11.21.2010

Os Dez Mandamentos das Relações Humanas


Os Dez Mandamentos das Relações Humanas


1º. - FALE com as pessoas. Nada há tão agradável e animado quanto uma palavra de saudação, particularmente hoje em dia quando precisamos mais de "sorrisos amáveis".

2º. - SORRIA para as pessoas. Lembre-se que accionamos 72 músculos para franzir a testa e somente 14 para sorrir.

3º. - CHAME as pessoas pelo nome. A música mais suave para muitos ainda é ouvir o seu próprio nome.

4º. - SEJA amigo e prestativo. Se você quiser ter amigos, seja amigo.

5º. - SEJA cordial. Fale e aja com sinceridade: tudo o que você fizer, faça-o com todo o prazer.

6º. - INTERESSE-SE sinceramente pelos outros. Lembre-se que você sabe o que sabe, porém você não sabe o que os outros sabem. Seja sinceramente interessado pelos outros.

7º. - SEJA generoso em elogiar, cauteloso em criticar. Os líderes elogiam. Sabem encorajar, dar confiança e elevar os outros.

8º. - SAIBA considerar os sentimentos dos outros. Existem três lados numa controvérsia: o seu, o do outro, e o lado de quem está certo.

9º. - PREOCUPE-SE com a opinião dos outros. Três comportamentos de um verdadeiro líder: ouça, aprenda e saiba elogiar.

10º. - PROCURE apresentar um excelente serviço. O que realmente vale em nossa vida é aquilo que fazemos para os outros.

(Silvino José Fritzen, 1976)


EXORTAÇÃO

EXORTAÇÃO

Segue!
Segue pelas sendas tortuosas deste mundo!
Segue só,
Em passadas vigorosas,
Sem temor,
Indiferente à tentação e à dor!

Segue!
Transpõe todas as raias do Universo!
Condensa a vida inteira no teu verso
E segue,
Segue sempre,
Sempre em frente!

E ainda que na intrépida romagem
Sintas fome,
Solidão,
Frio e cansaço,
Procelas a rugir à tua beira,
A morte a espreitar-te, passo a passo,
Segue sempre!
Para ti não há fracasso!

Isola-te do mundo apodrecido,
Dos seres parasitários que o consomem,
Segue pobre,
Desesperado,
Escarnecido,
Mas segue,
Sempre em frente, LIVRE E HOMEM!

Por Santos Arranha

Comentário: Em minha opinião, poesia admirável pelo ritmo, peças concepção e pela linguagem, está sempre correcta, fácil e clara. Em poucas palavras: uma verdadeira peça antológica.

11.19.2010

ALERTA - CUIDADO COM OS PEDINTES

ALERTA - CUIDADO COM OS PEDINTES

Leitor, ainda que fuja um pouco ao propósito deste Blogue, não registo à tentação de fazer um ALERTA.
Frequentemente aparecem jovens e não jovens junto dos automóveis, no estabelecimentos comerciais ou às nossas portas, mais ou menos bem vestidos, a pedirem para determinadas organizações de recuperação de drogados, e para outros fins que acerca da sua existência pouco ou nada sabemos, alguns apresentam impressos e cartões forjados de organizações sérias e conhecidas da maior parte do público, pelas acções filantrópicas que desenvolvem fazendo disso a comunicação social eco.
Estes jovens carecem de muita ajuda, mas, não desta maneira. A forma como se apresentam e o modo como pedem é fraudulenta e criminosa.
O Leitor ajude com o quiser, mas, por favor, mas não dê dinheiro a quem anda a pedir às portas ou nas ruas sem um documento idóneo, até mesmo do Governo Civil da área onde decorre o peditório.
Não se deixem enganar. Esse dinheiro nunca entra nas "ditas" instituições. Denuncie esses vigaristas e entregue-os às autoridades, uma vez que andam a pedir em nome de Organizações honestas, para seu próprio proveito.
Repare que alguns nem sequer são drogados... como pode isto ser tolerado?
Não se comova com as suas histórias... eles são grandes actores e hábeis manipuladores. Se na verdade o leitor deseja ajudar determinada instituição, faça-o junto da sede e procure inteirar-se de como gastam o dinheiro que recebe. Veja com os seus próprios olhos o que essa determinada instituição faz de concreto, não alimente a mendicidade gratuita.
A ADASCA - Associação de Dadores de Sangue do Concelho de Aveiro, pode ser uma delas a merecer a sua colaboração.

