12.01.2010

A PUREZA MORAL

TRÊS ARGUMENTOS MORAIS

As provas morais são assim chamadas, não por se contentarem com uma certeza aproximada, mas porque se deduzem da natureza moral do homem.
Reduzem-se a três: a prova social e histórica, que se funda na universalidade da crença em Deus; a prova psicológica, que se baseia nas aspirações da razão humana; e a prova propriamente moral deduzira da existência do dever.
I - Prova do consenso universal
É um facto: a humanidade no seu conjunto admite unanimemente a existência da divindade ; ora esta unanimidade supõe a verdade supõe a verdade do seu objecto: logo Deus existe.
1 - A primeira prova-se pela História das religiões. Com efeito, esta ciência tem feito tantos progressos que pode assentar com a verdade estas conclusões: em toda a parte encontramos a ideia de Deus sem podermos verificar como ela se formou; esta fé num Ser Supremo é o fundamento da religião dos povos primitivos.
A Escola evolucionista inglesa com Andrew Lary, a Escola etnológica católica com o P. Schmidt afirmam esta verdade. Todas as civilizações, todos os «ciclos culturais» dão testemunho deste facto. Mais recentemente, os habitantes da Terra do Fogo descobriram o seu segredo e confirmavam o que se conhecia de todos os povos africanos: Bantos, Hotentotes, Pigmeus e Australianos. Este mesmo deísmo se encontra em todas as civilizações históricas. China antiga, Assíria e Babilónia, raças Smíticas, Fenícias, Egipcíacas e Indo-Europeias. Os congressos de Etnologia e de História das religiões recolhem cada ano factos novos e comprovativos. Se das massas passarmos ao escol intelectual, veremos, como afirma Elias de Cyon que todos os inventores das ciências positivistas adoravam Deus. Um estudo feito sobre o século XIX época em que mais dominou a incredulidade entre as pessoas ilustradas, conclui: «para nos referirmos só aos grandes iniciadores da ciência, 4% eram ateus e 96% crentes (A. Eymieu, La part des croyants dans les progrès de la science).
2 - Quanto à menor do argumento, devemos confessar que a constância e a perpetuidade de um testemunho de si não provam directamente a verdade da coisa atestada, mas somente a permanência na natureza humana de uma razão de crer nessa coisa. Procuremos, pois, essa razão a fim de lhe conhecermos o valor. Ora nós sustentamos que nenhuma das teorias modernas dá razão cabal do facto. Passemos em silêncio, por serem pouco científicas, as que recorrem ao engano e ao equívoco. As teorias evolucionistas julgam ver no facto religioso uma actividade ascensional e progressiva, que procede de formas vagas e primitivas. Mas as hipóteses que se fazem opõem-se às próprias teorias. Supõem que o culto religioso é evolução da magia: ora, a magia supõe já um culto religioso; - o totemismo, o respeito dos tabos, supondo que eram primitivos e universais, exigem previamente o sentimento de dependência essencial, que serve de ponto de partida a todas as provas morais; finalmente, o animismo e o pré-animismo só fazem sentido enquanto revelam o sentimento profundo que o homem sempre teve da sua impotência, e o seu instinto de procurar a razão última das coisas.
Este é o verdadeiro valor do argumento tirado do consentimento universal; mostra-nos a alma humana eternamente e braços com os mesmos enigmas, o coração humano que procura compreender este dever que lhe é imposto e ao qual se não pode subtrair, o espírito humano que deseja apreender o que se encobre com as aparências, isto é, a última razão das coisas; deste modo chegamos às provas baseadas na contingência, na finalidade e na moralidade.
II - Argumento das aspirações da alma humana
Como já observamos ao demonstrar a imortalidade da alma, é facto constante a tendência do homem para o infinito com todas as forças da sua alma.
Ora, esta aspiração irresistível para um bem sem limites, exige uma razão suficiente que explique a sua existência. Este desejo profundo da nossa natureza, este amor de si, que é amor do Ser, e que nos é tão íntimo como nós mesmos, não é coisa vã. Como todos os outros dados reais, está submetido aos princípios de razão suficiente e de finalidade e por eles deve ser explicado.
A presença destas aspirações infinitas em nós, unida aos princípios de razão suficiente e de finalidade, vem reduzir-se, como a prova precedente, nos argumentos fundados na contingência e na finalidade. Notemos além disso, que esta é a raiz pela qual se fixam mais facilmente na alma humana os argumentos tradicionais; é o que dá a esta prova o cunho de originalidade e o valor que possui.
III - Prova tirada da lei moral
1 - A obrigação moral é um facto. Resume-se em que eu não sou moralmente livre para cumprir ou não certo acto; e que, cumprindo-o, vou contra a minha natureza de ser racional, à qual não posso renunciar sem ao mesmo tempo renegar aquilo a que a minha natureza tende necessariamente como a seu fim. Assim o bem moral, a ordem moral impõe-se-nos primeiramente dum modo necessário; só depois se apresenta a razão a comprovar o facto e a sancioná-lo.
2 - Com efeito, no acto fundamental pelo qual o «eu» toma consciência de si próprio, apreende-se a si mesmo como orientado, necessariamente e por sua natureza, para o seu aperfeiçoamento moral.
3 - Apreendemo-nos, pois, a nós mesmos como submetidos a uma lei moral, que nos é imposta pela nossa vontade profunda e que nós não podemos abolir ou mudar. É um novo aspecto da nossa contingência; mas como se vê facilmente, esta contingência é de ordem moral; é dependência, heteronomia radical que não se pode explicar senão pela existência e influência duma vontade pessoal absoluta, legisladora moral, e simultâneamente causa primeira. O princípio de razão suficiente, que na ordem ontológica nos permite ascender do ser contingente ao ser necessário, obriga-nos aqui a remontar-nos da vontade essencialmente dependente à vontade absolutamente autónoma.
4 - Este argumento, fundado no dever, é, com o argumento das causas finais, o que mais vivamente impressionou Kant, como ele mesmo declarou, apesar de não lhe ter dado o seu verdadeiro valor.
O céu estrelado por cima de nossas cabeças, alei moral centro de nós, mesmos são dois objectivos que enchem a alma de admiração e respeito sempre renascentes.

