7.16.2012

Vídeos referentes às actividades da ADASCA que podem ser visionados, clicando no link, e deixar que passe o Spot publicitário.


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7.15.2012

ADASCA no Twitter



Os interessados podem aceder ao twitter e consultar ali as nossas actividades.
Joaquim Carlos - ADASCA
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Podem os Dadores de Sangue ausentar-se do local de Trabalho para doarem sangue?

Colheita de Sangue Dia 21 de Julho

Nos próximos Dia 21 e 27 de Julho entre as 9 e as 13 horas, vão decorrer Colheitas de Sangue no Posto Fixo da ADASCA, que fica localizado no Mercado Municipal de Santiago, 1º. Piso.

Todas estas iniciativas são abertas à Comunidade no seu geral, pelo que para além dos dadores estarem convidados a comparecer, alargamos o nosso Convite todas as pessoas que queiram aderir à dádiva de sangue pela 1ª. vez, para tanto basta ter de idade entre os 18 e os 60 anos, desde que sejam saudáveis.

Convém que se façam acompanhar do B.I. ou do Cartão de Cidadão, nunca deixando de tomar o pequeno-almoço.

Pedimos e agradecemos a todos a melhor colaboração na divulgação de mais estas iniciativas solidárias, bastanto para o efeito reencaminhar esta mensagem pelos vossos contactos, quer sejam via e-mail ou no facebook, como noutra rede social qualquer.

Ao contrário do que muito ainda se ouve falar, não existe substituto ao sangue humano para cura dos deontes que necessitam de transfusões ou dos seus derivados. Doar sangue não engorda, não emagrace e não cria habituação, aliás, é até o melhor seguro de saúde que podemos accionar.

Em nome dos doentes a Direcção da ADASCA agradece a vossa solidariedade.

Cordialmente,

Joaquim Carlos

Presidente da Direcção da ADASCA

Site: www.adasca.pt

Blog: aveiro123-portaaberta.blogspot.com

BN:Os dadores podem ou não ausentar-se do local de trabalho para doarem sangue?

Decreto – Lei nº. 249/90, que regulamenta o Instituo Português do Sangue (IPS), Artigo 26º.

1 – Aos Dadores Benévolos de Sangue é concedida autorização para se ausentarem das suas actividades, a fim de darem sangue, por solicitação de qualquer dos serviços da rede nacional de transfusão de sangue ou por iniciativa própria, salvo quando haja motivos urgentes e inadiáveis de serviço que naquele momento desaconselhem o seu afastamento do local de trabalho.

2 – No caso previsto no número anterior, se não se comprovar a apresentação do trabalhador no local da colheita de sangue, a falta ao trabalho é considerada, nos termos gerais da lei, como injustificada, sem prejuízo do procedimento disciplinar a que haja lugar.

3 – As ausências ao trabalho a que se refere o n.º 1 não determinam a perda de quaisquer direitos ou regalias e, designadamente, não são descontadas nas licenças.

(Transcrição do que consta naquele Decreto-Lei)

7.09.2012

Lusófona não divulga composição do Conselho Científico

9 de Julho, 2012

O processo do ministro Adjunto Miguel Relvas na Universidade Lusófona hoje facultado aos jornalistas é omisso quanto à composição do Conselho Científico que terá atribuído as equivalências que resultaram em 2006/2007 na licenciatura de Ciências Políticas e Relações Internacionais.

Do conjunto de fotocópias consta um parecer assinado pelos professores José Fialho e António Fernando dos Santos Neves dizendo que «a informação que consta do dossiê apresentado [pelo aluno] denota uma elevada experiência profissional que se reparte por três domínios», que são os cargos políticos, cargos públicos e experiência profissional no domínio empresarial, «nomeadamente no espaço lusófono».

«Face ao exposto considera-se que o currículo submetido tem mais-valias claras e aspectos salientes muito positivos», refere o parecer, que acrescenta que há três aspectos que merecem particular relevância: a longevidade das funções desempenhadas, a natureza das mesmas, maioritariamente de liderança ou grande responsabilidade institucional, e a sua variedade».

Foram estes os aspectos que mais pesaram para a atribuição de 160 créditos (ECTS) ao aluno Miguel Relvas no ano lectivo 2006/2007.

Entre a experiência profissional invocada para o processo de equivalência figura o de consultor da sociedade de advogados 'Barrocas Sarmento e Neves', do grupo SGS, da empresa ROFF, administrador da Printec/GIBB Brasil, vice-presidente do Instituto Francisco Sá Carneiro, presidente da Assembleia Geral da Associação de Folclore da Região de Turismo dos Templários 2011/2022, entre outros.

