12.03.2014

Fotorreportagem da Colheita de Sangue do Dia 3 de Dezembro no Posto Fixo da ADASCA

Fotorreportagem da Colheita de Sangue do Dia 3 de Dezembro no Posto Fixo da ADASCA










O local onde os dadores esperam pela sua vez de atendimento, que gostaríamos de ser mais confortável, durante o mês de Dezembro vai ganhar outra dinâmica até ao final do corrente mês.
Ali têm revistas e jornais para lerem enquanto esperam pela sua vez. Tanto a Sede como o Posto Fixo, dispõe de aquecimento, criando assim um ambiente mais acolhedor, não esquecendo porém as crianças que acompanham os pais, uma vez que também podem aceder a livros de natureza infantil, como comprova a imagem.


O Mercado Municipal de Santiago dispõe de um Parque de Estacionamento subterrâneo gratuito onde os dadores podem deixar as viaturas, utilizando as escadas ou o elevador até ao 1º. Piso, com entradas pelo Sul (Rua de Ovar) como ainda pelas traseiras do edifício anexo ao Hospital Veterinário de Aveiro, para quem circula de Ílhavo em sentido à Universidade de Aveiro vs Hospital.
Apesar dos resultados de ontem não terem sido os mais satisfatórios, foi possível contornar o sentimento de insatisfação com a visita de amigos da ADASCA, tendo sido convidados para saborear o Bolo – rei e um cálice de Vinho do Porto.
Durante o corrente mês, em que sentimento de união deve fortalecer-se ainda mais, os dadores podem beneficiar desta mais valia, num gesto que deve ser interpretado de boa vindas. É nossa opinião que devemos fortalecer os laços de solidariedade não só nesta época do ano, mas, todos os dias.
A todos o nosso sincero OBRIGADO pela vossa presença, e sintam-se Bem-vindos até ao nosso meio.


Postado por Joaquim Carlos

12.02.2014

ADASCA oferece Bolo – Rei e Cálice de Vinho Porto aos Dadores de Sangue Durante o mês de Dezembro

ADASCA oferece Bolo – Rei e Cálice de Vinho Porto aos Dadores de Sangue Durante o mês de Dezembro


A ADASCA à semelhança dos anos anteriores, a partir do dia 3 de Dezembro, faz questão de oferecer uma fatia de Bolo-rei e um Cálice de vinho do Porto aos dadores que comparecerem nas brigadas para doar sangue no Posto Fixo, localizado no Mercado Municipal de Santiago, 1º. Piso.

É do conhecimento geral que, tanto antes como a seguir à dádiva de sangue, não se deve ingerir bebidas alcoólicas, esse o conselho que os médicos das brigadas transmitem aos dadores, e que estamos inteiramente de acordo.

Temos a noção de como devemos proceder. Trata-se apenas de um gesto da nossa parte para com os colegas dadores no mês em curso, que se quer mais solidário, mais próximos uns dos outros, como ainda um reconhecimento pela presença de cada um.

Esta acção conta com o apoio de diversas empresas da região de Aveiro, a começar pela Pastelaria Veneza e Restaurante Solar das Estátuas, esperando que outras se associem a esta iniciativa solidária.

A nossa previsão é de 50 pessoas por cada brigada, claro que, os amigos desta causa também estão convidados a comparecer.

Os interessados/empresas, em oferecer umas garrafas de Vinho do Porto e Bolos-Rei, podem contactar-nos através do e-mail: geral@adasca.pt, ou pelo Telef: 234 095 331 (Sede).

Da nossa parte, assumimos o compromisso de divulgar as empresas que se associarem, através dos meios ao nosso alcance.


As datas das colheitas de sangue podem ser consultadas no site que se indica abaixo. Todos são BEM-VINDOS.

FELIZ E SANTO NATAL PARA TODOS, COMO VOTOS DE QUE NUNCA VOS FALTE A PLENA SAÚDE.

12.01.2014

GRITO DE GUERRA VS ALERTA

GRITO DE GUERRA VS ALERTA
Crer fazer dos outros cegos, surdos e eventualmente mudos, é na minha opinião crer ir longe de mais, e a sua queda pode estar iminente. 