Joaquim Carlos
Presidente da Direcção da ADASCA
E-mail: geral@adasca.pt

11.14.2010

SOCIEDADE E DIREITOS HUMANOS


SOCIEDADE E DIREITOS HUMANOS


Num universo onde o ser humano representa o ápice de uma evolução multimilenar, num universo onde o animal racional anda de pé com o coração acima do estômago, mas com a cabeça cima do coração, os direitos humanos não deveriam ser uma meta a atingir, mas sim conquista já assegurada.

Não obstante, longa é a distância que nos separa desta grande utopia, deste grande ideal. Alguns exemplos nos relembram esta trágica realidade:

1 -) Respeita os direitos humanos uma sociedade, onde poucos comem em mesas fartas enquanto para milhares na mesa tudo falta? Penso claramente que não, a fome os diversos tipos de miséria no nosso País são prova evidente disso.

2 -) Respeita os direitos humanos uma sociedade onde alguns poucos ganham salários sem mínimos, enquanto a maioria recebe mínimos que na verdade, nem salários são? A realidade é mais que evidente, não adianta escamotear, recorrer-se à lei da sobrevivência.

3 -) Respeita os direitos humanos uma sociedade, onde os "latifundiários" acumulam terras deixando outros sem terra nem para se enterrar? A margem Sul do nosso País, é mais que evidente, embora pouco tenha mudado com o 25 de Abril.

4 -) Respeita os direitos humanos uma sociedade, onde muitos vivem na rua, sem tecto nem chão, e crianças inocentes cruzam esquinas morando sem ter onde morar, de acordo com o que lhes consagra a sua Declaração de Direitos da Criança? As reportagens vindas a público são mais que evidentes e falam por si, logo dispensam comentários.

5 -) Respeita os direitos humanos uma sociedade, onde os bancos cobram cada vez mais caro pelos seus serviços prestados, e os enriquecidos banqueiros só faltam cobrar imposto a quem lhes passa à porta? NÃO.

6 -) Respeita os direitos humanos uma sociedade, que desconhece as raízes profundas dos conflitos laborais, apostando na resignação? Evidentemente que não, a culpa é sempre dos outros e nunca nossa.

7 -) Respeita uma sociedade os direitos humanos, onde a violência cresce de maneira a vitimar especialmente as crianças, idosos, mulheres e outras minorias marginalizadas? As notícias vindas a lume, atestam que não, ouçamos esses seres humanos para percebermos melhor o seu drama.

8 -) Respeita uma sociedade os direitos humanos, que prende, tortura e mata os mais fracos, privando os familiares do sagrado direito de contemplar os rostos na hora de enterrar seus entes queridos? Disso temos o exemplo dos crimes que foram cometidos em alguns Postos da GNR e PSP, não muito recente. Nestes casos não há direito humanos a respeitar, lamentavelmente... parece que uns são mais humanos que outros.

9 -) Respeita os direitos humanos uma sociedade, onde se morre por incúria nos hospitais, enquanto se espera nos corredores, ou se procede a transferências sem as mínimas garantias de que os direitos dos doentes são respeitados/acautelados? Com certeza que não, o que vale é que os cidadãos que acabam por falecer nestas instituições não falam.

10 -) Respeita os direitos humanos uma sociedade, onde tudo está para ser construído, mas o trabalhador não encontra trabalho? As estatísticas do desemprego são disso uma flagrante.

