12.25.2014

Imagens de Aveiro em Dia de Natal (1ª. Parte)

Imagens de Aveiro em Dia de Natal (1ª. Parte)











Em dia de Natal, a cidade de Aveiro encontra-se praticamente sem movimento, numa ou noutra rua, encontramos algumas pessoas, mas, longe do que é habitual e a que esta linda cidade nos habitou, ainda que, com o passar do tempo tenha perdido alguma dinâmica.

Somos da opinião que o parque habitacional carece duma intervenção urgente, como medida para manter a linha arquitectónica, imprimindo mais vida ao comércio tradicional.

Existem ruas inteiras onde já não vive ninguém, apenas vão resistindo algumas lojas tradicionais. Outras, abriram, mas encerram passado pouco tempo.

Que estas imagens sirvam ao menos para alimentar saudades a quem é natural de Aveiro, e que quiçá não a visita à muito tempo.

Adoro fotografar esta linda cidade, ainda que não seja natural daqui, contudo, já cá vivo há mais de 30 anos, tempos em que Aveiro era rica em órgãos de comunicação social, encontrando-se agora reduzida a apenas dois jornais, sendo um semanário, propriedade da Igreja Católica Romana, um diário propriedade de um grupo de imprensa, de qualidade questionável. É que temos, reflexo dos tempos que correm.

Postado por Joaquim Carlos, Coordenador do Projecto de Imagem e Comunicação, podendo as imagens ser usadas na condição que seja feita referência da sua de origem.


12.21.2014

Imagens da zona habitacional da Forca em Aveiro (2)

Imagens da zona habitacional da Forca em Aveiro (2)


"Fotografar é recortar um determinado espaço em uma específica fracção de tempo. Os grandes fotógrafos são aqueles que conseguem ultrapassar essas limitações, fazendo com que essa determinada imagem transcenda molduras e retenha o tempo em seu momento mais preciso." (desconheço o autor)



A cultura em si pode ser classificada como uma relação complexa entre a sociedade, o individuo e as relações humanas. Weber dizia que o homem é um animal amarrado em teias de significados que ele mesmo teceu, a cultura é um exemplo de teia criada pelo homem, ele mesmo criou e é rodeado por ela.

Para Marcuse, a dominação funciona como administração total das necessidades e prazeres, escravizando o homem no trabalho e no lazer, preenchendo o tempo livre dos indivíduos com programações dirigidas, fabricando uma humanidade apta a consumir objectos inúteis, cuja obsolescência fora desejada.  (apud, NAZÀRIO, 1998, p.84).

A sociedade contemporânea, diluída e efémera, constrói padrões de aceitabilidade social que conflitam com o perfil almejado por muitos indivíduos. Comentando sobre a cultura do consumo, as pessoas gastam dinheiro que não possuem, para comprar coisas que não necessitam, para impressionar pessoas que não conhecem. 


“Em plena cultura do individualismo, da independência pessoal e da liberdade (como valores dominantes), vive-se uma espécie de mais-alienação, de rendição absoluta ao brilho não exactamente dos objectos, mas da imagem dos objectos. Mais ainda: rendição ao brilho da imagem de algumas personagens públicas identificadas ao gozo que os objectos deveriam proporcionar” (BUCCI & KEHL, 2004, p. 65).

“... a crença na independência radical do ser individual em relação ao todo nada mais é do que uma aparência. A própria forma do indivíduo é a forma de uma sociedade que se mantém viva em virtude do mercado livre, no qual se encontram sujeitos económicos livres e independentes.” (HORKHEIMER & ADORNO, 1973, p. 53)

Vivemos uma época em que tudo gira em torno da imagem. Segundo Bucci; Kehl (2004), os mitos, hoje, são muito olhados. “São pura videologia” (p.16). Está sempre atendendo aos interesses do poder, mas segundo os autores, este poder não é bem o poder político, como imaginamos, nem o poder de um grupo. O poder, segundo Debord, citado pelos autores, “é a supremacia do espectáculo - a nova forma de modo de produção capitalista - sobre todas as actividades humanas” (p.20). Enfatizam que o capitalismo contemporâneo é um modo de produção de imagens. Que no século XIX o objectivo era desmascarar o carácter burguês do estado, mas, no século XXI, devemos compreender e decifrar os mecanismos pelos quais a política, a religião, a ciência, a cultura e as formas de representação que convergem para a imagem, só circulam e adquirem existência como imagem, que a tudo subordinam.