Por vezes sinto uma profunda necessidade de dar um GRITO de GUERRA vs ALERTA, como forma de dar a conhecer à sociedade como somos tratados no SNS.
Quem pretende enfiar a carapuça na cabeça dos dirigentes das associações de dadores de sangue, e consequentemente manter os dadores na ignorância? Quem lucra com isso e que proveitos retiram? Claro que ninguém é perfeito, agora crer fazer dos outros cegos, surdos e eventualmente mudos, é na minha opinião crer ir longe de mais, e a sua queda pode estar iminente.
Os leitores mais atentos devem lembrar-se do conteúdo do livro com o título "Jogo Sujo" sendo seu autor Ramiro Carrola.
Acreditamos, que nas nossas costas, nas quatro paredes dos gabinetes, onde se alinham as estratégias a dignidade dos dadores de sangue é esmagada. Porque será, as pessoas só são diferentes, reivindicativas enquanto não ocupam cargos de decisão? A seguir tudo muda, dão o dito por não dito. Lembro-me de uma máxima que diz tudo: “Se quiser pôr à prova o carácter de um homem, dê-lhe poder.” ― Abraham Lincoln.
Já não é de hoje que se questiona a postura e as atitudes das pessoas diante da oportunidade de exercerem qualquer tipo de poder. Mais do que o carácter, acredita-se há muito tempo, que se pode conhecer toda a personalidade de uma pessoa, observando a forma como ela lida com o poder que tem condições de exercer.

Se quiser conhecer realmente uma pessoa, dê-lhe poder e investigue junto àqueles que por algum tipo de hierarquia, ainda que subjectiva, devem lhe prestar qualquer tipo de obediência. Questione como é o seu relacionamento com elas. A resposta obtida demonstrará com total fidelidade, as manifestações mais obscuras de seu carácter.
Lord Acton, o historiador inglês, afirmou: “o poder tende a corromper, e o poder absoluto corrompe absolutamente”. O mais interessante é que, diante de um poder que não conheciam e que lhes foi outorgado modificando o rumo de suas relações com os outros, algumas pessoas tendem a justificar suas mediocridades se escondendo atrás de falácias do tipo: “sou franco e transparente – falo o que tenho que falar na cara”, sou curto e grosso” ou “sou extremamente profissional”. Trata-se de uma defesa contra o lado obscuro que foi aflorado e que de certa forma ainda pode ser causa de vergonha. Estas justificativas tentam legitimar as grosserias, indelicadezas, a falta de educação e gentileza, e, o que é pior, a má vontade, a intolerância, a falta de companheirismo, ou seja, a mediocridade.
O poder leva a pessoa a não se identificar mais com aqueles que faziam parte de suas relações, sejam familiares, vizinhos ou colegas de profissão.
Após estas mudanças, nada mais tem volta. O poder um dia acaba, porque tudo acaba, e isso é certo, e o “poderoso” fica sem saber onde foi que errou, culpando as pessoas, por serem incompetentes e incapazes de lhe acompanharem em sua heróica e maravilhosa jornada.

Estes são os que esquecem que o poder não se manifesta pela capacidade de controlar uma equipa, humilhando e “colocando cada um em seu lugar”. O poder pode e deve ser reconhecido, avaliado e calculado pela quantidade de justiça de que é capaz de praticar, pela sua capacidade de promover a auto-estima em cada membro da equipa e pela felicidade de que é capaz de impregnar na missão que abraçou.
Sem essa visão positiva do poder, vamos continuar a conviver com os medíocres, que iludidos com sua efémera parcela de poder, passam a vida distribuindo autoritarismos e afectando vidas sem nenhum discernimento e integridade, vivendo guiados por suas vaidades e egoísmos pessoas que mais se vão sentir destruídos.
Há quem se mantenha atento ao evoluir dos acontecimentos. Carapuças para estes lados, não, OBRIGADO.


Postado por Joaquim Carlos

11.29.2014

Paulo Morais foi à AR e chamou "os bois" pelos nomes!

Paulo Morais foi à AR e chamou "os bois" pelos nomes!

Quem não conhece Paulo Morais esse incansável inimigo da corrupção e a sua militância na denúncia da promiscuidade entre políticos (governantes, deputados, autarcas) e os negócios?  Ele foi ao Parlamento e disse o nome, um por um, dos deputados que estão ligados a empresas ou grandes escritórios de advogados que as defendem nos contenciosos com o Estado e simultaneamente estão ali na AR a fazer leis que dizem respeito aos interesses dessas empresas que lhes pagam.