11 -) Respeita os direitos humanos uma sociedade, onde os crimes de colarinho branco terminam com a impunidade de quem os pratica? Ainda há quem afirme que a lei é cega e igual para todos.
Que afirmação tão aberrante, façamos um exame de consciência, e uma visita à nossas cadeias para verificarmos que classe de pessoas lá estão presas.

12 -) Respeita os direitos humanos uma sociedade, onde uma injusta distribuição da riqueza é uma implacável miséria esmagando assim o País, nos seus mais nobres valores humanitários? Caso contrário, como se compreende que os ricos são cada vez mais ricos, e os pobres cada vez mais pobres...
Estes exemplos dão que reflectir, quem tem a coragem de ficar indiferente a todos eles. Esta dramática realidade toca-nos indirectamente a todos nós.

Não é de mais lembrar que a Assembleia da República, instituiu um Prémio alusivo à Declaração Universal dos Direitos Humanos, sendo atribuído no dia 10 de Dezembro, Dia Nacional dos Direitos Humanos no valor de 25 mil Euros ao melhor trabalho jornalístico apresentado.

Há tantas Declarações de Direitos elaboradas pelas mais prestigiadas instituições, como no caso da Organização da Nações Unidas (ONU), que até se confundem umas com as outras, na medida que nenhuma delas é respeitada na integra, tendo em conta às diversas convulsões em que o mundo está atravessando. Todas elas pelo que me foi dado ler, a que mais me surpreendeu, foi a Declaração Islâmica Universal dos Direitos Humanos, no capítulo 1, alínea a) onde declara que: "A vida humana é sagrada e inviolável e todo esforço deverá ser feito para protegê-la. Em especial, ninguém será exposto a danos ou à morte, a não ser sob a autoridade da Lei" assim como no capítulo XIII respeitante ao direito à liberdade de Religião que passo a citar: "Toda a pessoa tem direito à liberdade de consciência e de culto, de acordo com as suas crenças religiosas."

A Declaração a que faço referência, é composta por 23 Capítulos, mas, os textos que acima foram transcritos são os mais salientes. Tendo em consideração os acontecimentos registados nos países muçulmanos, a contradição na sua prática é clara e flagrante, pois o fundamentalismo religioso fala mais alto, revelando-se mesmo doentio, violando claramente o texto integral da sua Declaração, promovendo assim uma discriminação de raças e de religiões, fazendo disso uma prática corrente, eliminando fisicamente quem não concordar com os princípios do islamismo estabelecido, logo estamos perante uma Declaração de boas intenções.

Na Declaração Universal dos Direitos Humanos, conforme a versão popular de Frei Betto, ficamos a saber que:
- Todos nascemos livres e somos iguais em dignidade e direitos. Todos temos direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal e social. Todos temos direito de resguardar a casa, a família e a honra. Todos temos direito ao trabalho digno e bem remunerado. Todos temos direito ao descanso, ao lazer e às férias. Todos temos direito à saúde e assistência médica e hospitalar. Todos temos direito à instrução, à escola, à arte e à cultura. Todos temos direito ao amparo social na infância e na velhice. Todos temos direito à organização popular, sindical e política. Todos temos direito de eleger e ser eleito às funções de governo. Todos temos direito à informação verdadeira e correcta. Todos temos direito de ir e vir, mudar de cidade, de Estado ou país. Todos temos direito de não sofrer nenhum tipo de discriminação.

Mais: Ninguém pode ser torturado ou linchado. Todos somos iguais perante a lei. Ninguém pode ser arbitrariamente preso ou privado do direito de defesa. Toda a pessoa é inocente até que a justiça, baseada na lei, prove o contrário. Todos temos liberdade de pensar, de nos manifestar, de nos reunir e de crer. Todos temos direito ao amor e aos frutos do amor. Todos temos o dever de respeitar e proteger os direitos da comunidade. Todos temos o dever de lutar pela conquista e ampliação destes direitos.

