11.29.2010

QUATRO RAZÕES PARA SE TER UMA CÃO



QUATRO RAZÕES PARA SE TER UMA CÃO


1) - Conversas. Muitas pessoas falam com os seus cães. Elas discutem o que está acontecendo em suas vidas, suas alegrias e tristezas. Os cães respondem? Não, mas fazem algo melhor: ouvem.
Diferentemente das pessoas, os cães ouvem tudo o que temos a dizer. Pode estar a TV ligada ou o rádio eles não irão se distrair. Os cães tem um ouvido maravilhoso, muito apurado - algo que deveríamos aprender com eles.

2) - Como ter uma uma boa saúde. Se você quer ter uma vida longa com poucas idas ao médico, aqui vai algumas dicas: coma direito, faça exercício, tenha um CÃO treinado. Numerosos estudos mostraram que donos de cães, tem a pressão mais baixa, e colesterol mais baixo e menos problemas de saúde em geral.

3) - Alivia o seu stress. Quando ficamos stressados nossa pressão sanguínea e taxa cardíaca crescem, respiramos mais rapidamente. Todas estas razões são as tentativas do corpo de ajudar-nos a lidar com a situação.
Felizmente, tendo um cão, ou mesmo estando perto de um, podemos reduzir respostas a situações stressantes. Porquê? Os cientistas atribuem isto ao apoio incondicional do cão.
4) - Fazer Amigos. O cão é o melhor AMIGO DO HOMEM. Ele não tem nada contra se encontrar estranhos ou a dizer, desde que não seja provocado ou o seu dono.
Sejamos amigos dos animais, eles se são bem tratados, são nossos AMIGOS.