É ouvi-lo desassombradamente na AR através deste vídeo.

11.27.2014

Fotorreportagem da Colheita de Sangue Dia 26 de Novembro no Posto Fixo da ADASCA

 Fotorreportagem da Colheita de Sangue Dia 26 de Novembro no Posto Fixo da ADASCA
Gestos simples que salvam vidas, seja o leitor também um “salvador de vidas”, pratique estes exemplos, que só enobrece quem se disponibiliza a concretizá-lo. 






O local onde os dadores esperam pela sua vez de atendimento, que gostaríamos de ser mais confortável. Ali tem revistas e jornais para lerem enquanto esperam pela sua vez. Tanto a Sede como o Posto Fixo, dispõe de aquecimento, criando assim um ambiente mais acolhedor.











Caros Colegas Dadores e Amigos!

Como é habitual da parte da ADASCA, vimos dar conhecimento dos resultados obtidos com a Colheita de Sangue ocorrida no dia 21 de Novembro no Posto Fixo da ADASCA.

Assim:
- Total Inscritos: 34
- Aprovados: 26
- Suspensos: 7
- Eliminados: 1
- CEDACE: 2 vs medula óssea

Comentários:temos vindo a assistir com profunda preocupação desde o ano 2012, a uma redução de adesão à dádiva de sangue que nos preocupa bastante. As causas são diversas, sendo que a principal, está relacionada com a retirada da isenção das taxas moderadoras aos dadores de sangue nos Hospitais Públicos. Temos alertado vezes sem conta o ministério da saúde para este problema. Resultado: total indiferença.

Os resultados obtidos com a brigada do dia 26 de Novembro no Posto Fixo registamos menos 9 inscrições  comparativamente com a brigada realizada no dia 27/11 do ano transacto. Contudo, a nossa previsão era para as 50 presenças, considerando o horário pós laboral. Podemos considerar estes resultados muito aquém do previsto.

De acordo com as informações que nos são enviadas pelos colegas dadores, outras causas podem eventualmente estar relacionadas com as despesas nas deslocações, a dificuldade em ausentar-se do local de trabalho, pois temos conhecimento que existe ainda alguns empresários poucos sensíveis a esta área de solidariedade. Lamentamos, na medida em que o sangue é necessário todos os dias nos hospitais, e eles não estão imunes a essa necessidade ou um familiar seu.

Os dadores de sangue ainda não são dispensáveis ao Serviço Nacional de Saúde, nomeadamente nos Serviços de ImunoHemoterpia, embora nem sempre sejamos respeitados como devíamos. Estamos perante um grande défice de respeito e reconhecimento público. O sentimento da marginalização além de doloroso é indescritível, o que pode motivar alguns dadores deixarem de comparecer.

Na nossa opinião, as brigadas de colheitas às 4ª.s feiras deviam registar maior adesão, considerando que decorrem num horário que facilita a ausência dos locais de trabalho, no entanto, o que verificamos com alguma tristeza é que isso não tem acontecido. Resta-nos a esperança de que o cenário se altere, pois nunca é de mais lembrar que os doentes é que necessitam de nós. Hoje eles, amanhã pode ser um de nós...

Algumas associações de dadores de sangue, têm feito tudo para que a isenção das taxas moderadoras, na qualidade de incentivo vs motivação seja reposta, num gesto de reconhecimento público pela dádiva benévola de sangue, não podendo ser vista como uma troca material vs comercial ou outra qualquer, pois só os mal intencionados assim poderão argumentar, nós não subscrevemos esse princípio.

 Presentemente e com a adesão dos colegas que vão receber a presente mensagem, a ADASCA representa cerca de 3538 dadores de sangue associados conforme os Estatutos, num espaço de 7 anos e 10 meses de existência legal, sendo assim a maior associação do género da zona centro, de acordo com a informação do Centro Regional de Sangue de Coimbra, também com mais sessões de colheitas num local só.

Podíamos ter ido mais além, ou seja, os resultados podiam ser mais elevados se certos funcionários com responsabilidades administrativas do Centro de Sangue e Transplantação de Coimbra não se dispusessem à  de algumas patifarias. Sobre este assunto e outros serão dados a conhecer oportunamente numa das edições da Revista Tribuna da ADASCA.