Enfim, tantos direitos para tão pouco respeito pelos mesmos. Meus senhores que elaboram as leis, ministros e respectivos deputados criem os devidos mecanismos para os fazerem cumprir na prática estes direitos e não tanto na teoria, em beneficio de todos os não só de alguns como em regra geral vem acontecendo.

O que aqui fica escrito/reflectido são direitos e valores a defender por quem de direito, para que tenhamos uma sociedade mais saudável. Esta é a minha tese, é minha opinião e assiste-me o direito de a expressar e defender todos os dias, sob pena de sofrer as suas consequências.

Uma sociedade que não respeita integralmente os Direitos os Humanos, é uma sociedade condenada a prazo, uma sociedade desmembrada, decadente que se vai suicidando lentamente.

Por Joaquim M. C. Carlos
Trabalho apresentado à Assembleia da República em Agosto de 2006, tendo sido conferido um Certificado de Participação, então com Carteira de Jornalista TE nº. 338.



11.13.2010

És Um HOMEM, Se...

És Um HOMEM, Se...

Se és capaz de conservar o teu bom senso e a calma,
Quando os outros os perdem, e te acusam disso,

Se és capaz de confiar em ti, quando de ti duvidam
E, no entanto, perdoares que duvidem,

Se és capaz de esperar, sem perderes a esperança
E não caluniares os que te caluniam,

Se és capaz de sonhar, sem que o sonho de domine,
E pensar, sem reduzir o pensamento a vício,

Se és capaz de enfrentar o Triunfo e o Desastre,
Sem fazer distinção entre estes dois impostores,

Se és capaz de ouvir a verdade que disseste,
Transformada por canalhas em armadilhas aos tolos,

Se és capaz de ver destruído o ideal da vida inteira
E construí-lo outra vez com ferramentas gastas,

Se és capaz de arriscar todos os teus haveres
Num lance corajoso, alheio ao resultado,
E perder e começar de novo o teu caminho,
Sem que ouça um suspiro quem seguir ao teu lado,

Se és capaz de forçar os teus músculos e nervos
E fazê-los servir se já quase não servem,
Sustentando-te a ti, quando nada em ti resta,
A não ser a vontade que diz: Enfrenta!

Se és capaz de falar ao povo e ficar digno
Ou de passear com reis conservando-te o mesmo,

Se não pode abalar-te amigo ou inimigo
E não sofrem decepção os que contam contigo,

Se podes preencher todo minuto que passa
Com sessenta segundos de tarefa acertada,

Se assim fores, meu filho, a Terra será tua,
Será teu tudo que nela existe

E não receies que te o tomem,

Mas (ainda melhor que tudo isto)
Se assim fores, serás um HOMEM.

