (dia 12 de Outubro), não é possível concretizar este objectivo por falta de disponibilidade de técnicos do CST de Coimbra para o efeito (?).

Assim, verificando-se que não estão reunidas as condições objectivas e técnicas pretendidas pela ADASCA, a citada visita guiada fica sem efeito (cancelada), não deixando porém de apresentar as mais sinceras desculpas pelos incómodos causados.

Não somos crianças para seguir em fila atrás de qualquer educadora de infância, menos ainda entrar por uma porta e sair por outra sem qualquer aproveitamento. Merecemos um pouco mais de respeito, ficando assim no ar um profundo sentimento que não seriamos bem recebidos, porque havendo interesse com uma pequena dose de boa vontade tudo se conjugava.

Cordialmente,
Joaquim Carlos

Presidente da Direcção da ADASCA

ONDE POSSO DOAR SANGUE EM AVEIRO?

9.29.2013

3ª. Convenção Nacional de Dadores de Sangue Dia 19 de Outubro em Santarém

3ª. Convenção Nacional de Dadores de Sangue Dia 19 de Outubro em Santarém

Caros colegas dirigentes, a 3ª. Convenção Nacional de Dadores de Sangue está a chegar, é já dia 19 de Outubro no Auditório da Escola Superior de Gestão e Tecnologia de Santarém, entre as 09:00 horas e as 18:00 horas.

Esta deve ser a oportunidade de nos reunirmos sem barreiras, por forma a ouvirmos o que cada um tem para dizer, foi com esse propósito que a ADASCA realizou a 1ª. Convenção em Aveiro.

Limita-mo-nos a ajudar na sua divulgação, pois a ADASCA não faz parte integrante da Comissão Organizadora, por razões que desconhecemos e que não queremos dar tanta importância. O importante é que todos compareçam e participem.

Mais informações podem ser recolhidas via e-mail:passosjose@sapo.pt ou através do Tm: 934 883408.



Presidente da Direcção da ADASCA

NB: a Direcção da ADASCA vai estar presente.

9.06.2013

Sei que muitos poderão ficar chateados, mas as verdades são para se dizer

Sei que muitos poderão ficar chateados, mas as verdades são para se dizer...
 


Hoje em dia, ser bombeiro é ser aquela personagem que veste de vermelho e que aparece para apagar o fogo nas nossas aldeias; é aquele indivíduo que aparece quando ligamos para o 112 a pedir uma ambulância. O que infelizmente os populares não sabem é que somos muito mais que isso!

Alias, já os mais antigos recordam o velho ditado “só se lembram de Santa Bárbara quando troveja” e é bem verdade! Se os bombeiros andam cansados de apagar o fogo, têm pena e oferecem-lhes umas garrafas de água ou umas maçãs. Mas, então, quando não há fogos, o que lhes oferecem? Ingratidões, por vezes? Resmunguices e impropérios?

Quem é bombeiro sabe o quão gratificante é ver reconhecido o seu trabalho, seja por um sorriso na cara do doente que estamos a assistir, seja por ver o fogo apagado que tanto suor causou… Não há ninguém, por mais modesto que seja, que não aprecie este louvor! E que bem que faz, que nos eleva a auto-estima, que nos torna mais confiantes para continuar a fazer aquilo que tão bem fazemos!

Mas então… no resto do ano cá estamos, pelo quartel, esperando que o telefone toque, ouvindo a chuva cair sobre as chapas, ao calor da lareira. E palavras de apoio, de agradecimento, por onde andam elas?

O telefone toca, saímos. Luzes azuis a invadir a noite escura, chuvosa, e quando chegamos ao local onde somos necessários, somos recebidos com as ingratidões de quem nos espera. Ou porque demorámos muito tempo, ou porque somos mal-educados, mil e uma desculpas são utilizadas incontavelmente.

Palavras gratificantes? Gestos solidários? O que é isso?

Andar debaixo de chuva. Cortes de árvores, desobstruções de via, inundações, acidentes, todos se lembram dos bombeiros mas ninguém se lembra de dizer “obrigado, Sr. bombeiro!”. Ninguém se lembra de passar no quartel dos bombeiros da área de residência e deixar um euro, ou de agradecer o trabalho que fazemos.

Será que só precisamos de apoio no verão? Ou será que é só no verão que somos bombeiros? (Acredito que sirva a carapuça a alguns…) Assim sendo, a partir de Outubro/Novembro vamos voltar à ignorância e ao “fundo do baú”, onde continuam a teimar em procurar apenas quando de nós precisam?…

Sou bombeiro, de inverno, de verão, de todo o ano. E cá estou, voluntário, para o ajudar a si, Sr. cidadão, sempre que precisar. Mas peço-lhe: guarde as suas revoltas; receber-nos de mau agrado, é algo que dispensamos.


E lembre-se de nós, Sr. cidadão, que estamos cá todo o ano, pois o telefone não deixa de tocar quando se acabam os fogos.