O nosso sincero agradecimento a todos quantos compareceram ao longo ano de 2013 nas sessões de colheitas de sangue, promovidas e realizadas pela ADASCA, na certeza que o fizeram a pensar nos doentes que necessitam do nosso gesto solidário, muitas das vezes com sacrifício nas deslocações, nós compreendemos esse esforço, mas, há quem não o compreenda vs valorize, esse alguém não nos respeita, marginaliza-nos, chama-se Paulo Macedo e diz-se ministro da saúde (?), para não falar de outros com menos revelo.

Ainda que não tenhamos nada a ver com o atraso registado no atendimento, apresentamos as nossas desculpas pelo sucedido.

Como sempre ao dispor sou,

Amem a liberdade, sejam felizes.

Joaquim Carlos
Presidente da Direcção da ADASCA
Tm: 964 470 432 - Resíduos: 234 095 331 (Set)
ONDE POSSO DAR SANGUE EM AVEIRO?

 NB:Pedimos e agradecemos que nos informe se recebeu em boas condições o presente e-mail. OBRIGADO.
O Mapa de Brigadas em anexo, pode ser reencaminhado para que a divulgação seja o mais abrangente possível.

11.26.2014

Tráfico de sangue prospera na Bulgária

FALTA DE VOLUNTÁRIOS CONDICIONA OPÇÕES DOS MÉDICOS
Tráfico de sangue prospera na Bulgária

ADELINO GOMES 16/08/2003 - 10:13

A emigração, a má situação económica e o desmoronamento dos valores sociais limitam o número dos que dão sangue na Bulgária
PAULO PIMENTA/PÚBLICO

Os hospitais da Bulgária não têm produtos sanguíneos suficientes para todos os doentes necessitados e é um verdadeiro mercado negro de sangue que vai prosperando no país. Confrontados com uma penúria que se agrava há já uma dúzia de anos, e salvo os casos considerados urgentes, os cirurgiões têm limitado as intervenções aos doentes com familiares ou pessoas próximas que tenham dado sangue. Quem não tem essa sorte é obrigado a comprar a ciganos.

“A minha mulher foi hospitalizada por causa de uma úlcera no estômago e recebeu já duas transfusões”, explica Ivan Ivanov, um septuagenário de Sófia, capital da Bulgária. “Os médicos disseram-me que têm de fazer uma terceira transfusão mas exigem um comprovativo de que a minha família deu sangue. Só depois é que a fazem”, acrescenta.

Às portas do centro de transfusão sanguínea de Sófia, ciganos abordam quem por lá passa. “Precisa de sangue?”, perguntam. O precioso certificado de que têm alguém que deu 450 mililitros custa entre 15 e 41 euros.

S.A., um cigano de 32 anos, admite dar sangue de dois em dois meses para que possa depois vender o certificado. “Mais vezes do que isso é proibido”, explica. Carpinteiro no desemprego e viúvo, escolheu este caminho para alimentar as suas duas filhas. “Não faço nada mal, salvo vidas.”

“O número de dadores diminuiu drasticamente nos últimos dez anos”, afirma Violeta Magaeva, chefe do serviço de transfusão no centro nacional de hematologia. “No Verão ainda são mais raros”, acrescenta a médica. “A situação económica catastrófica, o medo pelo que vai acontecer no futuro, o desmoronamento dos valores morais e a emigração dos jovens explicam a diminuição de 44 por cento das doações de sangue”, apesar dos apelos constantes e regularmente transmitidos nas rádios e televisões.

“As nossas campanhas não têm resultados”, lamenta Bojidara Dineva, porta-voz da Cruz Vermelha búlgara. De acordo com esta responsável, não existem no país mais do que 18 dadores por cada mil habitantes. Nos países da União Europeia são 50 por mil.

Para além disso, a inexistência de um banco nacional de produtos sanguíneos, que está em fase de criação, pode fazer com que os hospitais do norte cheguem a ter sangue em excesso enquanto os do sul tenham falta de lotes.

No tempo do comunismo, as campanhas para a doação de sangue eram frequentemente lançadas nas empresas, nos quartéis e nos liceus. Em contrapartida, os dadores tinham direito a três dias de folga. Mas esta iniciativa foi abandonada.


De acordo com a legislação em vigor, doar sangue é um acto voluntário. Em casos excepcionais, pode ser pago com 14 euros. “É preciso aumentar esta retribuição”, defende Magaeva. Mas para o médico Stoicho Katsarov, membro da comissão parlamentar da saúde, “é imoral prever na lei a remuneração dos dadores, pois significava pagar pelo comércio de tecidos e órgãos humanos”. O médico defende antes que se sensibilize os búlgaros para a ideia de que, enquanto não derem sangue, no dia em que precisarem, não poderão contar com uma transfusão.