(artigo em construção)


11.30.2010

SEPARADOS PELA MORTE



SEPARADOS PELA MORTE

Em muitos corações, quebrantados pela morte dum ente querido, têm ecoado as palavras de Jacob:«Se perder os filhos, sem filhos ficarei» (Gn 43:14). Desespero e pessimismo afligiam a alma de Jacob, mas a verdade é que José não tinha morrido, como ele imaginava, nem Benjamim ficaria desterrado para sempre, como ele receava.

Para nós, contudo, a separação pela morte não é uma ilusória imaginação. Pelo contrário, é muitíssimo real; jamais veremos aqui na Terra a pessoa amada que a Morte arrebatou, seja filho, marido ou esposa. Partiram, deixando-nos um sentimento de abandono e de perda irremediável. A vida nunca mais volta a ser a mesma, ainda que defrontemos a nova situação com coragem.
Algumas separações, resultantes da morte dos entes queridos, são particularmente difíceis de suportar, tais como a morte dum filho único ou do
marido, na flor da vida, deixando a viúva com a responsabilidade de prover às necessidades das crianças, sobretudo quando uma delas é inválida ou sofre de doença crónica que requer cuidados especiais.
Não pode deixar de haver um sentimento de abandono e solidão. No nosso isolamento e desespero, podemos sentir-nos incapazes de enfrentar o futuro incerto. Algumas vezes a Morte surge em condições dramáticas e imprevistas.