A desinformação tem como objectivo influenciar a opinião pública, difundindo mentiras que parecem verdades. Para os agentes da desinformação o ideal consiste em descobrir o jornalista de “boa-fé”, porque, por definição este é ingénuo, facilmente influenciável. Também se pode dar o caso de ser difundida uma “informação tendenciosa”: para tal, infiltra-se um jornal respeitado pelo público e toda a imprensa lhe seguirá as pisadas.

Contudo, além de não podermos subestimar o poder da influência da mídia na vida das pessoas, também não podemos ignorar a importância desta caso seja utilizada de forma mais ética e consciente. Quero dizer que o poder que os veículos de comunicação têm para mobilizar as pessoas é muito grande e pode ser usado para o bem ou para o mal.
Campanhas de doação de sangue, de vacinação, de incentivo à reciclagem, para economizar água, pela paz, para ajudar pessoas, e muitas outras, quando divulgadas e incentivadas pela mídia ganham proporções enormes e trazem resultados muito além do esperado.

Segundo Marilena Chauí : “A produção ideológica da ilusão social tem como finalidade fazer com que todas as classes sociais aceitem as condições em que vivem, julgando-as naturais, normais, correctas, justas, sem pretender transformá-las ou conhecê-las realmente, sem levar em conta que há uma contradição profunda entre as condições reais em que vivemos e as ideias”.

Actualmente, a imagem penetra amplamente em todos os momentos de vida humana, fazendo com que o cidadão se torne um receptor constante da comunicação visual.

Como defendia o filósofo alemão Walter Benjamin, as imagens adquiriram um novo valor de uso: o "valor de exposição" ou de proximidade.

McCurry fez esse retracto imortal bem antes da disseminação da internet e do surgimento do smartphone. Agora, em um mundo anestesiado pela avalanche diária de imagens, conseguiriam ainda os olhos da menina nos dizer algo urgente sobre nós mesmos e sobre a ameaçada beleza do planeta que habitamos? Para mim, a resposta afirmativa é mais do que óbvia.

"A fotografia representa um papel importantíssimo no desenvolvimento da arte." - Gustave Le Gray


















"A fotografia representa um papel importantíssimo no desenvolvimento da arte." - Gustave Le Gray

Imagens da zona habitacional da Forca em Aveiro


Imagens da zona habitacional da Forca em Aveiro



O ser falante é tão susceptível à influência das imagens que chega a não poder prescindir delas. Caso contrário, permaneceria numa condição devastadora para o eu e para a consciência. As imagens têm importância para o ser humano desde muito cedo, antes mesmo que ele comece a falar. O sentido pleno do termo "imagem", em psicanálise, remete à relação do sujeito com as identificações formadoras do eu. O que é próprio da imagem é o investimento pela libido, quer dizer, aquilo pelo qual um objecto se torna desejável. Em todo processo de inserção e reconhecimento do sujeito nos laços sociais, sua identificação fundamental supõe a relação com a imagem. A identificação é, propriamente, a transformação produzida no sujeito, quando ele assume uma imagem. O acesso a uma imagem implica a identificação no duplo sentido do termo, isto é, o de reconhecer sua própria forma e o de assimilar o que reconhece.


A imagem especular, diferentemente, é sempre dependente do original, pois corresponde à reprodução invertida que uma superfície polida dá de um objecto nela reflectida. Entretanto, a relação do sujeito moderno com a imagem não se reduz mais à relação com a imagem especular. Trata-se de saber que efeitos isso tem para a subjectividade.

"Fotografar é recortar um determinado espaço em uma específica fracção de tempo. Os grandes fotógrafos são aqueles que conseguem ultrapassar essas limitações, fazendo com que essa determinada imagem transcenda molduras e retenha o tempo em seu momento mais preciso." (desconheço o autor)



O homem do século XX é diferente dos homens de outras épocas mesmo quando, essencialmente, continua sendo o mesmo. Este novo 'habitat' proporciona ao homem uma rede extraordinariamente densa de estímulos, condicionamentos e provocações sensoriais. O homem muda porque tudo muda ao seu redor. Criou-se e continuamos criando um meio (habitat) muito distinto. A civilização moderna, com seus meios técnicos de transporte, seus meios de comunicação (imprensa, rádio, cinema, TV), enfim, com seus meios mecânicos e até electrónicos de interrelação, está oferecendo ao homem novas formas de perceber, de intuir, sentir e pensar.