Gosto ·  ·  · há cerca de uma hora · 
  • 4 pessoas gostam disto.
  • Delfina Lança isto é para os senhores do governo que se lembrem que os bombeiros não são bombeiros só no verão eles são bombeiros o ano inteiro porque eles estão sempre lá quando são chamados são os bombeiros que vão e não os senhores do governo que vão para o meio...Ver mais
  • Alda Sousa estou totalmente de acordo amigo bombeiro no momento são bestiais mas a minima descordancia passam a bestas...............
  • Delfina Lança eu tambem estou de acordo contigo amigo mas eu não vou dizer que são bestiais simplesmente não ah palavras para os descrever sim ah palavras heróis

8.27.2013

Rússia pode voltar a proibir homossexuais de doar sangue

Rússia pode voltar a proibir homossexuais de doar sangue
 

27/08/2013 | 08h41min
De acordo com o El País, Mijaíl Degtiariov - deputado russo do Partido Liberal Democrático e candidato a presidente da câmara de Moscovo - afirmou na última segunda-feira, em conferência de imprensa, que o Parlamento da Rússia pretende proibir os homossexuais de dar sangue.
"Vamos propor alterações à lei e aos regulamentos do Ministério da Saúde para restabelecer a homossexualidade na lista de contra-indicações para a dádiva de sangue". Isto porque, explicou Degtiariov, 65% das pessoas infectadas com HIV são homossexuais.
Em 2008 o Ministério da Saúde concedeu luz verde para que os homossexuais podessem dar sangue, no entanto, o parlamento não quer apenas proibi-los de o fazer. Segundo Mijaíl Degtiariov, o parlamento russo também prevê uma outra iniciativa - pagamento de despesas médicas - que persuada os homossexuais a mudar de orientação sexual.


8.26.2013

Investigada agressão de reclusos em cadeia de Luanda

Investigada agressão de reclusos em 


cadeia de Luanda


por Ana Meireles com LusaOntem3 comentários
O Ministério do Interior de Angola anunciou hoje a abertura de um inquérito para "apurar a veracidade" de um vídeo divulgado no fim de semana nas redes sociais, sobre a agressão de reclusos por polícias numa cadeia de Luanda.
Vejam o DVD através lik:
O Ministério do Interior adianta, em comunicado, que os presumíveis autores "deste violento ato registado no dia 19 de março de 2012" vão ser responsabilizados.
O vídeo divulgado no fim de semana dá conta de agressões e maus tratos, que envolveram efetivos da Polícia Nacional, dos Serviços Prisionais e do Serviço de Proteção Civil e Bombeiros a reclusos no Estabelecimento Prisional de Viana, em Luanda, refere a agência de notícias angolana, Angop.
No comunicado, o Ministério solicita a "permanente colaboração dos cidadãos para a denúncia deste atos, que põem em causa a abnegação dos funcionários do MININT, que dia a dia trabalham para o seu engrandecimento".
"Reiteramos a nossa inteira disponibilidade para que atos similares e que envolvam efetivos afetos aos diferentes órgãos deste ministério sejam prontamente denunciados", acrescenta a direção do Ministério do Interior.
O caso é semelhante a um outro ocorrido em setembro de 2012, igualmente denunciado nas redes sociais, através de imagens que retratavam a agressão de reclusos por efetivos prisionais, também no Estabelecimento Prisional de Viana.
Fonte: 

3 Comentários
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O Coiso

27.08.2013/01:35

A cobardia destes gajos é inacreditável. Por vezes chego a pensar que são animais.

Utilizador Não Registado

Anónimo

26.08.2013/23:49

É assim na terra do Zé Du, o grande amigo do Cavaco! Talvez algum jornalista, se não fosse muito incómodo, lhe pudesse perguntar o que pensa do aasunto.

Utilizador Não Registado

Horrível!

26.08.2013/22:58

Horrível! Como é possível este massacre perante pessoas que estão fechadas, provavelmente a aguardar julgamento. Como é possível isto acontecer? que vai fazer o governo de Angola? no mínimo expulsar da Policia estes agentes. Os policias não são Juízes e o julgamento é nos Tribunais. Não consegui ver o vídeo todo. Estes homens deviam organizarem-se cá fora e vingarem-se de todos os policias. Um a um. Os policias deviam estar bêbados!

8.24.2013

Ruy de Carvalho abriu os olhos


Ruy de Carvalho abriu os olhos


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Depois do discurso do Passos Coelho  no Pontal, esta resposta está adequada por parte de quem o apoiou no recente passado!


Ruy de Carvalho é, nos dias que correm, um homem que, finalmente, aprendeu com quem estava a lidar. Bateu-lhe à porta. E à porta de outros irá ainda bater. Para que também aprendam.

Num texto publicado ontem no Facebook, o veterano ator revela-se indignado com o ministro das Finanças, que acusa de “institucionalizar o roubo”, perante “o silêncio do Primeiro–Ministro e os olhos baixos do Presidente da República”.

