4.07.2015

Fotorreportagem da Colheita de Sangue na Fundação CESDA

Fotorreportagem da Colheita de Sangue na Fundação CESDA

O cenário está montado para dar início à acção de colheitas de sangue.

Gestos simples que salvam vidas, seja o leitor também um “salvador de vidas”, pratique estes exemplos, que só enobrece quem se disponibiliza a concretizá-lo.  




O Presidente da Direcção da ADASCA aproveitou a oportunidade para efectuar a sua dádiva.


Imagem do coffee break oferecido pela Fundação CESDA num gesto de boas-vindas  aos elementos da brigada do CST de Coimbra. Obrigado.

Doar sangue não cria habituação, não engorda, não emagrece, mas, bem à saúde.



É sempre uma satisfação acolhermos jovens para doar sangue, eles são os futuros dadores.






Não nos esqueçamos de dar as boas-vindas à Primavera, ela é vida, tudo renova.

Sempre que a ADASCA é contactada no sentido de organizar uma sessão de colheitas de sangue vs medula óssea, em parceria com determinada entidade, tudo fazemos para que se concretize, apesar das dificuldades impostas no campo de custo/benefícios que o IPST leva sempre em linha de conta, cada vez mais apertados.
Foi amplamente tornado público que no âmbito da comemoração do Dia Mundial da Saúde (dia 7 de Abril), foram agendadas duas sessões de colheitas para dois locais distintos. Uma para a Adra (Águas de Aveiro) a outra a Fundação CESDA cujas imagens são aqui disponibilizadas como prova testemunhal da acção solidária.
Dada a impossibilidade de reunir a quantidade de pré-inscrições na Adra, tudo não passou de boa intenção. Quanto à adesão na referida Fundação, os resultados ficaram aquém do esperado. Alguns pré-inscritos optaram por não comparecer e, isso deixou-nos enquanto organizadores contristados.
Por uma questão de transparência divulgamos os resultados alcançados.

Assim:
- Total de inscritos: 25
- Aprovados: 16
- Suspensos: 6
- Eliminados: 3
- CEDACE vs medula óssea: 6.

Numa altura em que tudo é contabilizado ao cêntimo, podemos pensar enquanto importou financeiramente com a deslocação para o terreno com esta brigada, composta por uma médica, duas enfermeiras, uma administrativa, uma auxiliar, mais um autocarro para apenas levar de retorno 16 unidades de sangue, inicialmente aprovadas?
Enquanto dirigente, assumo a ousadia de dar a conhece neste espaço o que me vai na alma: é necessário que a necessidade bata à porta de cada um de nós, para nos mobilizarmos no sentido de doarmos sangue por forma a proporcionar melhor qualidade de vida aos que necessitam de componentes sanguíneos?
Somos soberanos neste campo, ponto. No campo da hipótese, se de momento para o outro, nos vermos confrontados com uma necessidade urgente de sermos alvo de uma transfusão de sangue, ou um familiar nosso ter que passar por esse processo, como vamos reagir? Vamos assumir uma atitude de exigência no sentido de que o hospital é obrigado a ter sangue disponível, quando nunca contribuímos com o nosso dever cívico? EGOÍSMO ou INDIFERENÇA? De que lado se encontra o leitor desta mensagem?
A todos quantos aderiram expressamos o nosso mais sincero OBRIGADO, à Sónia Morais, Animadora Sociocultural na Fundação CESDA (ERPI Lar Passo Sénior), principal dinamizadora desta iniciativa solidária, e claro, à administração da dita Fundação.
Dever cívico cumprido, consciência tranquila.

Postado por Joaquim Carlos, Coordenador do Projecto Imagem e Comunicação, podendo as imagens ser usadas na condição que seja feita referência da fonte.

ONDE POSSO DOAR SANGUE EM AVEIRO NO ANO DE 2015?
Quem quiser tem as Coordenadas GPS: N 40.62659,W -8.65133
 Site: www.adasca.pt
Nota: o mapa de Brigadas para todo o ano pode ser solicitado através deste e-mail: geral@adasca.pt.

4.02.2015

Apresentação da Revista TRIBUNA da ADASCA, edição nº. 19

Apresentação da Revista TRIBUNA da ADASCA, edição nº. 19
“A liberdade de imprensa é um dos grandes baluartes da liberdade e da democracia que nunca deve ser restringida por forças ou governos despóticas.”




Caros Colegas Dadores de Sangue e Amigos!

É sempre uma satisfação levar até cada um de vós por este meio mais uma edição da Revista TRIBUNA da ADASCA (neste caso edição nº. 19), já disponível no site desta associação, que pode ser lida través do link que se segue.

