10.03.2012

Ameaça de Penhora de Bens da ADASCA e Arrombamento



Ameaça de Penhora de Bens da ADASCA e Arrombamento

Exmos. Senhores!

Na qualidade de Presidente da Direcção da Associação de Dadores de Sangue do Conselho de Aveiro - ADASCA, e subscritor dos Contractos de Prestação de Serviços pela vossa cliente, acuso a recepção da vossa carta no dia de ontem, onde nos é feita uma clara intimidação, que me deixou profundamente indignado.

Esta a carta que foi enviada à ADASCA
Ao contrário do que V. Exas. possam pensar, não somos uma associação de bandidos, nem caloteiros, mas, sim uma associação preocupada com a saúde do próximo, principalmente com aqueles que necessitam de componentes terapêuticos sanguíneos, que não deve servir de pretexto para não assumirmos a responsabilidades dos deveres.

O Instituto Português do Sangue, com o qual colaboramos há 6 anos, reduziu substancialmente o apoio financeiro a todas as associações do tipo da nossa em mais de 30%, colocando-nos assim numa situação financeira delicada, que em muito nos tem condicionado a vida.

Com imensas dificuldades, temos vindo de forma ordenada a liquidar todas as dívidas desde o início do ano em curso, o mesmo queremos fazer em relação à vossa cliente. Ainda que a ADASCA reúna cerca de 3019 dadores de sangue associados, nenhum paga qualquer valor respeitante a cotas ou jóias, porque não faz sentido cobrar a quem já dá de si a pensar nos que mais necessitam.

As empresas ou pessoas interessadas em apoiar-nos nesta dificuldade podem contribuir com o seu donativo via transferência bancária. Emitimos recibos.
Face ao exposto, posso adiantar que estão agendadas um conjunto de actividades, para os dias 13 e 14, 20 e 21 do corrente mês com o objectivo de conseguir fundos para liquidar as dívidas à PT - Comunicações, como ainda a realização de um Espectáculo Musical com o mesmo fim.

Deixa-nos indignados a vossa ameaça: "Penhora de Bens Móveis que se encontram no interior do estabelecimento comercial, com ARROMBAMENTO, se necessário (...)". É a primeira vez que esta associação é confrontada com termos desta natureza, dai a nossa indignação e dar conhecimento dos mesmos à Ordem dos Advogados.

No dia 15 de Outubro, podemos avançar com algum valor, através de transferência bancaria, dia 22 idem, porque não temos qualquer interesse em manter esta situação que não é agradável para ninguém.

Espero que o bom senso faça parte deste assunto, pois somos pessoas de bem.

Cordialmente,
Joaquim Carlos
Presidente da Direcção da ADASCA
Tm: 964 470 432

C/C à Comunicação Social.

10.02.2012

Unidades de Saúde Familiar passam para os Privados


Criado grupo de trabalho
Ministério estuda abertura das Unidades de Saúde Familiar aos privados

 O Ministério da Saúde criou um grupo de trabalho “com o objectivo de analisar as condições de abertura de Unidades de Saúde Familiar (USF), a título experimental, ao sector social e cooperativo”.

As USF assentam em equipas multiprofissionais constituídas por médicos, enfermeiros e pessoal administrativo (Foto: Paulo Pimenta)
O despacho do secretário de Estado adjunto de Paulo Macedo, publicado terça-feira em Diário da República, estabelece que este grupo irá “identificar as áreas prioritárias de implementação dos projectos-piloto, tendo em atenção as necessidades das populações, designadamente em termos de carência de médicos de família”, e “propôr os procedimentos jurídicos, a metodologia e a calendarização necessários”.

As USF são unidades de prestação de cuidados de saúde, individuais e familiares, que assentam em equipas multiprofissionais, constituídas por médicos, enfermeiros e pessoal administrativo, e que podem ser organizadas em três modelos - A, B e C -, num quadro de contratualização interna, envolvendo objectivos de acessibilidade, eficiência e qualidade.