Por Joaquim Carlos


A Felicidade não reside na Paz



A Felicidade não reside na Paz

Realizou-se recentemente um congresso, promovido pela Associação dos Parlamentares, vista à criação de um governo mundial. Estavam presentes delegados de 28 países, escolhidos entre os homens mais experientes dos nossos tempos os quais possuem as teses e as formulas mais lógicas e mais eficazes para conseguir uma paz permanente e definitiva, capaz de garantir a felicidade de todos os seres humanos, sem reservas e sem omissões.
As suas propostas resumem-se em três pontos, a saber:
- Um governo super-nacional, mundial; um tribunal de Justiça mundial para julgar todas as causas que surjam à face do planeta; um exército internacional para garantir a execução das decisões. Um trópico digno PASCAL: a razão, a justiça e a força, unidas num todo harmonioso e potente que imporia as suas regras e as suas leis ao mundo, desvendaria publicamente as manobras da juventude delinquente, arbitraria também as questões conjugais e todas as disputas entre os povos, e disporia de uma policia extra-forte, nuclear e imbatível, para trazer à razão, mercê, se necessário, dos meios mais convincentes, os sediosos, os burlões, os barulhentos, os comilões, os partidários de sistemas não aprovados pelo Olimpo, e os oposicionistas de toda a espécie.
Não haveria mais revoltas para dominar, mais reformas para discutir, mais revoluções, mais lutas, mais heróis da resistência, nem sequer heróis de nada.
A humanidade tornar-se-ia semelhante ao mundo astronómico onde os planetas, as estrelas, os cometas e todos os outros vínculos do arsenal cósmico giram, cada qual na sua órbita, e desempenham a sua função imutável nem comentário, desde o início dos tempos e até à eternidade.
Há talvez razão para perguntar se esta ambição de paz universal, a supressão da luta, de todo o esforço, a poltrona ao sol e o doce «não fazer nada» integral, sem riscos nem perigos, constituirão verdadeiro o ideal para que devem tender os povos, e o seu supremo de perfeição.
Já no âmbito de uma nação se observa o esforço para atingir uma forma de civilização considerada ideal, em que o esforço individual deixe de ser acalentado, onde se aconselham os cidadãos a evitar os riscos, a luta, a entregar-se de mãos e pés ligados aos poderes públicos, que os embalam, os adormecem, para melhor enredá-los nas malhas da lei, das ordens, das disposições, das obrigações, das proibições dos deveres, dos processos, da burocracia, das taxas; com um sistema e um comportamento que se parece muito ao das aranhas em relação à moscas.
Há, em suma, a tendência para reduzir a vida humana ao nível das aves, das formigas e das trémites, que têm uma forma de governo que remonta, imutável, ao dealbar dos séculos e que dá a estes insectos uma existência colectiva imposta, passiva, mecânica e regulada, sem possibilidade de desvios e sem imprevistos que não venham do exterior.
O protótipo da felicidade seria pois criado à imagem dos formigueiros. E os homens, que tem atrás de si centenas de milhar, ou milhões de anos de vida, teriam expresso ideias individuais da mais alta genialidade, originais e fecundadoras de outras ideias não menos geniais, e realizado e edificado em todos os campos obras esplêndidas, para concluir por fim que, para encontrar a felicidade e a perfeição, nem regime ideal de sociedade, é necessário descer ao nível dos insectos que, no entanto, não ignoram o assassínio nem a guerra!
É certo que o aumento da natividade e as possibilidades de realizações de toda a espécie que se estão verificando em todos os sectores de actividade, impõem hoje à humanidade normas de viver que seriam inconcebíveis apenas há 100 anos, barreiras que devem ser ultrapassadas, regras e directrizes inumeráveis para observar.
É também verdade que este progresso material da espécie humana, com os novos meios que ciência pôs à sua disposição talvez um pouco prematura e imprudentemente, trouxe a certeza e a ameaça de terríveis catástrofes e agitações infindáveis; e que estas ameaças são feitas mais para induzir a gente à renúncia e ao abandono do que à afirmação e desprezo dos próprios direitos e das próprias liberdades individuais.
Mas a vida dos indivíduos tem a suas prerrogativas, e é feitas de vontade, iniciativa, de vitórias e derrotas, de sucessos e insucessos, de mutações e movimento.
A calma e a uniformidade, o conformismo, e o resignar-se sem objectar e sem lutar perante toda a espécie de imposições, é a morte da inteligência e da alma e uma antecipação da morte física que se aproxima já, fatalmente, talvez até com indesejável presteza.

Por Jean Prieud

NB: Encontrei este artigo no meu arquivo, onde existiu durante alguns anos, desconheço eu a sua origem, cuja tradução fica muito aquém do que seria desejável, mas, creio que o seu objectivo é claro: criar um Governo Mundial.



11.28.2010

DOPÉ - CENTRO DE PODOLOGIA


PROTOCOLO DE PARCERIA ADASCA Versus AVEISANUS - SERVIÇOS INTEGRADOS DE SAÚDE



A citada empresa com que a ADASCA celebrou um Protocolo no Dia 19 de Novembro, tem a sua sede na Rua Eng. Luís Gomes de Carvalho, nº. 30-1º. D, 3800-211 Aveiro, sendo representada aqui por Dra. Sofia Vaz Cabral como primeiro outorgante.

Damos apenas a conhecer aos associados da ADASCA os benefícios que podem beneficiar desde que cumpram com o estabelecido. Assim na sua Cláusula 2, o primeiro outorgante, compromete-se ao atendimento dos associados (extensível aos cônjuges, ascendentes e descendentes directos) do segundo outorgante nas suas instalações.
Os mesmos terão, como beneficio, 10% de desconto, sobre os preços de tabela relativa aos tratamentos efectuados em todas as especialidades, sendo estas:
- Medicina Dentária,
- Podologia,
- Nutrição,
- Psicologia,
- Terapia da Fala,
- Acupunctura,
- Psiquiatria e
- Doenças Nervosas,
fazendo prova do vínculo com a ADASCA - Associação de Dadores de Sangue do Concelho de Aveiro, sempre mediante apresentação do Cartão de Sócio ou credencial fornecido pela mesma associação.
Outras informações podem ser obtidas através do Telef: 234 386 129

OS POEMAS DA MINHA VIDA



OS POEMAS DA MINHA VIDA

ÀS ARMAS DE PORTUGAL!...