Ruy de Carvalho esclarece que decidiu manifestar a sua indignação depois de ter recebido uma carta das Finanças que indica que já não é “artista” e passou a ser apenas “prestador de serviços”, deixando de ter direitos conexos e de propriedade intelectual.
Eis a carta:



Senhores Ministros:
Tenho 86 anos, e modéstia à parte, sempre honrei o meu país pela forma como o representei em todos os palcos, portugueses e estrangeiros, sem pedir nada em troca senão respeito, consideração, abertura – sobretudo aos novos talentos – e seriedade na forma como o Estado encara o meu papel como cidadão e como artista.
Vivi a guerra de 38/45 com o mesmo cinto com que todos os portugueses apertaram as ilhargas. Sofri a mordaça de um regime que durante 48 anos reprimiu tudo o que era cultura e liberdade de um povo para o qual sempre tive o maior orgulho em trabalhar. Sofri como todos, os condicionamentos da descolonização. Vivi o 25 de Abril com uma esperança renovada, e alegrei-me pela conquista do voto, como se isso fosse um epítome libertador.
Subi aos palcos centenas, senão milhares de vezes, da forma que melhor sei, porque para tal muito trabalhei.
Continuei a votar, a despeito das mentiras que os políticos utilizaram para me afastar do Teatro Nacional. Contudo, voltei a esse teatro pelo respeito que o meu público me merece, muito embora já coxo pelo desencanto das políticas culturais de todos os partidos, sem excepção, porque todos vós sois cúmplices da acrescida miséria com que se tem pintado o panorama cultural português.
Hoje, para o Fisco, deixei de ser Actor… e comigo, todos os meus colegas Actores e restantes Artistas deste país – colegas que muito prezo e gostava de poder defender.
Tudo isto ao fim de setenta anos de carreira! É fascinante. Francamente, não sei para que servem as comendas, as medalhas e as Ordens, que de vez em quando me penduram ao peito?
Tenho 86 anos, volto a dizer, para que ninguém esqueça o meu direito a não ser incomodado pela raiva miudinha de um Ministério das Finanças, que insiste em afirmar, perante o silêncio do Primeiro-Ministro e os olhos baixos do Presidente da República, de que eu não sou actor, que não tenho direito aos benefícios fiscais, que estão consagrados na lei, e que o meu trabalho não pode ser considerado como propriedade intelectual.
Tenho pena de ter chegado a esta idade para assistir angustiado à rapina com que o fisco está a executar o músculo da cultura portuguesa. Estamos a reduzir tudo a zero… a zeros, dando cobertura a uma gigantesca transferência dos rendimentos de quem nada tem para os que têm cada vez mais.
É lamentável e vergonhoso que não haja um único político com honestidade suficiente para se demarcar desta estúpida cumplicidade entre a incompetência e a maldade de quem foi eleito com toda a boa vontade, para conscientemente delapidar a esperança e o arbítrio de quem, afinal de contas, já nem nas anedotas é o verdadeiro dono de Portugal: nós todos!
É infame que o Direito e a Jurisprudência Comunitárias sirvam só para sustentar pontualmente as mentiras e os joguinhos de poder dos responsáveis governamentais, cujo curriculum, até hoje, tem manifestamente dado pouca relevância ao contexto da evolução sociocultural do nosso povo. A cegueira dos senhores do poder afasta-me do voto, da confiança política, e mais grave ainda, da vontade de conviver com quem não me respeita e tem de mim a imagem de mais um velho, de alguém que se pode abusiva e irresponsavelmente tirar direitos e aumentar deveres.
É lamentável que a senhora Ministro das Finanças, não saiba o que são Direitos Conexos, e não queiram entender que um actor é sempre autor das suas interpretações – com direitos conexos, e que um intérprete e/ou executante não rege a vida dos outros por normas de "excel" ou por ordens “superiores”, nem se esconde atrás de discursos catitas ou tiradas eleitoralistas para justificar o injustificável, institucionalizando o roubo, a falta de respeito como prática dos governos, de todos os governos, que, ao invés de procurarem a cumplicidade dos cidadãos, se servem da frieza tributária para fragilizar as esperanças e a honestidade de quem trabalha, de quem verdadeiramente trabalha.
Acima de tudo, Senhores Ministros, o que mais me agride nem é o facto dos senhores prometerem resolver a coisa, e nada fazer, porque isso já é característica dos governos: o anunciar medidas e depois voltar atrás. Também não é o facto de pôr em dúvida a minha honestidade intelectual, embora isso me magoe de sobremaneira. É sobretudo o nojo pela forma como os seus serviços se dirigem aos contribuintes, tratando-nos como criminosos, ou potenciais delinquentes, sem olharem para trás, com uma arrogância autista que os leva a não verem que há um tempo para tudo, particularmente para serem educados com quem gera riqueza neste país, e naquilo que mais me toca em especial, que já é tempo de serem respeitadores da importância dos artistas, e que devem sê-lo sem medos e invejas desta nossa capacidade de combinar verdade cénica com artifício, que é no fundo esse nosso dom de criar, de ser co-autores, na forma, dos textos que representamos.
Permitam-me do alto dos meus 86 anos deixar-lhes um conselho: aproveitem e aprendam rapidamente, porque não tem muito tempo já. Aprendam que quando um povo se sacrifica pelo seu país, essa gente, é digna do maior respeito… porque quem não consegue respeitar, jamais será merecedor de respeito!

RUY DE CARVALHO