Com as equivalências atribuídas pela Universidade, Relvas apenas teve de fazer quatro disciplinas semestrais - Quadros Institucionais da Vida Económica Politica e Administrativa (3.º ano , 2.º semestre), Introdução ao Pensamento Contemporâneo (1.º ano, 2,º semestre), Teoria do Estado da Democracia e da Revolução (2.º ano, 1.º semestre) e Geoestratégia, Geopolítica e relações Internacionais (3.º ano, 2.º semestre).

Segundo os dados constantes nas fotocópias consultadas pela Lusa, que teve pouco mais de meia hora para toda a informação disponibilizada à comunicação social sobre o assunto, Miguel Relvas concluiu a licenciatura de Ciência Política e Relações Internacionais em 24 de Outubro de 2007 com a classificação final de 11 valores.

Nas fotocópias apresentadas há folhas que aludem à frequência de Miguel Relvas no primeiro ano de Direito na Universidade Livre em 1984, mas sem qualquer comprovativo de que tenha realizado e concluído com aprovação qualquer disciplina de primeiro ano. Constam apenas algumas notas do exame de acesso àquela Universidade, como por exemplo Filosofia (10 valores), História (12 valores) e Geografia (10 valores).

Relativamente ao certificado de frequência na Universidade Lusíada em 1995/1996, não consta do processo facultado aos jornalistas qualquer comprovativo de que Miguel Relvas tenha obtido aproveitamento a qualquer disciplina.

O processo consultado pela Lusa estava dividido em seis pastas: legislação, candidatura, matrícula/inscrição, registo académico, certificado académico e processo financeiro.

Nos dados referentes ao processo financeiros constam três recibos de pagamento no total de 1.777,52 euros.

O processo de licenciatura de Miguel Relvas tem estado envolto em polémica. No passado fim de semana, na sequência de uma notícia publicada pelo semanário Expresso segundo a qual «Três dos quatro professores de Relvas nunca o avaliaram», a Universidade Lusófona divulgou os nomes dos quatro docentes que avaliaram o ministro Miguel Relvas no ano letivo 2006/2007.

Da lista divulgada pela Lusófona apenas um docente coincide com os nomes avançados pelo Expresso, o professor Almeida Tomé, que assumiu ao semanário que teve Miguel Relvas como estudante.

Segundo a Universidade Lusófona, Manuel Jerónimo Marques dos Santos, António Joaquim Viana de Almeida Tomé, Paulo Jorge Rabanal da Silva Assunção e António Fernando dos Santos Neves foram os docentes que avaliaram o ministro no ano letivo de 2006/07.

António Filipe, Feliciano Barreiras Duarte e Pereira Marques eram os três docentes apontados pelo Expresso como nunca tendo visto nem Miguel Relvas.

Depois da nota da Lusófona, o gabinete do ministro-Adjunto e dos Assuntos Parlamentares negou, em comunicado, a notícia do Expresso, adiantando que Miguel Relvas poderá processar judicialmente os responsáveis editoriais do semanário, bem como a autora da notícia e desafia o jornal a «repor a verdade dos factos e pedir desculpas aos seus leitores».

Num outro comunicado divulgado posteriormente a Universidade Lusófona garantiu que vai levar este caso à justiça, sublinhando «estar a conduzir e tomar todas as diligências legais para processar aqueles que estão a mover um processo com claras intenções certamente alheias aos interesses dos seus milhares de alunos e docentes».

Lusa/SOL

Tags: Universidade Lusófona, licenciatura, Miguel Relvas, Política

7.04.2012

Será o dador de sangue um herói? Herói é o ministro da saúde

A comemoração do dia Mundial do Dador de Sangue este ano teve como lema: “Cada dador de sangue é um herói”, creio ter sido o lema escolhido pelo Comissário Dalli.

Em que País da União Europeia cada dador é assim considerado e respeitado? Em Portugal, garantidamente que não, por cá tiram-nos o sangue com uma mão e com a outra vão-nos á carteira obrigando-nos a pagar as taxas moderadoras nos hospitais, quando estes necessitam do nosso precioso líquido. Em Portugal os dadores de sangue não são vistos como heróis, mas como elementos duma economia de escala, triturando a pouca dignidade que nos assiste.

A palavra herói é demasiada grave para ser usada e abusada pelos políticos que habitam em cada carteira do dador de sangue. Movido pela curiosidade do conceito de herói decidi consultar o dicionário complementar de Augusto Moreno a fim de compreender o seu real significado ficando a saber que um Herói é: “Homem extraordinário pelas suas proezas guerreiras, pelo seu valor ou magnanimidade; protagonista de uma obra literária; (…) Homem ilustre por feitos de grande coragem”.

Pela forma como os dadores começaram a ser tratados pelo ministério da saúde, através da aplicação do Decreto-lei nº. 113/2011 de 29 de Novembro, somos levados a crer que não somos assim tão necessários. A ser verdade, porque nos incomodam tanto para doarmos sangue e sensibilizar outros a fazê-lo? Os dadores que doaram sangue regularmente nos hospitais durante anos, e os que ainda o fazem, no caso de necessitarem de cuidados médicos urgentes, é justo pagarem para lhes tratarem da saúde? Mesmo que se trate de episodio pontual? Não devia ser ele tratado como um herói?