No meio desta angústia que me oprime,
Eu tive a sensação de haver sonhado
Com Factos e Figuras do Passado
Em rasgos de epopeia mais sublime.

Porém, em vez da gesta que redime
E livre faz um Povo acorrentado,
súcias e komunas lado a alado,
Na Pátria a consumar infando crime!...

Por entre a cerração que nos enlaça,
- Rebanho sem pastor - Populaça
Arrasta-se sem fé e deprimida...

As hordas da traição, ó Povo, arrosta!
E vamos, como fez Gomes da Costa,
Trazer este País de novo à vida!

(Artur de Carvalho)

A MINHA PRECE


Há tanto que o País anda vergado
Ao peso esquerdizante da desgraça
Que cada instante mais que hoje se passa
Mais duro faz ainda o nosso estado.

Lá vem outro Natal desventurado,
Sem réstia de esperança mesmo escassa,
Sem vermos que o Poder algo já faça
Na mira de mudar tão negro fado.

Por isso, como sempre, só nos resta
Pedir ao Deus-Menino, em Sua festa,
Que escute a nossa voz mais uma vez...

E ponha, nesta "bota" esburacada
Da Pátria - que foi tudo e não é nada
- A graça de um PR português!...

(Artur de Carvalho)

EDUCAÇÃO ABRILINA
(Às professoras orientadoras e às Colegas do meu
estágio profissionalizante)


Merece repúdio eterno
Quem ganha a vida com ágios...
Maldito seja no inferno
Quem inventou os estágios!...

(Artur de Carvalho)

TEM TENTO!...

Passaste por mim há pouco:
Sorrias toda emproada.
Pois guarda o teu sorriso louco
Que é fútil, não vale nada!...

Se tens na vida o que queres:
Saúde, amor e dinheiro,
Tem pena de outras mulheres
Que sofrem o dia inteiro.

Contém-te, moça que a gente,
Nos tempos de agora,
Se um dia sorri contente,
Ao outro dia já chora!...

(Artur de Carvalho)


NATAL DO NOSSO AZAR

Que quadra natalícia amargurada
Vivemos neste nosso Portugal!
A insânia socialista bestial
Não poupa tradições, crenças, nem nada!

De sombras se cobriu a lusa estrada
E é negro o horizonte nacional.
Por culpa dos ateus, este Natal
É mais uma Quaresma negregada.

Sonhávamos presépios de doçuras,
Com anjos a cantar pelas alturas
E a luz da linda Estrela de Belém...

E trouxe-nos o Demo, por azar,
Um mono que nem sabe governar
E é oco e mais balofo que ninguém!...

(Artur de Carvalho)