Os três modelos assumem diferentes patamares de autonomia, aos quais correspondem distintos graus de partilha de risco e de compensação retributiva. Estes prevêem a possibilidade de transição de um modelo para outro.

O modelo A compreende as USF do sector público administrativo com regras e remunerações definidas pela Administração Pública, aplicáveis ao sector e às respectivas carreiras dos profissionais que as integram e com possibilidade de contratualizar uma carteira adicional de serviços, paga em regime de trabalho extraordinário, bem como contratualizar o cumprimento de metas, que se traduz em incentivos institucionais a reverter para as USF. De acordo com os dados mais recentes do ministério, neste momento estão a funcionar 177 USF com este modelo.

No B, em que estão a funcionar 161 USF, o modelo consiste num nível de contratualização de desempenho mais exigente e abrange as USF do sector público administrativo com um regime retributivo especial para todos os profissionais, integrando remuneração base, suplementos e compensações pelo desempenho.

Até ao momento, ainda não há nenhuma USF em modelo C, que se assume “como supletivo relativamente às eventuais insuficiências demonstradas pelo SNS e abrange o sector social, cooperativo e privado”, e cuja actividade assenta num contrato-programa celebrado com a ARS respectiva.

Fernando Leal da Costa determina ainda que as propostas deverão ser entregues num prazo de dois meses e que a participação no grupo de trabalho “não confere direito a qualquer remuneração adicional, sem prejuízo do abono de ajudas de custo e de transporte pelas deslocações realizadas”. Luís Pisco, vogal do conselho directivo da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo , será o coordenador deste grupo que terá mais oito pessoas.

As actuais 338 USF abrangem um total de 6558 profissionais, dos quais 2356 médicos, 2333 enfermeiros e 1869 administrativos.

Por João d´Espiney
Fonte: Jornal “Público”, edição de 02.10.2012 - 11:23

Obs.: Deixa-me indignado o que estou a observar, ou melhor, o que estão a fazer ao País onde nasci, nele cresci e trabalhei durante toda a minha vida.
Entra um Governo, encarrega-se de vender ou de destruir o que de melhor encontra, entra outro faz o mesmo, ainda que a voz do Povo se faça ouvir contra tudo o que fazem. Os senhores eleitos, fazem ouvidos de marcador. Alegam eles, que a sua eleição democrática lhes dá legitimidade para o fazem.
Portugal era rico em tudo, agora o que vemos é um País destruído, sem nada, tudo em nome sabe-se-lá de que interesses. Vemos a destruição de Países inteiros por força das guerras de facções, aqui segundo nos dizem é a Comunidade Europeia que manda, e os políticos obedecem, numa postura de servilismo e lambe botas.
Aveiro por exemplo, era um Concelho onde não havia desemprego, os trabalhadores movimentavam-se duma fábrica para outra, agora encontramos só escombros, um cenário de estilhaçar o coração.
A frota pesqueira existente na Gafanha da Nazaré, como aquelas áreas enormes de seca de bacalhau, empregava milhares de pessoas, hoje quase não se vê uma pessoa a trabalhar. Em concreto, o que pretendem fazer do nosso País? Para onde querem empurrar as pessoas e os jovens?
Destruíram as grandes produções agrícolas, o que vemos são restos de estábulos por onde passaram centenas de animais. As principais ruas da cidade de Aveiro estão a ficar desertas, sem comércio, o pouco que lá existe vai resistindo sabe deus como.
Quem conheceu o País há uns 40 anos atrás, e como o vê agora só pode ficar revoltado, chamar todos os nomes aos governos que existiram. Conclusão: só são diferentes enquanto lá não estão, de restou a trampa é toda a mesma. Fico triste quando ouço da boca dos meus filhos: quando terminar o Mestrado quero sair daqui para fora, o meu País não me oferece garantias para viver, constituir família, etc. etc.
Esta é a revolta que habita na minha alma. Já dominamos impérios, hoje somos nada. O que nos reserva o futuro?