Presentemente estamos a viver dois períodos de grande relevância para todos nós, a saber:

- A celebrar a Páscoa, ainda que se venha a tornar cada vez mais materialista, como se a verdadeira felicidade do ser humano se limita-se somente às coisas materiais deste mundo cada vez mais desumano, egoísta e mais cruel.

- Por fim a Primavera! Sinal de Esperança e vivacidade! Ainda que pareça um paradoxo, estamos em tempo de Dar e aceitar: dois gestos que resumem a vida humana e lhe dão mais sentido.

A vida interior de cada homem e a sua preparação para luta dão as verdadeiras dimensões neste arranjo social da existência. Viver sim. Mas viver uma vida digna, honesta, corajosa e livre de submissões, de fardos ou jugos injustos.

A diversidade de temas que esta edição reúne, espero proporcionar uma boa leitura, que ajude a reflectir sobre os mesmos. A força extraordinária do jornalismo pode mudar algumas mentalidades. É ele quem desperta as energias adormecidas, latentes, na alma humana.

Que a esferográfica do jornalista seja candeia a espargir luz, instrumento válido ao serviço da verdade, da justiça, do amor e nunca cutelo homicida a cortar os lírios da pureza que crescem nos jardins da alma humana, nem nefasto vento impetuoso que extingue o raio de luz, ou nuvem pardacenta que encobre o sol que ilumina e aquece.

A sociedade necessita de jornalismo que informe sem desvirtuar ou destruir a verdade, de jornalismo que ajude a cultivar, formar e enriquecer a inteligência humana.  É verdade que fazer jornalismo sério e construtivo exige o inconformismo de levantar a voz para combater, quando a justiça e a  verdade o exigir.

Votos de boa leitura,

Amem a liberdade, sejam felizes.
Joaquim Carlos
Presidente da Direcção da ADASCA


4.01.2015

SJ impedido de visitar redacções dos dois principais jornais de Coimbra

DRDR




SJ impedido de visitar redacções dos dois principais jornais de Coimbra

Publicado a 26/03/2015NOTÍCIAS


Direcções d'As Beiras e do Diário de Coimbra receberam Sindicato dos Jornalistas em clara violação das regras da sã convivência democrática.

O Sindicato dos Jornalistas (SJ) foi impedido de visitar as redacções dos dois principais jornais de Coimbra, quando, na terça-feira, tentou conversar com jornalistas d’As Beiras e do Diário de Coimbra, no âmbito de um roteiro que está a efectuar pelo país.

O SJ não compreende o ambiente de hostilidade com que foi recebido pelas Direcções dos dois jornais, que ultrapassaram todos os limites da sã convivência democrática entre patrões e sindicatos.

Ambos os jornais foram avisados previamente de que o SJ pretendia visitar as suas redacções, para conversar com os jornalistas, sindicalizados ou não, que ali trabalham, e distribuir folhetos informativos sobre a actividade do SJ.

É do entendimento do SJ que as redacções são espaços abertos a encontros de carácter informativo entre dirigentes sindicais e trabalhadores, no cumprimento da lei que assegura que “os trabalhadores e os sindicatos têm direito a desenvolver actividade sindical na empresa” (artigo 460.º do Código do Trabalho).

No caso do jornal As Beiras, onde trabalham 10 jornalistas, nenhum dos quais sindicalizado, ainda foi possível contactar com alguns trabalhadores, por breves minutos, antes de o director, Agostinho Franklin, chegar e “empurrar” os dirigentes sindicais Adriano Miranda e Paula Sofia Luz para uma sala de reuniões, dizendo que não podiam ser recebidos na redacção. “A administração – com a qual sou conivente – entende que esses contactos devem ser feitos fora das instalações da empresa, em horário pós-laboral”, comunicou.

No caso do Diário de Coimbra, onde trabalham 20 jornalistas, cinco dos quais sindicalizados, e depois de a Direcção ter tentado desmarcar a visita do SJ para outro dia, os dirigentes sindicais não chegaram a entrar na redacção, tendo sido recebidos na recepção, junto à gráfica, e encaminhados para uma sala afastada. Mesmo quando pediram para usar a casa-de-banho e a secretária os encaminhou para o WC perto da redacção, o director-geral da publicação, Arménio Travassos, impediu que tal acontecesse, indicando-lhes outro WC.

Já na presença do director-geral e do director-adjunto, João Luís Campos, o SJ foi informado de que
“não é prática da casa” permitir a entrada de “sindicatos ou partidos políticos”. 