Rudyard Kipling

NATAL DESFIGURADO PELO CONSUMISMO

NATAL DESFIGURADO PELO CONSUMISMO

Estamos a preparar a Festa do Natal que a partir da sua origem espiritual, assumiu uma dimensão acentuadamente social. Nada teria de negativo esta transposição para o campo social, se não tivesse caído nalguns erros próprios das sociedades modernas.
Um desses erros é o aparato consumista das compras e vendas, dos presentes dados e recebidos, da publicidade e dos gastos excessivos, do esbanjamento de alguns em contraste com a fome de outros.
É certo que nalgumas cidades, vilas e aldeias se organizam campanhas de apoio às famílias mais pobres, cabazes de Natal para os mais carenciados, festas de empresas com comes e bebes e com brinquedos para os mais pequenos. E também existe maior relação entre parentes e conhecidos com visitas e encontros que representam e originam maior fraternidade. Tudo o que conduza a uma vida comum mais fraterna é caminho para uma melhor vivência do Natal, e concretiza em cada pessoa, nas famílias e nas comunidades o espírito e a verdade do nascimento do Salvador.
Com esta mensagem que naturalmente não passará despercebida aos leitores deste Blog, em plena preparação da Festa de Natal, como ainda em plena realização de algumas expressões sociais humanistas, desejamos contribuir, ainda que modestamente, para uma melhor vivência do Natal e para prolongar o que ele tem de bom e todos os dias que se lhe seguem.
A titulo pessoal, quero agradecer a todos a atenção dispensada, o bom acolhimento que este Blog tem tido, ainda que os comentários não surjam, mas, temos a certeza de que é consultado por largas centenas de leiotres.
A todos os leitores desejo um Santo Natal e um Ano Novo de 2011 cheio de felicidade e das melhores bêncãos do céu.
Concerteza que entraremos no próximo ano animados de esperança e vontade de bem servir os leitores deste Blog.
Lembro que está em marcha uma Campanha para angariação de géneros alimentares e donativos em dinheiro, a favor de famílias dadoras de sangue, numa parceria com a MOTRINDE, aliás como pode ser lido neste Blog.
Por favor colaborem e façam alguém que nem mesmo conhecem um pouco mais feliz nesta quadra natalícia. Nós sabemos onde existem essas pessoas...
Sobre esta iniciativa podem ser recolhidas mais informações através dos telefones: 234 914 411, Senhora Vera Paiva da MOTRINDE ou 234 338 018, sede da ADASCA, tal como através do e-mail: geral@adasca.pt
Joaquim Carlos
Presidente da Direcção da ADASCA

11.10.2010

MEDITANDO... QUEM SOU EU?


MEDITANDO... QUEM SOU EU?

Eu sou quem cogita todos os enredos, fabrica e exporta as maiores mentiras e germina as calúnias; passo dia após dia a especular a vida alheia, levando e trazendo de um para o outro lado tudo quanto é intriga e mexerico, pelos quais dou todos os minutos que são necessários e não perco uma oportunidade.
Eu sou quem semeia a discórdia entre irmãos, parentes, amigos, famílias e não perco um só instante para alimentar ódios, vinganças, rancores e desgraças, quando não sou a causadora directa dos mesmos.
Eu tal com o um grande incêndio tudo liquido, nada respeito, minha fome é infinita, tenho uma sede inextinguível.
Sirvo fielmente à inveja e à soberba; uso todos os meios de comunicação tais como: telefone, rádio, televisão, jornais, Internet, etc., para entre as nações fomentar guerras, germinando desentendimento entre aqueles que as dirigem, provocando ódio, rancor entre os povos. Vejam o que está acontecendo por este mundo fora... eu estou lá presente.
Não tenho estacionamento, de casa em casa ando denegrindo a reputação de todos.. "Nem os mortos eu deixo em paz, pois desenterro-os para saciar-me de carne corrompida, isto é, trago à luz seus vícios e pecados mesmo que já estejam julgados e perdoados."
Marco presença em todas as repartições públicas, tribunais, gabinetes, consultórios, hospitais, hotéis, partidos políticos, clubes de todo o tipo, praias, residências humildes e luxuosas, cumprindo minha tarefa diária, trazendo entre duas ou mais pessoas a discórdia, a desarmonia, espreitando até o que se passa no interior das igrejas...
Vejam só como funciono na Assembleia da República, sou como a espada de dois gumes, mas, poucos a sabem utilizar.
"Sou mais vingativa que a morte, pois esta detém-se ante o pó do sepulcro e nele descansa, mas eu continuo desempenhando a minha missão.
Sou de facto um mundo de iniquidades de mal e malícias."
Agora, depois de todo este paleio, sabe em quem sou EU?
Eu sou a MÁ LÍNGUA.

Joaquim Carlos

NB: Este livro pode ser requisitado ao Núcleo - Centro de Publicações Cristãs, Lda. Apartado 1, 2746 QUELUZ