Procuro assim escrever num espírito de compreensão, como quem já passou por experiência semelhante e hoje não tem qualquer parente próximo. O crente pode defrontar esta situação, uma das piores que se conhecem, de maneira diferente por que é encarada pelas pessoas do mundo. Procedendo como verdadeiros cristãos, dando testemunho vivo da nossa firme crença e da confiança que temos no que as Escrituras Sagradas ensinam sobre o problema da morte.
Temos de nos sentir tristes, inevitavelmente, quando um ente querido parte para não mais voltar ao lar, onde juntos partilhámos a vida em mútua harmonia. Há uma grande diferença entre a situação da pessoa que sobrevive e a da que partiu, após a descida do véu que as separou, pois o que partiu já não sente as tristezas deste mundo. O sentimento de separação, ainda que desolador, é mitigado, quando meditamos sobre determinadas passagens da Sagrada Escritura.
O apóstolo Paulo diz que não nos devemos entristecer como os demais, que não têm a esperança que nós temos (I Ts 4:13). Ele refere-se aos que morreram na fé, como os que «dormem em Jesus», e afirma categoricamente que Deus os tornará a trazer com Ele, isto e, não se separaram de nós para sempre; haverá uma abençoada reunião, porque seremos arrebatados juntamente com eles, nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares.
Será que tudo termina aqui neste lugar? Estamos neste mundo por engano?
A seguir, Paulo declara que os que morreram não só dormiram em Jesus, mas estão «com Cristo», o que é «muito melhor», portanto, «o morrer é ganho» (Fp 1:21,23). Falarmos da Morte como essa coisa desejável só é possível quando a consideramos como o meio de entrarmos no usufruto da bem-aventurança e da glória, das quais, presentemente, não temos uma verdadeira concepção.
Naquela passagem, Paulo salienta principalmente o ganho e a alegria duma vida vivida com Cristo, supremo objectivo do crente. Para ele, «o viver é Cristo» (Fp 1.21). Por isso ele dizia que estava em aperto, hesitante entre os dois caminhos. Preferia partir para estar com Cristo mas, por outro lado, ele reconhecia que, permanecer na carne seria necessário, por amor dos Filipenses. Muito bem disse o Bispo Moule: «Em qualquer dos lados do véu, Jesus Cristo era tudo para ele. Assim, ambos os lados do véu são bons, divinamente falando; só há uma diferença: as condições do outro lado do véu são tais que a tão ansiosamente esperada comunhão com o Mestre será muito mais perfeita e real no além.
(Porque toda a carne é como a erva, e toda a glória do homem como a flor da erva. Secou-se a erva, e caiu a sua flor, I S. Pedro 1:24).
Ansioso espero entrar/ Na terra além do véu;/ Dos santos o feliz lugar,/ Jerusalém do Céu. No corpo preso vou;/ As glórias longe estão;/ Mas cada vez mais perto estou/ Da pátria do cristão.
A morte é descrita como a dissolução deste tabernáculo (o corpo). O dia virá quando o que é corruptível se revestirá da incorruptibilidade, e o que é mortal se revestirá da imortalidade. Quando este tabernáculo se desfizer, temos de Deus um edifício, uma casa não feita por mãos, eterna nos céus (2ª. Co. 5:1,2). O corpo é comparado a uma barraca de campanha, abrigo ligeiro, para uso temporário, semelhante às tendas dos beduínos, que podem ser levantadas a toda a hora. Feliz o homem que, espiritualmente, está pronto para se encontrar com o seu Criador.
Não esqueçamos que este tabernáculo, em que vivemos temporariamente, pode ser desfeito (v. 1), pois é bem frágil e dificilmente suporta os conflitos e tempestades da vida. Este tabernáculo terrestre (nosso corpo), em que gememos e de que ansiamos libertar-nos, vai dar lugar à nossa à nossa habitação celestial. Em contraste com a tenda de campanha, será uma sólida construção, um edifício que permanecerá para sempre. A mesma palavra é usada para descrever o Templo de Herodes (Mc 13:1). Será uma habitação perfeitamente adequada e adaptada à nossa vida na Glória. Presentemente, enquanto no corpo, estamos ausentes do Senhor, mas quando se der a dissolução, então estaremos ausentes do corpo e presentes com o Senhor no Lar celestial (2 Co 5:8).
A morte também é descrita como uma saída - literalmente êxodo (2 Pe 1:15), isto é, saída para fora do corpo. Mas, se é uma partida, também é uma entrada, pois no mesmo contexto Pedro diz que nos será amplamente concedida a entrada no reino eterno de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
A morte, vista deste lado, é uma saída, mas observada do outro lado é uma entrada. É como se
fôssemos transplantados dum vaso quebrado, para desabrocharmos mais perfeitamente no jardim celestial; é como a passagem por um pequeno túnel, curto e escuro, para emergirmos imediatamente naquela nova terra, onde o Dia nunca acaba. Portanto, a Morte é:
1 - Adormecer em Jesus;
2 - Estar em Cristo, o que é muito melhor;
3 - Ser recebido no Lar Celestial;
4 - Habitar com o Senhor na morada que foi preparar para nós, os salvos por Ele (Jo 14:1-3).
Como tudo é diferente deste frágil tabernáculo terrestre. Na ressurreição, também, receberemos as coisas feitas no corpo (2 Co 5:10). Neste mundo, não temos visto o resultado ou a recompensa final de tudo quanto temos feito. As coisas que fizemos serão julgadas e então receberemos o merecido galardão.