A bem da liberdade de imprensa, o SJ insta os jornalistas d’As Beiras e do Diário de Coimbra a reverterem o clima nas suas redacções e a unirem-se em defesa de um espaço de trabalho livre e democrático, desde logo, sindicalizando-se. 

O SJ já esteve em Évora e Leiria para contactos semelhantes com jornalistas e prosseguirá com o roteiro, que tem como objectivo tirar um retrato abrangente do jornalismo real, que possa servir de contributo para o futuro Congresso dos Jornalistas Portugueses.



3.29.2015

ADASCA Comemorou o Dia Nacional do Dador de Sangue no Salão dos Bombeiros Velhos de Aveiro

ADASCA Comemorou o Dia Nacional do Dador de Sangue no Salão dos Bombeiros Velhos de Aveiro


A ADASCA em Aveiro trabalha no terreno para merecer os dadores que a procuram no sentido de efectuarem a sua dádiva, não fica à espera que outros façam por nós o que nos compete fazer. A ADASCA não é a protegida pela CST de Coimbra como acontece com outras.

Raramente elogio o desempenho dos elementos que compõem a brigada, mas, desta vez faça-se justiça: estiveram à altura. Parabéns.

O ambiente que se viveu foi de genuína camaradagem, de dadores para dadores de sangue, assim esperamos que aconteça na 4ª. Caminhada Solidária da ADASCA que vai decorrer no dia 14 de Junho, exactamente na comemoração do Dia Mundial do Dador de Sangue.



A Dra. Lúcia Borges, Directora do Serviço de ImunoHemoterapia do Centro Hospitalar do Baixo Vouga, na imagem, fez questão de nos visitar e, levar a sua filha a inscrever-se como potencial dadora de medula óssea.

Amigo José Moura (natural de Vagos) a doar sangue pela primeira vez, pelo menos nas brigadas da ADASCA.
À semelhança dos anos anteriores, a ADASCA comemorou o Dia Nacional do Dador de Sangue, ainda que esta data oficial decorra no dia 27 de Março, mas, como coincidiu num dia útil da semana, a brigada foi agendada para o dia 28 (Sábado) realizou-se no Salão dos Bombeiros Velhos de Aveiro, local onde esta associação promoveu a sua primeira sessão de colheitas no dia 30 de Dezembro de 2006.

Procurou-se estabelecer um horário por forma a permitir que as pessoas interessadas em aderir, o pudessem fazer. Assim, das 09:30 horas às 13:00 horas realizou-se a primeira sessão, decorrido o período de almoço, deu-se início às 14:30 horas até às 17:30 horas, conforme foi amplamente divulgado.

De tarde, após almoço, em que se deve ter em conta o período da digestão da refeição na ordem das 2:00 horas e 30 minutos, nem todos interessados em doar sangue, viram satisfeita a sua pretensão, pela razão apontada, o que não deixa de ser estranho, quando se trata de dadores regulares, que deviam saber da existência deste critério.

Aos dadores aderentes e acompanhantes, a ADASCA distribuiu esferográficas, balões, lápis e rebuçados publicitários, num gesto de bom acolhimento.

Esta comemoração teve por base o seguinte lema: “Dê mais sentido à vida, torne-se dador de sangue e de medula óssea.” É verdade, milhares de doentes dependem todos os dias do nosso gesto solidário. Doar sangue não emagrece, não engorda, não cria habituação, mas, faz bem à saúde.

A dádiva de sangue é um grande gesto de solidariedade para com o próximo que nem conhecemos, esta é a máxima que consta nos cartazes oficiais da ADASCA. Não devemos deixar-nos invadir pelo sentimento da indiferença, a pior doença do século das luzes mais brilhantes, como alguém disse.

Com mais esta iniciativa, registamos os seguintes resultados:
- Dadores aprovados: 68
- Dadores suspensos: 11
- Dadores eliminados: 0
- Inscritos para CEDACE: 27
- Total de inscritos: 79

Ainda que a nossa previsão aponta-se para uma adesão de 100 dadores de sangue e, 120 registos para medula óssea, temo-nos de dar por satisfeitos pelos resultados conseguidos. O período de após refeição contribuiu quiçá para a redução, como ainda o interesse em visitar a Feira de Março. Não são desculpas de barato para os resultados atingidos, contudo, não deixa de ter a sua razão de ser.

Uma palavra de agradecimento ao Senhor Comandante dos Bombeiros Velhos de Aveiro, por toda a colaboração dispensada, como ainda pela cedência do Salão, em nome da Direcção da ADASCA e do CST de Coimbra.