9.29.2012

Hospitais e Clínicas do José Mello Saúde vão fazer Colheitas de Sangue



Hospitais e Clínicas do José Mello Saúde vão fazer Colheitas de Sangue

José Mello Saúde promove realização de Sessões de Colheita de Sangue nas suas Unidades de Saúde                            
O IPST saúda a iniciativa do Grupo José Mello Saúde, em promover a realização de Sessões de Colheita de Sangue nos seus Hospitais e Clínicas. Esta ação decorrerá, entre 1 e 11 de outubro, abrangendo várias unidades, na área da Grande Lisboa e também na Região Norte, contribuindo desta forma para a manutenção das reservas de sangue, no nosso país.

As Sessões de Colheita terão lugar nas seguintes unidades e horários:


Grande Lisboa

- Hospitalcuf Infante Santo | 1 de outubro | 9h-13h e 15h-19h

- Hospitalcuf Descobertas | 2 de outubro | 9h-13h e 15h-19h

 - Clínicacuf Belém | 3 de outubro |  9h -13h e 15h 19h30

- Clínicacuf Cascais | 8 de outubro | 9h -13h e 15h 19h30

- Clínicacuf Torres Vedras | 10 de outubro |  9h -13h e 15h 19h30

- Clínicacuf Alvalade  | 11 de outubro | 9h -13h e 15h 19h30


Região Norte:

- Institutocuf Porto | 8 de outubro | 14h - 19h

- Hospital de Braga | 11 de outubro | 14h - 19h

As condições básicas de elegibilidade para a dádiva de sangue são ter entre 18 e 65 anos de idade (o limite de idade para a primeira dádiva é 60 anos), peso igual ou superior a 50kg e estar em boas condições de saúde.

NB: Quando estas Clínicas privadas com fins lucrativos começam a fazer Colheitas de Sangue está tudo(?) dito. Eu venho do tempo em que vendia a minha dádiva de sangue numa Clínica em Lisboa, lá pelos lados do Hospital Militar da Estrela, há uns 30 anos. 
Atrevo-me a acrescentar o seguinte: Muito me engano ou estas Clínicas vão começar a fazer recolhas de sangue para consumo directo, pois neste País tudo é possível acontecer e já ninguém se admira. 
As coisas começam com pequenos ensaios e experiências... sabemos como é, como tudo começa. Vamos permitir que o tempo confirme o que aqui fica escrito.
Quem é que efectua a recolha de sangue? ou melhor, quem faz a avaliação clínica aos dadores de sangue? Onde vai parar os dados dos dadores? Sim aqueles que todos os dadores fornecem nos questionários, incluindo outros expressos verbalmente?
As dúvidas, as suspeitas levantadas levam a pensar que algo vai acontecer... vamos estar atentos. Aqui à gato com o rabo de fora. Se pisei o rabo vou ser arranhado.

A Europa a Ferro e Fogo


Sábado, 29 de Setembro de 2012

A EUROPA A FERRO E FOGO




Carvalho da Silva – Jornal de Notícias, opinião

As imagens que nos últimos dias nos chegaram de Espanha devem constituir mais do que um grito de alerta. Elas exigem profunda reflexão e convidam a uma redobrada predisposição para agirmos contra a injustiça e a violência das políticas que nos estão a ser impostas.

A loucura que sustenta essas políticas choca com os direitos no trabalho, com os direitos sociais, com os direitos humanos, com as nossas culturas, com a democracia, com a estabilidade dos estados e o relacionamento saudável entre povos e estados, que se exige solidário e respeitador da soberania.

A divisão dos países da União Europeia (UE) em credores e devedores, dicotomia que se transporta também para a execução das políticas concretas em cada país - os trabalhadores e o povo são sempre devedores - é absolutamente criminosa e portadora de genes que podem desencadear conflitos inimagináveis.

Já se começou a ver que podem surgir complexas perturbações na unidade e funcionamento do Estado espanhol, mas este não é um problema exclusivo do nosso grande vizinho. Uma instabilização mais profunda da UE desencadeará situações graves em vários países.