11.26.2010

CAMPANHA DAS MIL ASSINATURAS SOLIDÁRIAS A FAVOR DA REVISTA TRIBUNA DA ADASCA

CAMPANHA DAS MIL  ASSINATURAS SOLIDÁRIAS A FAVOR DA REVISTA TRIBUNA DA ADASCA

A ousadia da Associação de Dadores de Sangue do Concelho de Aveiro - ADASCA, de avançar com com um Projecto Editorial desta envergadura, tem merecido algumas críticas muito pouco construtivas, quiçá atendendo á natureza dos assuntos que pretende abordar e claro, levá-los não só ao conhecimento do público no geral, mas essencialmente aos dadores de sangue.
Trata-se na verdade de um Projecto que á moda portuguesa, tem levantado algumas suspeitas, observações um pouco duvidosas, deixando ante-ver o que é que vai sair daqui e se faz sentido a existência de uma Revista desta natureza.
A Revista em causa, vai procurar trazer em cada edição uma entrevista diferente, para além de dar a possibilidade dos seus leitores participarem com as suas opiniões.
Para além do editorial, queremos manter as seguintes Secções: Tem a Palavra, Sociedade, Opinião, Entrevista com..., Saúde, Poesia, entre outras, como ainda levar a efeito cobertura de diversos eventos na área da promoção da dádiva benévola de sangue, e claro procurando apoio empresarial como forma de fazer face às despesas com a sua edição.
A TRIBUNA da ADASCA está registada na Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERC) e como não podia deixar de ser está sujeita ao direito de resposta ao abrigo da Lei da Imprensa, com estatuto editorial.
Pretendemos que a TRIBUNA da ADASCA seja uma Revista para todos e não só para alguns, pelo que deve ser respeitada por todos, incluindo aqueles que não concordam com a sua existência ou a encaram com desconfiança.
Face ao exposto, convidamos os leitores deste Blogue a subscrever uma Assinatura Solidária a favor da mesma pelo valor de 20 € anuais, cujo valor servirá para manter a sua continuidade e para suportar os portes de correio. Em contra-partida pela subscrição de uma assinatura solidária, será oferecida uma inserção de cartão de visita com a duração de 3 meses.
Assim, para começar a receber a referida Revista no seu domicilio, incluindo a edição Zero e já a edição nº.1 convém que sejam fornecidos os seguintes elementos
:

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Cupão de Assinatura Solidária
(Preencher com letra bem legível)

Desejo receber no meu endereço a Revista TRIBUNA da ADASCA, beneficiando das condições acima propostas.Nome_________________________________________________________Morada________________________________________________________Localidade_____________________________________________________Código. Postal ___________ ____________Telef: _______________________________E-mail___________________________________________________________Morada___________________________________________________________
Profissão_________________________________________________________

Habilitações Literárias_______________________________________________

Data de Nascimento_____________________________________________

Contribuinte____________________________________________________

Junto Cheque_____ ou Vale Postal_____ no valor de 20 € à ordem da ADASCA ou por Transferência Bancária para o NIB da ADASCA:0036 0189 99100051821.35, Montepio Geral, Balcão: Aveiro-Eucalipto, Rua de Anadia, nº. 10, Empreendimento Vila Jovem, 3810-208 Aveiro.
NB: Após o preenchimento do Cupão, o mesmo deve ser enviado para a ADASCA a fim de ser emitido o respectivo recibo.
Aguardamos pela vossa adesão, na certeza que o vosso contributo vai ser bem aplicado a favor de uma causa socialmente justa.

EDIÇÃO Nº. 1 DA REVISTA TRIBUNA DA ADASCA



EDITORIAL

SOLIDARIEDADE E DEMOCRACIA

Por Joaquim M. C. Carlos *

Andam de braço dado, poderia dizer-se, a solidariedade e a democracia. Se bem que o não sejam, na sua expressão fundamental e na prática, totalmente coincidentes.
Concretamente, a solidariedade implica, por caracterização intrínseca, a reciprocidade de direitos e deveres em plena fluidez da comunicabilidade. A democracia, implicando a igualdade de direitos e deveres dos cidadãos, impõe-lhes a subordinação da decisão política á vontade das maiorias.
Na solidariedade fluem as leis naturais e recíprocos deveres. Na democracia imperam as leis de jurisprudência criada pelo homem e aprovada pelas maiorias, com as condicionantes que lhe retiram o valor universal.
_____________________________________
DEVERES E HAVERES