Devemos, confiadamente, aceitar tal verdade, mas nos dias que se seguem ao da morte do ente querido, a dor parece difícil de suportar. Para vos dar um exemplo que possa ajudar-vos, prefiro citar as palavras dum outro escritor, em vez de vos narra a minha própria experiência.
Pouco depois do falecimento da esposa e da perda do único filho, o Bispo Moule diz: «Eu desejaria não ser fraco nem egoísta na minha dor, mas sou ambas as coisas, fraco e egoísta, contudo o meu Senhor pode e quer levantar-se, para pensar menos em mim e mais n'Ele e ajudar-me a cuidar mais dos que também lamentam a perda dos seus queridos. Devo tratar da minha saúde e, depois dum descanso de cinco ou seis semanas, prosseguir no meu
trabalho.» Noutra carta, passado pouco tempo, ele escreveu: «O Senhor Jesus guarda-me tranquilo e em paz: é agradável saber que a Sua mão está comigo. Assim, afasta Ele o negrume da solidão. A minha natural tendência é recordar e reviver o passado sem cessar, saudoso e lamentando-me mas, gradualmente, a nota predominante dá lugar à acção de graças por tudo quanto se passou. Eu descobri que a acção de graças, espontânea e diligente, é um valioso calmante.»
Há pessoas que passam horas sem conseguir dormir e que, ao recordarem certas datas, sentem uma estranha solidão e assim o seu espírito se perturba, invadido pela tristeza. Que remédio haverá para isto? Aprender e dar graças ao Nosso Senhor Jesus pelos admiráveis bens que uma recordação do passado pode trazer à memória; assim pode dissipar-se a sensação triste da solidão. Há coisas que perduram e não cessam de produzir fruto: elas continuarão a enriquecer-nos, tornando-nos ainda mais intimamente e duma forma geral ao provir de felicidade e santidade, de que participaremos quando deixarmos a Escola de Deus e o Seu ensino aqui em baixo, para passarmos à presença de Deus e lá nos encontramos com os ente queridos, cuja memória tão preciosa nos é.
Não devíamos viver só das gratas recordações do passado, mas devíamos disciplinarmo-nos, a fim de prosseguir com zelo sempre crescente nos deveres normais desta vida, pois a dedicada perseverança no Serviço do Senhor tem provado ser um admirável bálsamo para o espírito atribulado. Alguém, que tinha perdido a esposa e cinco filhos, disse: «Procurai força e graça para isto, e ser-vos-ão dadas.
Apesar de tudo, a sensação de tristeza pode perdurar até passarmos para além do véu, a despeito de todas as actividades da vida e agradáveis recordações. O Bispo Moule diz que, durante alguns dias, os seus pensamentos e os anseios da sua alma tinham por fulcro a sua saudosa esposa e filha.
Se não fosse por amor a Cristo, a sua vida teria sido inútil e infrutífera, mas Cristo tem o poder de tudo modificar! Ele dá-me capacidade, em certa medida, para compreender que é possível aceitar a perda dos entes queridos com tal resignação que nos conformamos com a situação, sobretudo se descobrimos que a nova situação nos permite prestar maior ajuda espiritual aos que sofrem.


NB: Este artigo foi publicado na Revista Evangélica "NOVAS DE ALEGRIA", edição de Fevereiro de 1990, págs.32, 33 acompanhado de foto minha.