Postado por Joaquim Carlos, Coordenador do Projecto de Imagem e Comunicação, podendo as imagens serem usadas na condição de ser feita referência da sua fonte.

Fotorreportagem da Comemoração do Dia Nacional do Dador de Sangue na ESSUA (3ª.Parte)

Fotorreportagem da Comemoração do Dia Nacional do Dador de Sangue na ESSUA (3ª.Parte)
 
Apesar do ministério da saúde não valorizar como devia o gesto da dádiva de sangue, a ADASCA envia uma palavra de agradecimento a todos os jovens da ESSUA que fizeram questão de participar nesta acção solidária, naturalmente a pensar nos que mais necessitam: os doentes.


Se dar sangue é dar vida, estes jovens doaram com um sorriso nos lábios. Amem a liberdade, sejam felizes, pois vós sereis os futuros dadores.





A visão economicista do ministro da saúde, ao retirar aos dadores de sangue a isenção das taxas moderadoras nos hospitais públicos, contribuiu para a quebra de dádivas atingindo valores nunca antes registada.
Estudantes da ESSUA no Hall de entrada para o auditório onde decorreu a Conferencia no âmbito da Comemoração do Dia Nacional do Dador de Sangue, com o seguinte tema: “O Uso do Sangue: do dador ao receptor”.
Exposição de material do IPDJ, Delegação de Aveiro


Profº. Doutor Luís Sancho, na qualidade de Moderador no momento de recepção dos conferencistas
Cenário da assistência para a conferência que decorreu no auditório da ESSUA, que despertou a atenção dos presentes, na maioria estudantes.


Preparativo dos temas para a conferência que decorreu no auditório da ESSUA, que despertou a atenção dos presentes, na maioria estudantes.
“A Dádiva de Sangue” tema apresentado pela oradora principal a Dra. Lúcia Borges, Directora do Serviço de ImunoHemoterapia do Centro Hospitalar do Baixo Vouga.
No comunicado que foi distribuído podia-se ler: “O sangue é necessário todos os dias. O Sangue não se fabrica artificialmente. O Sangue corre nas tuas veias. És saudável? Dá Sangue! Ajuda os outros… porque dar sangue é dar vida.
A Escola Superior da Saúde da Universidade de Aveiro e a Comissão de Faina da ESSUA juntaram-se à Associação de Dadores de Sangue do Concelho de Aveiro (ADASCA) na Comemoração do Dia Nacional do Dador de Sangue (embora o dia 27 seja a data oficial) no dia 25 de Março de 2015.”
Pela segunda vez decorreu uma sessão de colheitas de sangue entre as 10 e as 13 horas na ESSUA, iniciativa aberta a toda a comunidade da UA, que contou com uma excelente adesão dos jovens estudantes, além de alguns funcionários.
Na parte da tarde decorreu a inauguração de uma exposição com o lema: Gestos Simples que Salvam Vidas,  que permanecerá na escola durante duas semanas, ainda uma Conferência subordinada ao tema: “O Uso do Sangue: do dador ao receptor” que foi tratado em diferentes perspectivas por especialistas nas matérias.
No anfiteatro da entrada principal do edifício 30 – A, realizou-se a dita Conferencia com o seguinte Programa: “A Dádiva de Sangue” tendo por oradora principal a Dra. Lúcia Borges, Directora do Serviço de ImunoHemoterapia do Centro Hospitalar do Baixo Vouga, “Estudo do Sangue” pela Dra. Elizabeth Mesquita, “Transfusão de Sangue em Doentes Submetidos a Cirurgia” Dra. Marta Serra, “Transfusão de Sangue em Doentes com Patologia do Foro da Medicina” pelo Dr. Joel Pinto” ainda o “Doente Submetido a Transfusão Sanguínea: Cuidados de Enfermagem” pelas Enfª. Clara Manso e Enfª. Maria do Céu Morais, todos os oradores a exercer medicina no dito hospital, tendo contacto com Profº. Doutor Luís Sancho, na qualidade de Moderador.
Um dia bem preenchido, provavelmente diferente do habitual naquela Escola de Enfermagem.
Antes, porém, a Direcção da ADASCA quer deixar aqui uma palavra de reconhecimento a quantos tornaram esta iniciativa solidária e educativa mais enriquecida, podendo outras vir ser realizadas em parceria.
Um agradecimento à senhora Otília Moura, que em nome do IPDJ, Delegação de Aveiro, fez questão de associar ao evento.

Postado por Joaquim Carlos, Coordenador do Projecto Imagem e Comunicação, podendo as imagens ser usadas na condição, de que seja feita referência da fonte.