O acto de comunicar implica um pensar crítico, sem ele não pode existir comunicação e sem comunicação não há verdadeira educação. Afinal, antes de ser um processo unicamente técnico, a comunicação é um processo eminentemente humano.

Postado por Joaquim Carlos, Coordenador do Projecto Imagem e Comunicação, podendo as imagens ser usadas na condição de ser feita referencia da sua fonte.

Restaurante ‘O Cagareu’ localizado na zona das Barrocas em Aveiro

Restaurante ‘O Cagareu’ localizado na zona das Barrocas em Aveiro


- Restaurante,
- Snack – Bar
- Take Away
- Sala P/Grupos
 
Imagem do 1º. Jantar de Natal Solidário da ADASCA. Os interessados também podem dar um pé de dança.


Tratasse de um restaurante histórico, localizado na Rua Magistério Primário, nº. 14 (junto à Igreja das Barrocas), na zona das Barrocas, também um bairro típico da cidade de Aveiro.



Os interessados em obter mais informações, pode fazê-lo através do Telef: 234 188 025 ou pelo e-mail: cagareurestaurante@gmail.com

12.17.2014

Colheitas de Sangue Dias 20, 27 e 31 Dezembro no Posto Fixo da ADASCA em Aveiro

Colheitas de Sangue Dias 20, 27 e 31 Dezembro no Posto Fixo da ADASCA em Aveiro

As próximas Colheitas de Sangue vão decorrer nos Dias 20, 27 e 31 de Dezembro todas entre as 9:00 horas e as 13:00 horas no Posto Fixo da ADASCA, localizado no Mercado Municipal de Santiago, 1º. Piso. Compareçam, divulguem, sejam solidários.

Lembramos que o Mercado Municipal de Santiago dispõe de excelentes para estacionamento das viaturas, como ainda um Parque de Estacionamento Subterrâneo onde podem deixar as viaturas a título gratuito, sem correr riscos de ser multado.

O sangue é um dos elementos muito importante para a vida, a sua aquisição tem que vir do homem, já que sem o homem não há sangue nos hospitais e para nós é um gesto de agradecer/louvar.

“Deus deu ao homem a capacidade de ir para a Lua, mas ainda não deu a capacidade de criar uma substância que substitua o sangue. Talvez para que o homem nunca se esqueça de que um depende do outro, sempre”. (Marielly Campos).


"Decidi doar simplesmente. Acho que essa é uma atitude que todos nós deveríamos ter. Ajudar o próximo é uma atitude humana", disse a mais nova dadora associada da ADASCA.

Já Paulo da Silva, de 39 anos, disse que aquela era a sua quarta dádiva. "Sempre venho aqui de três em três meses para fazer a minha doação. Estou a cumprir com o meu dever cívico, fazendo a minha parte e sei que várias pessoas são beneficiadas com o meu esforço", afirma.

"Não existe nada que substitua o sangue humano, ele é vida. A doação é um acto de solidariedade que ajuda a salvar vidas. Por isso convidamos a todos para que sejam dadores fiéis e ajudem nesta difícil missão de dar vida a quem precisa". "Se estão pedindo é porque há pessoas que estão necessitando. Amanhã, quem sabe, eu mesma, ou um familiar nosso pode precisar”, desabafa a Rosemary.

Dar e aceitar: dois gestos que resumem a vida humana e lhe dão um sentido redobrado. Compareçam... Tragam um(a) amigo(a), mesmo que aparentemente sejamos muitos, nunca somos de mais. A vida é um dom inestimável e maravilhoso que o homem tem pelo simples facto de ser homem.

Ajudem a divulgar esta mensagem reencaminhando-a para os vossos amigos.

Amem a liberdade, sejam felizes
Joaquim Carlos
Presidente da Direcção da ADASCA
ONDE POSSO DOAR SANGUE EM AVEIRO NO ANO DE 2015?
Quem quiser tem as Coordenadas GPS: N 40.62659,W -8.65133

NB: Aproveite e inscreva-se como potencial dador de medula óssea.

Atenção: Alguns grandes jornais e revistas com circulação nacional deixaram de dar voz às associações de dadores de sangue, alinhando assim com a indiferença com que o governo nos tem votado.
Aos leitores que não concordam com este tratamento inaceitável, apelamos que cancelem as suas assinaturas, ou deixem de comprá-los nos locais habituais!
Estamos perante uma nova versão para praticar a censura: é não dar cobertura jornalística.
http://aveiro123-portaaberta.blogspot.pt/2014/11/imprensa-nao-da-voz-as-associacoes-de.html