ANDAMOS À PROCURA DE SANGUE NOVO

ANDAMOS À PROCURA DE SANGUE NOVO
Dá Sangue, dá vida


























Tu que és jovem podes fazer a diferença. A tua dádiva de sangue pode significar salvar a vida de uma pessoa. Não é possível fabricar sangue artificialmente, só o ser humano o pode doar, o que quer dizer que para os Serviços de Sangue terem sangue disponível dependem inteiramente do gesto valiosíssimo de quem dá de forma benévola.
Todos os dias é necessário sangue, para doentes com anemia, cirurgias, pessoas acidentadas, pessoas que fizeram transplantes, doentes oncológicos em quimioterapia, entre muitos que fazem tratamentos diários com componentes sanguíneos.
Jovem toma nota: se tens 18 anos ou mais, se és saudável, se pesas pelo menos 50 kg, tomamos a liberdade de te convidar a aderir às nossas Colheitas de Sangue. Para tanto, convém fazeres-te acompanhar do teu B.I. não deixando de tomar o pequeno-almoço, com a exclusão de bebidas alcoólicas.
As próximas Colheitas vão decorrer nos seguintes dias e locais:

- Dia 27 de Setembro na Fábrica da Renault de Cacia (interna)
- Dias: 2,8,16 e 22 de Fevereiro no Posto Fixo da ADASCA,
Dia 20 de Fevereiro nas instalações do IEFP de Aveiro
- Dia 21 na Renault de Cacia (Interna).

Todas as Colheitas de Sangue, decorrem entre as 9:00H e as 13:00  Horas, podendo prolongar-se um pouco mais se se justificar.
Dia 16 de Fevereiro a ADASCA comemora o seu 6º. Aniversário junto da sua Sede. A cerimónia é no Mercado Municipal de Santiago 1º., em Aveiro.

Mais informações; 964 470 432 (sede) 
ou via e-mail:geral@adasca.pt 
O Mapa de Colheitas de Sangue para todo o ano de 2013 pode ser consultado no site que segue:http://www.adasca.pt/

11.29.2010

QUATRO RAZÕES PARA SE TER UMA CÃO



QUATRO RAZÕES PARA SE TER UMA CÃO


1) - Conversas. Muitas pessoas falam com os seus cães. Elas discutem o que está acontecendo em suas vidas, suas alegrias e tristezas. Os cães respondem? Não, mas fazem algo melhor: ouvem.
Diferentemente das pessoas, os cães ouvem tudo o que temos a dizer. Pode estar a TV ligada ou o rádio eles não irão se distrair. Os cães tem um ouvido maravilhoso, muito apurado - algo que deveríamos aprender com eles.

2) - Como ter uma uma boa saúde. Se você quer ter uma vida longa com poucas idas ao médico, aqui vai algumas dicas: coma direito, faça exercício, tenha um CÃO treinado. Numerosos estudos mostraram que donos de cães, tem a pressão mais baixa, e colesterol mais baixo e menos problemas de saúde em geral.

3) - Alivia o seu stress. Quando ficamos stressados nossa pressão sanguínea e taxa cardíaca crescem, respiramos mais rapidamente. Todas estas razões são as tentativas do corpo de ajudar-nos a lidar com a situação.
Felizmente, tendo um cão, ou mesmo estando perto de um, podemos reduzir respostas a situações stressantes. Porquê? Os cientistas atribuem isto ao apoio incondicional do cão.
4) - Fazer Amigos. O cão é o melhor AMIGO DO HOMEM. Ele não tem nada contra se encontrar estranhos ou a dizer, desde que não seja provocado ou o seu dono.
Sejamos amigos dos animais, eles se são bem tratados, são nossos AMIGOS.