Direitos do homem. Direitos da mulher. Direitos da criança. Direitos dos animais. Direitos dos trabalhadores. Direitos dos estudantes. Direitos dos jovens. Direitos dos filhos. Direitos dos idosos. Direitos dos pais. Direitos dos professores. Direitos, direitos, direitos... Direito à saúde. Direito à informação. Direito à habitação. Direito ao trabalho. Direito à liberdade de expressão. Direito a férias. Direito à instrução. Direito à vida. Direito a isto, direito àquilo, direito aqueloutro...
E deveres? Talvez aqui a chave da aflição dos nossos tempos: nós, todos nós, temos direitos, todos os direitos. E não nenhuns deveres. (Lourenço de Almeida).
_______________________________
A solidariedade é um sentimento e modo de estar da convivência humana. A democracia é um sistema político para convivência humana. É neste ponto fulcral que se encontram e divergem os princípios naturais e as bases ditadas que enformam as condutas de humanas e desumanas.
Na realidade, o princípio da igualdade de direitos e deveres das pessoas em sociedade, que baseia a "igualdade de oportunidades à partida", permite desde então a divergência de resultantes e não anuncia sequer a continuidade dessa oportunidade - pois ela cessa pontualmente à partida - nem exige tão-pouco por princípio de relacionamento a reciprocidade que em solidariedade é estabelecida entre os mais e os menos dotados.
Se a tais factos adicionarmos o da heterogeneidade da sociedade, em termos de condições das pessoas, é facilmente conclusivo que a lei, divergindo da fluência espontânea do direito natural, pode conduzir às situações atrás referidas conforme o "status" dos estratos ou grupos sociais sobre que incide.
Por isso que, mesmo em democracia como sistema político até hoje posto em prática com a esperança teórica de melhor cumprir o princípio da igualdade entre os seres humanos como pessoas, não foi possível ainda criar a metodologia de aplicação fluida e espontânea de meios compensatórios das condicionantes que promovem as situações existenciais diferenciadas.
Os problemas de solidariedade encontram assim razão sobrante e justificada de pô-la em prática quer através de acções, seja directa ou indirectamente, para melhoria de situação dos mais carenciados, quer fomentando a sua aceitação, de molde a que a solidariedade seja um modo de convivência do quotidiano.
Deste modo, iremos embebendo a própria gestão da democracia do sentimento de exigência indispensável ao homem, para se desenvolver conforme as exigências da sua natureza e para tender à perfeição do seu ser, na qual consiste o seu essencial como membro da sociedade humana.

* Director da Revista TRIBUNA da ADASCA.

EDIÇÃO ZERO DA REVISTA TRIBUNA DA ADASCA



EDITORIAL

Por: Joaquim M. C. Carlos *

A edição desta revista marca uma evolução sem igual no mundo da dádiva de sangue, não apenas pelo seu aspecto gráfico, como também pelos conteúdos, e pelo facto de se tratar de uma iniciativa promovida pela única Associação de Dadores de Sangue existente no Concelho de Aveiro.
Através desta revista pretendemos dar a conhecer as actividades que a ADASCA tem vindo a desenvolver desde o seu início, como as que vão ser realizadas no futuro, ainda que a sua edição seja trimestral.
É verdade que estamos em crise, mas não é só crise financeira que mais se faz sentir. A crise de valores morais e sociais, com o egoísmo e individualismo a minar o terreno da solidariedade, também nos preocupa imenso. Perante este sentimento não podemos nem devemos cruzar os braços.
Com a edição zero desta Revista, apenas com oito páginas a cores, damos a conhecer um pouco do muito que a ADASCA já realizou e prol da comunidade nomeadamente aquela que depende da transfusão de sangue e seus derivados.
Aproveitamos para agradecer ao Presidente do Instituto Portugues do Sangue (IPS), Dr. Gabriel Olim e à Directora do Centro Regional de Sangue de Coimbra (CRSC), Dra. Helena Gonçalves, a confiança que em nós tem sido depositada. Pela relação cordial existente entre nós, não podia deixar de agradecer às empresas (poucas) que decidiram contribuir com o seu apoio publicitário, na certeza que na próxima edição será mais expressivo.
Pela parte que me diz respeito, sempre fui caracterizado como irreverente e por muitas vezes dizer aquilo que os outros apenas pensam, e sem medo de falar do que for, sempre na defesa e pelo respeito integral dos direitos dos dadores de sangue nossos associados.
Sentimo-nos muito honrados pela gentileza de dedicar algum tempo à leitura desta Revista, o que desde já agradecemos, esperando que ela seja agradável, como também pelas sugestões que nos queiram enviar.

*Director da Revista TRIBUNA da ADASCA