Quando as políticas abandonam o ser humano - na sua dimensão individual e coletiva, e nos valores que estruturam a igualdade - e se instala a conceção de que há indivíduos que, por esta ou aquela razão, têm de ser sacrificados ou excluídos, não mais para a harmonização das condições de vida pelo retrocesso, não param as discriminações no seio de um povo ou entre povos, não param as agressões aos mais elementares direitos.

As "razões" a cada momento invocadas podem ter origem económica, cultural/comportamental, ou sócio/política. Desaguarem ou não em guerras é uma questão de tempo e, por consequência, de haver ou não, em tempo útil, um despertar e uma ação coletiva que trave o desastre.

Como todos sabemos, esta maldita crise tem origem nas práticas desonestas e oportunistas dos grandes acionistas dos bancos e dos grupos económicos. Os bancos atiraram dinheiro para a sociedade, num processo especulativo que só eles "controlavam", visando o enriquecimento acelerado e desmedido de alguns e com a certeza de que a qualquer momento o povo poderia ser acusado de "viver acima das suas possibilidades".

Induziram endividamentos, fomentaram a facilidade dos créditos, enredaram as pessoas e muitas empresas pequenas e médias em dependências e aprisionamentos diversos, designadamente manipulando mercados e preços de produtos e bens associados ao estilo de vida dominante. As "bolhas" com que a crise se expressou rebentaram de tão inchadas de crédito fácil.

Agora impõem-nos premência no pagamento das dívidas, aumentam-nas por processos especulativos através de juros imorais. A dimensão do saque é exatamente igual à dimensão do empobrecimento dos povos.

Esta maldita crise prolonga-se porque os pirómanos que a incendiaram se colocaram de imediato nos postos de comando, encenando que a estão a combater, quando, de facto, atiram sobre ela cada vez mais material altamente inflamável. Ao despejarem austeridade e sacrifícios sem fim sobre os trabalhadores e o povo, sabem bem que estão agravando a crise.

Este incêndio podia ter sido contido se quando deflagrou houvesse sensatez, abandono das políticas que lhe deram origem e responsabilização dos que atearam o fogo. A ganância, a insensatez, a iniquidade dos genes fundamentais do sistema capitalista, os interesses egoístas de uma classe dominante, predominaram e continuam a predominar.

Semearam ventos e vão colher tempestades. Mas, no meio do processo, são sempre os povos que sofrem!

Não podemos tolerar por mais tempo esta escabrosa experimentação social a que vimos sendo sujeitos. Trata-se da insistência numa espécie de crença, afirmada quantas vezes com laivos de insanidade mental, que não está muito distante de opções desastrosas observáveis na galeria de horrores da humanidade.

É tempo de mobilização dos povos contra o retrocesso civilizacional e as várias expressões de belicismo em que nos querem meter.

9.28.2012

Policia Agride e Impede Jornalista de Exercer a sua Misssão



Policia Agride e Impede Jornalista de Exercer a sua Missão

Inspecção Geral da Administração Interna (IGAI) abriu um processo de averiguações a um dos elementos da segurança do primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, disse hoje à agência Lusa fonte da IGAI.

Fotografia © DR
Numa resposta enviada à Lusa, a IGAI refere que abriu um processo de averiguações a um dos seguranças do primeiro-ministro, elemento do Corpo de Segurança Pessoal da PSP, mas não especificou qual o motivo.
Na quarta-feira, um segurança do primeiro-ministro impediu um operador de câmara de filmar um incidente que envolveu Passos Coelho durante uma deslocação ao Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP), em Lisboa.
À chegada ao ISCSP para uma homenagem a Adriano Moreira, um aluno insultou e assobiou o primeiro-ministro.
Um dos seguranças abordou o alunou para que fosse identificado e impediu um repórter de imagem de filmar a situação.
Pode ver o vídeo do incidente, que passou no Jornal das Oito, na TVI, AQUI.