Por Joaquim Carlos


A Felicidade não reside na Paz



A Felicidade não reside na Paz

Realizou-se recentemente um congresso, promovido pela Associação dos Parlamentares, vista à criação de um governo mundial. Estavam presentes delegados de 28 países, escolhidos entre os homens mais experientes dos nossos tempos os quais possuem as teses e as formulas mais lógicas e mais eficazes para conseguir uma paz permanente e definitiva, capaz de garantir a felicidade de todos os seres humanos, sem reservas e sem omissões.
As suas propostas resumem-se em três pontos, a saber:
- Um governo super-nacional, mundial; um tribunal de Justiça mundial para julgar todas as causas que surjam à face do planeta; um exército internacional para garantir a execução das decisões. Um trópico digno PASCAL: a razão, a justiça e a força, unidas num todo harmonioso e potente que imporia as suas regras e as suas leis ao mundo, desvendaria publicamente as manobras da juventude delinquente, arbitraria também as questões conjugais e todas as disputas entre os povos, e disporia de uma policia extra-forte, nuclear e imbatível, para trazer à razão, mercê, se necessário, dos meios mais convincentes, os sediosos, os burlões, os barulhentos, os comilões, os partidários de sistemas não aprovados pelo Olimpo, e os oposicionistas de toda a espécie.
Não haveria mais revoltas para dominar, mais reformas para discutir, mais revoluções, mais lutas, mais heróis da resistência, nem sequer heróis de nada.
A humanidade tornar-se-ia semelhante ao mundo astronómico onde os planetas, as estrelas, os cometas e todos os outros vínculos do arsenal cósmico giram, cada qual na sua órbita, e desempenham a sua função imutável nem comentário, desde o início dos tempos e até à eternidade.
Há talvez razão para perguntar se esta ambição de paz universal, a supressão da luta, de todo o esforço, a poltrona ao sol e o doce «não fazer nada» integral, sem riscos nem perigos, constituirão verdadeiro o ideal para que devem tender os povos, e o seu supremo de perfeição.
Já no âmbito de uma nação se observa o esforço para atingir uma forma de civilização considerada ideal, em que o esforço individual deixe de ser acalentado, onde se aconselham os cidadãos a evitar os riscos, a luta, a entregar-se de mãos e pés ligados aos poderes públicos, que os embalam, os adormecem, para melhor enredá-los nas malhas da lei, das ordens, das disposições, das obrigações, das proibições dos deveres, dos processos, da burocracia, das taxas; com um sistema e um comportamento que se parece muito ao das aranhas em relação à moscas.
Há, em suma, a tendência para reduzir a vida humana ao nível das aves, das formigas e das trémites, que têm uma forma de governo que remonta, imutável, ao dealbar dos séculos e que dá a estes insectos uma existência colectiva imposta, passiva, mecânica e regulada, sem possibilidade de desvios e sem imprevistos que não venham do exterior.
O protótipo da felicidade seria pois criado à imagem dos formigueiros. E os homens, que tem atrás de si centenas de milhar, ou milhões de anos de vida, teriam expresso ideias individuais da mais alta genialidade, originais e fecundadoras de outras ideias não menos geniais, e realizado e edificado em todos os campos obras esplêndidas, para concluir por fim que, para encontrar a felicidade e a perfeição, nem regime ideal de sociedade, é necessário descer ao nível dos insectos que, no entanto, não ignoram o assassínio nem a guerra!
É certo que o aumento da natividade e as possibilidades de realizações de toda a espécie que se estão verificando em todos os sectores de actividade, impõem hoje à humanidade normas de viver que seriam inconcebíveis apenas há 100 anos, barreiras que devem ser ultrapassadas, regras e directrizes inumeráveis para observar.
É também verdade que este progresso material da espécie humana, com os novos meios que ciência pôs à sua disposição talvez um pouco prematura e imprudentemente, trouxe a certeza e a ameaça de terríveis catástrofes e agitações infindáveis; e que estas ameaças são feitas mais para induzir a gente à renúncia e ao abandono do que à afirmação e desprezo dos próprios direitos e das próprias liberdades individuais.
Mas a vida dos indivíduos tem a suas prerrogativas, e é feitas de vontade, iniciativa, de vitórias e derrotas, de sucessos e insucessos, de mutações e movimento.
A calma e a uniformidade, o conformismo, e o resignar-se sem objectar e sem lutar perante toda a espécie de imposições, é a morte da inteligência e da alma e uma antecipação da morte física que se aproxima já, fatalmente, talvez até com indesejável presteza.

Por Jean Prieud

NB: Encontrei este artigo no meu arquivo, onde existiu durante alguns anos, desconheço eu a sua origem, cuja tradução fica muito aquém do que seria desejável, mas, creio que o seu objectivo é claro: criar um Governo Mundial.