Dador que é dador de sangue, atendendo à delicadeza das suas motivações solidárias, sempre com o seu pensamento centrado no doente que dele necessita, sente-se naturalmente indignado com este género de tratamento, quando na verdade devia ser o SNS a tratá-lo de forma empenhada, para que o sujeito volte a doar sangue de novo o mais breve possível.

Quiçá sejamos mais heróis pela paciência que nos assiste, e não tanto pelo gesto solidário que possa encerrar. Herói é o ministro da saúde pela coragem e determinação que tem evidenciado em manter a obrigatoriedade aos dadores no pagamento dos valores das taxas moderadoras, quando estes deviam estar isentos, sentindo-se motivados a comparecer nos locais de colheitas.

O erro legislativo cometido pelo ministro em questão não pode ser imputado aos inocentes, a saber: dadores de sangue e suas associações.

A solução está nas suas mãos, sem mais argumentações: reponha a isenção e terá os dadores de regresso. Quando isso acontecer, o herói é o ministro da saúde e não os dadores ou movimento associativo. Quer queiramos ou não, a actual situação deve ser imputada ao seu autor moral e material. Esta é a verdade crua e nua que deve ser assumida.

As qualidades de um verdadeiro herói são a força moral, a coragem e a disposição para ajudar os outros. Os heróis que perduram através dos tempos são aqueles que ajudam a libertar as pessoas da doença, pobreza ou da fome. O ministro da saúde vai ficar para a história como um herói, numa versão diferente, infeliz.

Joaquim Carlos

*Fundador/Presidente da Direcção da ADASCA – Site: www.adasca.pt

7.02.2012

Dívida do Centro Hospitalar do Baixo Vouga ao Instituto Português do Sangue

Dois meses antes da comemoração do Dia Mundial do Dador de Sangue, a ADASCA – Associação de Dadores de Sangue do Concelho de Aveiro, procurou saber qual o montante das dívidas dos hospitais públicos, privados e clínicas para com o Instituto Português do Sangue e Transplantação (IPST), de forma a podermos orientar a nossa reflexão para área.

Tendo em conta que a nossa pretensão nunca foi satisfeita, fomos obrigados a recorrer a outro expediente.

Lamentamos apenas o facto de um determinado partido político a quem recorremos ter dado a conhecer em primeira mão à comunicação social, e não a esta associação o montante da dívida existente, quiçá nunca se tenha lembrado de o fazer antes.

Na edição do Diário Económico datada do dia 21 de Junho, na página 17 ficamos a saber que os Hospitais devem qualquer coisa como 45 milhões de euros ao IPST, sendo o de Santa Maria e Pulido Valente os responsáveis por 43% desta dívida.

Neste caso em concreto, o que mais nos interessava na altura, e ainda hoje nos interessa é sabermos quanto deve o Centro Hospitalar do Baixo Vouga ao IPST cujo valor não deixa de ser preocupante.

Ora vejamos os valores constantes no mapa que nos foi enviado e que diz respeito somente ao CHBV cuja facturação está devidamente detalhada conforme se segue a 90 dias: 247.835€, 90 a 100 dias: 385.477€, 180 a 360 dias: 879.197€, 360 a 540 dias: 231.491€, de 540 a 720 dias 84.688€, finalmente a 720 dias: 142.356€, somando assim um total de 1.971.045€.

No ofício nº. 2908/SEAPI datado do dia 19 de Junho pode ler-se que “tendo sido solicitada a competente informação à Administração Central do Sistema de Saúde, IP, sobre os valores em dívida ao Instituto Português do Sangue e da Transplantação (ACSS), IP., nos foi transmitido que, em 31.12.2011, ao então Instituto Português do Sangue, I.P., se encontra dívida da parte dos serviços hospitalares públicos, o valor de 45.635.600€” e continua: “Mais nos foi informado de que, a ACSS, IP não dispõe de informação sobre os valores em dívida àquele instituto por parte dos serviços hospitalares privados”.

Será que o montante desta dívida está relacionado com o corte brutal nos subsídios neste ano às associações dadores de sangue? Tudo indica que sim, mas, que culpa temos nós? Cumprimos com o nosso dever.

Quanto do CHBV seria bom que limpa-se a sua imagem o mais breve possível, não deixando porém de respeitar a dignidade dos dadores sangue, sempre que estes sejam obrigados a dirigir a este hospital. Afinal, os dadores e as suas associações têm influência na economia do País. O nosso sangue além ser vida, é ouro os números falam por si. Alguém poderá questionar: o que a ADASCA tem a ver com isto? Muito.

Joaquim Carlos

Presidente da Direcção da ADASCA

Aveiro, 02-07-2012