Postado por Joaquim Carlos

11.24.2014

Imagens de Outono

Imagens de Outono

Sei como voltar: as cores do meu outono desenham caminhos. Yberê Líbera
Outono é outra primavera, cada folha uma flor. Albert Camus

Eis que alcancei o outono de meu pensamento. Charles Baudelaire

Repara que o outono é mais estação da alma do que da natureza. Nietzsche

As flores murcham no outono, mas isso não quer dizer que durante a primavera o seu jardim não foi tão lindo quanto podia ser... (R.V) Ricardo Valério da Silva
No outono as árvores deixam suas folhas caírem na despedida da estação do sol, essas folhas que caem são como as lágrimas que deixo escapar dos meus olhos quando vejo que é hora de você partir. Marcos welinton

Uma árvore em flor fica despida no outono. A beleza transforma-se em feiúra, a juventude em velhice e o erro em virtude. Nada fica sempre igual e nada existe realmente. Portanto, as aparências e o vazio existem simultaneamente. Dalai Lama
Se um dia lágrimas vierem ao seu rosto, não pense no porque! Pense nas folhas do outono, elas não caem porque querem, e sim porque chegou a hora. Raphael Bacellar
Que o novo ano não seja como o outono da vida onde as folhas caem deixando apenas lembranças de dias bons e ruins, mas que seja como a primavera da vida que produz frutos e dos frutos sementes onde podem ser plantadas a cada dia e colhidas a cada amanhecer... Jamesson Júnior
Gosto do outono porque ele é frio suficiente para refrescar o calor...
E é quente o suficiente para aquecer o frio! Lidiane Araújo Mejozebato
Princípio de outono sol, pálido no céu branco. Rogério Martins
Quando algo que você goste acabar, ou simplesmente ir embora, lembre-se que as folhas do outono não caem porque querem
e sim porque é chegada a hora. Desconhecido
Roube da primavera o seu aroma, do verão a sensualidade, do outono a transformação, do inverno o recomeço e reconstrua-se. Viviane Basso
A felicidade está nas folhas das árvores, cabe somente a você decidir se viverá um outono ou uma primavera. Matheus Urruth
Porque de uma coisa a gente sabe, a vida é injusta e quem devia ficar sempre vai.  Outono
E como no outono as folhas caem para se renovarem com as estações seguintes. Aqui estou eu, sem medos, só permitindo minhas folhas se libertarem para as próximas estações que vivenciarei. Maya Bragança

Voam folhas de Outono nas frestas da chuva que lava os rios e deles nos faz ouvir um cântico novo... Ana Coelho
Sou uma árvore no outono, me sinto cada vez mais despido de uma imagem que com certeza não era minha, agora me sinto mais limpo e real... na próxima estação continuarei assim... Zade Bretas
O Outono escorregadio nos olhos de quem espera flores. Inverno quase quente. As folhas se soltam como numa leve partida. E se desprendem. Feito pensamento. Feito alegria oca. E explodem depois da frieza de Agosto. Na delicadeza chamada primavera. Ju Fuzetto

Não precisa dizer nada. Seu silêncio é meu refúgio e você é minha madrugada fria de outono. Seu sorriso me aquece e nada mais faz sentido sem esses segundos que parecem horas quando estou presa nos seus olhos. Você já não pode ser o que eu quero. Porque você é mais que isso. Você é tudo o que eu queria merecer. Verónica H.

Cai uma folha, inicia-se o outono. Cai uma lágrima, finda um amor.  Pablo Gabriel Ribeiro Danielli

Como diria Lavoisier: "Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma"....
O coração tem uma morte lenta. Perde-se a esperança como as árvores perdem as folhas, uma a uma. Chiyo - Memórias de uma gueixa
No outono, as árvores deixam as suas folhas caírem não porque elas são fracas, mas porque elas sabem que desse sacrifício terão mais vigor e força pra enfrentar as outras estações! Cláudia Homem
Postado por Joaquim Carlos, Coordenador o Projecto de Imagem e Comunicação, podendo as imagens ser usadas na condição de que, seja feita referencia da sua fonte.