11.28.2010

DOPÉ - CENTRO DE PODOLOGIA


PROTOCOLO DE PARCERIA ADASCA Versus AVEISANUS - SERVIÇOS INTEGRADOS DE SAÚDE



A citada empresa com que a ADASCA celebrou um Protocolo no Dia 19 de Novembro, tem a sua sede na Rua Eng. Luís Gomes de Carvalho, nº. 30-1º. D, 3800-211 Aveiro, sendo representada aqui por Dra. Sofia Vaz Cabral como primeiro outorgante.

Damos apenas a conhecer aos associados da ADASCA os benefícios que podem beneficiar desde que cumpram com o estabelecido. Assim na sua Cláusula 2, o primeiro outorgante, compromete-se ao atendimento dos associados (extensível aos cônjuges, ascendentes e descendentes directos) do segundo outorgante nas suas instalações.
Os mesmos terão, como beneficio, 10% de desconto, sobre os preços de tabela relativa aos tratamentos efectuados em todas as especialidades, sendo estas:
- Medicina Dentária,
- Podologia,
- Nutrição,
- Psicologia,
- Terapia da Fala,
- Acupunctura,
- Psiquiatria e
- Doenças Nervosas,
fazendo prova do vínculo com a ADASCA - Associação de Dadores de Sangue do Concelho de Aveiro, sempre mediante apresentação do Cartão de Sócio ou credencial fornecido pela mesma associação.
Outras informações podem ser obtidas através do Telef: 234 386 129

OS POEMAS DA MINHA VIDA



OS POEMAS DA MINHA VIDA

ÀS ARMAS DE PORTUGAL!...

No meio desta angústia que me oprime,
Eu tive a sensação de haver sonhado
Com Factos e Figuras do Passado
Em rasgos de epopeia mais sublime.

Porém, em vez da gesta que redime
E livre faz um Povo acorrentado,
súcias e komunas lado a alado,
Na Pátria a consumar infando crime!...

Por entre a cerração que nos enlaça,
- Rebanho sem pastor - Populaça
Arrasta-se sem fé e deprimida...

As hordas da traição, ó Povo, arrosta!
E vamos, como fez Gomes da Costa,
Trazer este País de novo à vida!

(Artur de Carvalho)

A MINHA PRECE


Há tanto que o País anda vergado
Ao peso esquerdizante da desgraça
Que cada instante mais que hoje se passa
Mais duro faz ainda o nosso estado.

Lá vem outro Natal desventurado,
Sem réstia de esperança mesmo escassa,
Sem vermos que o Poder algo já faça
Na mira de mudar tão negro fado.

Por isso, como sempre, só nos resta
Pedir ao Deus-Menino, em Sua festa,
Que escute a nossa voz mais uma vez...

E ponha, nesta "bota" esburacada
Da Pátria - que foi tudo e não é nada
- A graça de um PR português!...

(Artur de Carvalho)

EDUCAÇÃO ABRILINA
(Às professoras orientadoras e às Colegas do meu
estágio profissionalizante)


Merece repúdio eterno
Quem ganha a vida com ágios...
Maldito seja no inferno
Quem inventou os estágios!...

(Artur de Carvalho)

TEM TENTO!...

Passaste por mim há pouco:
Sorrias toda emproada.
Pois guarda o teu sorriso louco
Que é fútil, não vale nada!...

Se tens na vida o que queres:
Saúde, amor e dinheiro,
Tem pena de outras mulheres
Que sofrem o dia inteiro.

Contém-te, moça que a gente,
Nos tempos de agora,
Se um dia sorri contente,
Ao outro dia já chora!...

(Artur de Carvalho)


NATAL DO NOSSO AZAR

Que quadra natalícia amargurada
Vivemos neste nosso Portugal!
A insânia socialista bestial
Não poupa tradições, crenças, nem nada!

De sombras se cobriu a lusa estrada
E é negro o horizonte nacional.
Por culpa dos ateus, este Natal
É mais uma Quaresma negregada.

Sonhávamos presépios de doçuras,
Com anjos a cantar pelas alturas
E a luz da linda Estrela de Belém...

E trouxe-nos o Demo, por azar,
Um mono que nem sabe governar
E é oco e mais balofo que ninguém!...

(Artur de Carvalho)