NB: Em que País já nos encontramos a viver, que um Repórter de imagem já não pode exercer sem impedimentos a sua profissão? Alguém o convidou a estar presente no evento, e para isso lhe pagam, ou será que não? Caros senhores do poder: A liberdade de imprensa é um dos grandes baluartes da liberdade, da democracia e nunca deve ser restringida por forças ou governos despóticos, como este a que estamos assistindo.
Será que regressamos aos tempos da repressão policial, da PIDE, entre outras? Eu fui jornalista durante mais de 26 anos, pelo que o meu dever de plena consciência é estar solidário com este meu colega, que muito pugna pela liberdade de imprensa.
Pelas imagens que as televisões deram a conhecer à opinião pública, este elemento deve ser pura e simplesmente erradicado destas funções enquanto é tempo. Como é possível haver polícias com atitudes destas num País que viveu mais 50 anos de ditadura? Urge dar uma volta a isto enquanto é tempo.
Será que que o Policia não conhece a Constituição da República nesta matéria? Se não a conhece, os seus responsáveis devem coloca-lo a fazer um curso de reciclagem sobre esta matéria no mesmo estabelecimento de ensino que frequenta o jovem por ele “advertido”.
É proibido chamar a um ministro ou aos deputados que nos enganaram o que eles são? Eles até sabem que é verdade, quanto muito podem é ficar admirados como descobrimos essa qualidade negativa. Viva a liberdade de imprensa.

Postado por Joaquim Carlos (jornalista)

Presidente da Direcção da ADASCA Impedido de Terminar a leitura da sua Comunicação na 2: Convenção Nacional de Dadores de Sangue


Reposta a verdade e defendida a honra, desejo, sinceramente, que possamos regressar à paz, ao silêncio e ao trabalho sério, empenhado e anónimo em prol dos doentes. «Se a verdade é ocasião de escândalo, vale mais deixar que se provoquem escândalos do que deixar por isso, de se dizer a verdade.» (S. Gregório Magno, Papa da Igreja).

Joaquim Carlos

A Comunicação pode ser lida neste link.


9.25.2012

Troika propõe corte de apoios financeiros às associações de dadores de sangue



“Troika” quer cortar apoios a associações de Dadores de Sangue

Depois das fundações, chega a vez das associações. Em causa, por exemplo, associações de caçadores, dadores de sangue, recreativas, culturais e desportivas.

As associações também não escapam à “troika”, que quer saber quanto recebem do Estado, para quê e onde se pode cortar. O recado está dado, não obstante as dúvidas levantadas pelo Governo.

 "Troika" exige levantamento sobre associações existentes em Portugal
Mas, primeiro, a Comissão Europeia, o Fundo Monetário Internacional e o Banco Central Europeu querem que seja feito um levantamento da realidade existente. O Governo ainda tentou evitar a medida, mas a “troika” não aceitou retirar a questão do memorado de entendimento.

Assim, associações de caçadores, de dadores de sangue, recreativas, culturais ou desportivas preparem-se.

Terminado o processo relativo às fundações, a revisão do memorando de entendimento vai insistir num levantamento das associações não lucrativas existentes em Portugal, com o objectivo de cortar os apoios estatais. Só que há um problema logo à partida: as fundações avaliadas são cerca de meio milhar; as associações são mais de 40 mil.

Na reunião que teve com a “troika” para fazer o balanço do processo das fundações, o secretário de Estado da Administração Pública, Hélder Rosalino, ainda tentou argumentar com a dimensão da realidade, mas não conseguiu convencer os técnicos internacionais, que consideram ser preciso conhecer a realidade, fazer o seu levantamento e depois tomar decisões.

Decisões que só podem prender-se com cortes de apoios e nunca com quais extinções ou mesmo restrições de actividade.

O Governo também alertou a “troika” para um dado importante a ter em conta: o direito de associação é um direito fundamental da Constituição Portuguesa.

Por: Eunice Lourenço
17-09-2012 às 17: 24 h
Fonte: Rádio Renascença